Mamae brigou tanto por causa dessa foto. Só pq eu tava segurando um escorpiao, ve se pode!
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
to be, or not to be
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
Vontade
desabafo de fim de noite fria
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008
Mundo mundo, vasto mundo. Mas mais vasto é o meu coração!
As vezes parece que estou assimilando a nova rotina tão bem. Outras, dá uma dor de cabeça danada e penso que essa rotina não pode ser a minha não. E não é pq estou passando, limpando, lavando, cozinhando... ~E q eu meu combustível é o carinho. Tão vasto esse meu coração...
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
previsao do tempo: neve
Chegando em casa, fui me preparar para sair com os amigos aqui, trocar de roupa e comer algo. Quando estava já com a roupa trocada, alimentada e pronta para sair, eia que ouço um barulho bastante estranho (tec tec tec). Entao penso "seria neve:", entao, qdo vou para a rua vejo q verdadeiramente era neve, ou melhor, nao neve ainda, mas uma precipitacao em granizo. Em seguida começou a aumentar e aí sim, se tornou neve. Qdo saimos de casa a estrada tava tomada, carros enguiçando, engarrafamento, aquele cenário de caos. E eu adorando, tirando fotinhas pespirica da vida. E pode me chamar de matuta, babaquara, o que for... Mas que eu fiquei feliz com a neve, ah fiquei.
Segunda, no curso, todos perguntaram da neve, se tinha visto, o que achei.. etc etc etc. Ai ai, essa vida de turista tropical, nao tá mal não.
sábado, 26 de janeiro de 2008
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
Adaptação
Bem, eu sinto em relacao a cidade, que eh uma cidade boa de viver. Contudo, quando penso em familia, amigos e agregados... Ah, por mais violenta, suja, agitada que seja o Rio se torna a melhor cidade de se viver no mundo. Uma explicaçao para isso eh o fato de eu ser LATINA e os laços fraternos importarem mais que outra coisa. Entao, isso quer dizer que preciso de mais laços fraternos na nova cidade para que me sinta totalmente adaptada a ela. Aí eu poderei dizer que me sinto totalmente adaptada a Victoria, e nao que estou em adaptacao... Que me sinto em casa.
sábado, 19 de janeiro de 2008
As incriveis aventuras culinarias de Fahmelie
Bem, primeiramente, ando me sentindo a verdadeira Amelia de tanto q cozinho. Hoje mesmo acordei 7:30 da manha, upei da cama as 8h e la estava eu procurando algo de novo para fazer de cade da manha. Lembrando das terras tropicais, fiz uma vitamina com banana, laranja e maça e um pouco de leite. Ficou uma papinha de nene ahaha. O unico problema eh q ficou FRIO!!! Bem, tenho de pensar em alternativas mais calientes.
Logo que terminei comecei a pensar no frango que deixei descongelando com o intuito de fazer um frango ao forno. Temperei com uns temperos estranhos (no estilo sai-tacando-tudo), deixei assim por 2h e coloquei as batadas no fogo (ao vencedor as batadas). Inicialmente minha intençao era cozer a batata no forno tambem, contudo, por ter cozido demais na panela tive de reinventar e fazer um pure que ate que fez sucesso posteriormente.
Mas vamos por partes, o frago! Coloquei no forno, mto insegura do que ia acontecer com ele, mas graças a mamae q estava ao vivo no msn pude ter mais segurança em relaçao a aquilo que estava fazendo. Depois de mtos minutos fui reparando qto estava ficando bonitinho o frango... Ainda bem!!! E entao me inspirei para fazer uma salada, tambem sem saber por onde começar, logo resolvi pegar um tomate, um alface um pepino, achei suficiente para uma salada; lavei bem, mas e o tempero?? Tive de perguntar, como sempre, entao me dei conta que na geladeira existia 1001 condimentos para salada, o dificil foi escolher um, a tatica adotada: o olfato. Feita a salada, fui para o pure, cortando cebola e cebolinha, alem de esmagar a batada (com a mao mesmo) e colocar manteiga e um pouco de leite, pronto, ficou supimpa!
Para terminar, cozi umas cenouras para encrementar o cardapio de forma saudavel e pratica. Olha, vitamina E faz bem nesse friiiiio. E no final o cardapio ficou: arroz de ontem, frango ao forno, pure de batada, salada com um molho abobora, cenoura cozida e ta bom neh? Pra sobremesa, descasquei umas laranjas e piquei umas maças, toque dos tropicos :P Ficou mto bom o resultado...I liked a lot! E o povo tb.
Em breve, mais um boletim culinario com a aprendiz mais desajeitada da america do norte aahahha
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
Minha vida alimentar
No mais, vou me adaptando alimentarmente aqui. A rotina da casa que estou eh bem diferente da minha, isto eh, nao tem ngm governando a cozinha absoluto, todos sao donos e todos tem de cuidar, logo, eu tenho de cuidar da minha propria alimenta;ao a bel prazer e ainda cuidar da alheia, ja que ainda nao estou indo pra escola.
Totalmente sem criatividade culinaria que sou para mim ja se esgotaram as receitas: carne moida, frango cozido, carne cozinha e… o que mais? Aceito sugestoes e receitas a posto!
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
Extravagancias orientais
Agora, nao posso deixar de falar de como a cultura oriental esta presente nessa cidade. Por todo o canto se ve orientais, tem um portal oriental. Eu mesma conversei com uma chinesa mto fofa, da minha idade, toda sutil e delicada. Os orientais sao distantes mas sao mto gentis.
Aproveitando, hoje o almoco foi em um restaurante do tipo `pague e coma quanto quiser` (all-you-can-eat restaurant). O detalhe eh q eu comi ate quando eu nao quis mais! Polvo frito, sopa de soja com carne de sojja (???), camarao apimentado, cogumelos (???), yakisoba mais gostoso q ja comi na vida... E com direito a velhinha falando chines na mesa ao lado.
Depois disso fui dar minha voltinha pelo centro da cidade, pelo parlamento (eta lugar bonito), pelo cais e, eh claro, nao podia faltar o shopping (bem quentinho), observando as lojas, como as pessoas compram aqui (e como compram), andem por Douglas e Goverment quase toda, andei, vi pessoas pedindo moedinhas (tem ate aqui!), e um rapaz me pediu moedinhas no ponto de onibus. Eu dei sorriso sem gra;a e disse q nao tinha, parti para outro ponto.
Aqui a vida eh friamente confortavel.
sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
oh, my life!
Sinto no tudo muito novo e no tudo muito igual. Não consigo me impressionar só pq todos falam ingles o tempo todo ou pq as estradas sao largas os motoristas respeitarem os limites de velocidades, todos com seus carrões de babar. E ai daquele que não der passagem para o onibus quando ele jogar seta: multa na certa. Ah, e os onibus? Beeeem quentinhos, vao pispiricos pela cidade a fora: sao vermelhos, de assento azul, confortáveis e vc aperta a cordinha sentando.
Aqui, quando chove (algo q não é difícil acontecer) as pessoas andam na chuva. Até agora vi um ou dois guarda-chuvas por aí. E olha que chove bastante. Tipo, chove, pára, faz sol, chove e faz frio o tempo todo. Mas é um frio gostoso, não é insuportável não. Mas pra precaver eu ando sempre cheia de casaquinhos. Agora mesmo estou com 3 mais a jaqueta por cima.. e tem o cachecol e as luvas e toca, que não podem faltar na composiçao do look: estou me sentindo mto fashion e gorda com tanta roupa. Agora mesma, por uma coincidencia, a combinaçao é basicamente bege: minha vida bege no Canadá :P
As cores que simbolizam o Canadá sáo justamente vermelho e bege. E nessas cores é que minha vida lilás se colore agora: a paixao da vida nova com a serenidade da rotina gostosa.
Me sinto mto previlegiada de estar aqui, de conversar com as senhoras da vizinhança, de conhecer novos costumes (apesar de pra mim nao serem tao novos assim), de ver novas paisagens e de novas chances profissionais. Creio que na nossa vida a gente sempre precise disso: novos ares. E nao hà um aqui q nao admire a minha "coragem". Eu não chamaria isso de coragem, é um espírito, uma arete (grego II!!!) que faz parte de mim.
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
sábado, 5 de janeiro de 2008
Estou partindo
Malas prontas: 3:40h GIG-GRU e depois o infinito e além. 2ªf eu chego lá!
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
conclusões vindouras
segunda-feira, 31 de dezembro de 2007
retrospectiva
Este ano começou e terminou com problemas de computação. No final do ano retrasado adquiri esse meu novinho, todo bonitinho e etc por conta do apagão do velhinho anterior. Agora, depois de um ano na lida, o defeito dá o ar da sua graça... e aí que me fez enxergar perfeitamente os ciclos que é feita nossa vida.
O ano trouxe muitas novidades: trabalho, pela primeira vez, além de um gosto extremo ela pesquisa. Trouxe junto pensamentos novos, inovadores (pós-modernosos:P), mas principalmente pensamentos de paz interior, buscando alcançar uma certa felicidade na trivialidade do dia-a-dia. E te digo, até nos dias mais sofrentes me encontrei com a satisfação.
sexta-feira, 28 de dezembro de 2007
quinta-feira, 27 de dezembro de 2007
quarta-feira, 26 de dezembro de 2007
Músicas "achados" do ano
5) Quantos Beijos - Grupo Rumo
É tão boa, tão boa que dá vontade de viver a situação só pra cantar a todos pulmões. Descobri essa música logo no início do ano, confahbulando com um amigo que me mandou a música "Esboço" do Grupo Rumo e foi tão interessante a conversa que resolvi pesquisar mais e desvendar essa pérola.
4) Isee you, you see me - The Magic Number
Uma grande descoberta graças a uma nova grande amizade ('braços fortes'). Passei a gostar de quase tudo de The Magic Number, a banda dos gordinhos com baladinhas gostosas demais de se sentir.
3) A Pedra Mais Alta - Teatro Mágico
Esta música vai representar a totalidade de músicas que muito me apetecem do Teatro Mágico. Grupo pra mim revelador, revelador de mim mesma. Há controvérsias sobre ele, que seja pseudo alguma coisa, que é estranho o cara se vestir de palhaço e ter um 'trupe' ao invés de banda, contudo é só se deixar ir, o ritmozinho é dos encantadores, não é?
2) River - Joni Mitchell
Bem, está daí já é consagrada e merece desfilar entre as revelações musicais do ano porque foi a emoção em notas musicais para mim. "Big Yellow Taxi", "A case of You", "Both sides Now" são as prediletas. Mas é "River" que acompanha os momentos mais complicados.
1) The Blues are Still Blues - Belle and Sebastian
Coloco esse clip pq meu predileto de todos (If she wants me), não está disponível em um clip legal. Também tem "Funny like a little frog" que simplesmente A-M-O, contudo já coloquei esse clip aqui e se colocar de novo ficarei viciada e verei sem parar! Descobri também graças a Mariana, e as músicas falam basicamente de relacionamentos: platônicos, aleatórios, que não dão certo: just like me!
----> Importante dizer que essa numeração não significa uma ordem de prediletância, mas de conhecimento da devida banda/música. E no mais, espero que Thathá não ache meu gosto musical ruim :PPP
Frase do Dia
Gustave Flaubert
(1821-1880)
segunda-feira, 24 de dezembro de 2007
conclusões natalinas
Ainda bem que não fiz tempestade em copo d'água e nem quis morrer. Simplesmente deixei passar a trovoada e um ano depois sinto um alívio do tamanho do céu em ver as coisas dando bem, bem certinho.
Assim, adoro Natal.
(só falta o bendito!)
domingo, 23 de dezembro de 2007
muita fahdiga.... muita satisfahção
No sábado, aventura! Lív Mary e eu fomos para casa do Thi em Nova Iguaçu. Por uma fahtalidade do destino pegamos o 'parador', q fez um tour por toda baixada fluminensa. Passamos desconsoladas por São Jão de Miriti e descobrimos o que significa o termo 'cidade feia' - esta conseguiu a proeza de ser feia do início ao fim, cada centímetro, não se escapou nada. Então, depois de muiiiiito tempo, chegamo a Nilópolis (da beija-flor), a coisa foi melhorando... Só depois de muiiiiiito tempo chegamo a Mesquita e rapidinho a (urrul) Nova Iguaçu. Detalhe é q desde a Av. Brasil eu estava com a bexiga cheia, que ao chegar ao destino estava do tamanho de uma manga rosada. Entramos num shopping mal-assombrado e pude me considerar o ser humano mais feliz do mundo.
Finalmente, choupana do Thiiiiiii. Ficamos lá, jogando conversa fora (como a gente gosta disso), vendo as fotos dele, e eu fiquei babando pela estante de dvds dele, organizado em ordem alfabética e vimos um seriado (will & Grace). Andy chegou, uma persona que pouco tive contato, mas quando a gente se junto difícil separar pq a conversa não pára. Logo fomos para o tão fahmoso restaurante japonês que o Thi comenta desde que o conhecemos na faculdade. Fiz a descoberta da minha vida: A-DO-RO peixe cru! Comi tanto, tanto... e no final estava comendo com os pauzinhos e sem o elástico na ponta. Mto salmão, atum, aqueles rolinhos que esqueci o nome e pra terminar, hot philadelfia. Oh vida, meu negócio é mesmo culinária japonesa e eu não sabia!!!
Curiosidade: O natal passado
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
São eles...

Porque eles são o início de tudo. Por serem o início, eles são os únicos previlegiados que serão meu melhor motivo sempre. Melhor motivo pra estudar, pra emagrecer, pra ler os melhores livros, pra não escutar funk (:P) e pra tentar ser algo nessa vida aleatória. São o caso de amor eterno, que tem minha fidelidade até o fim.
Pegam no pé, puxam orelha, espantam pretendentes, criticam amigos, e ainda assim conseguem ser das melhores personas da minha vida. Isso sim, é uma proeza.
Fazem a vida lilás, lilás... E nem se dão conta.
quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
O dia em que esqueci do dia
Ai, minha vida!
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
Reconhecimento da música
Peguei os CDs de música clássica do papai (que adorava quando ele escutava domingo pela manhã), e arduamente comecei a peregrinação. Não achava nada de interessante para o que tinha em mente (algo leve, como entrando em um mundo de sonhos, no qual se admiraria um figura feminina delicada e sedutora). De repente, em uma gravação ruim, escuto "Un di, felice, eterea" e aqueles acordes me petrificaram e arrancaram de mim o mais prazeroso sorriso. Gostaria tanto de usá-la, mas sabia q não era a adequada. Continuei a busca, até que achei uma bastante agradável e que arrancou admiração de todos por ter sido tão perfeita na apresentação.
Até hoje me arrepio como da primeira vez que escuto a música. É algo como encontrar o amor da sua vida e ter certeza disso, e surgirem borboletas no estômago.
domingo, 16 de dezembro de 2007
danceteria
sábado, 15 de dezembro de 2007
Un di, felice, eterea
Un di, felice, eterea
Amavelmente linda... Forte, arrebatadora. Sinto-me assim.
Original Italian | English Translation |
|---|---|
Un dì, felice, eterea,
Ah, se ciò è ver, fuggitemi, |
That day I've never forgotten,
Love, I fear, can never be, |
Divagações sobre música
É normal julgamentos de um e outro sobre música adequada, mais bonita. Normal a cara feia pro batidão e a cara de 'que chatisse' pra música clássica. Acho q as pessoas q têm mania de fazer isso permanentemeente não param para pensar no que aquele ritmo pode dizer para o outro. Fico aqui escutando minhas musiquinhas, imagino que talvez nem as escutasse se não tivesse a vida que tenho, e talvez por ter me mudado tanto eu percebo facilmente como esse processo se dá. Daí que gosto de experimentar coisas diferentes, ritmos e cores na própria música, além da poesia.
A música é essencial pra desautomatização da vida (já q esse blog é basicamente sobre isso, ou deveria ser), sendo ela um ritmo previsível ou não, animado ou triste. Nos momentos de solidão e que quero extravasar a dor nada melhor que Joni Mitchel com "River"; nos momentos de discontração, pq não "Girls just wanna have fun". Quem sabe nos momentos de libertação "It's Friday, I'm in love" do The cure. Nos momentos de amor, "You make me feel like a natural Woman", da Aretha Franklin. No domingo pela manhã: Vivaldi. Nos momentos de revolta, "The sound of silence". Nos de desilusão "Ouro de Tolo". Nos momentos de nada pra fazer "Brasileiramente Linda". Quando quero lembrar de algo do passado "Quantos beijos" do maravilhoso Grupo Rumo. Para pensar no futuro Teatro Mágico "A Pedra Mais alta". Quando fico perplexa "Smoke and Ashes" da Tracy Chapman. Quando quero um bom ritmo "Latest Trick", Dire Straits.
E percebe-se como eu sou quem eu sou através das músicas: jovem de 22 anos, do terceiro mundo, com um gosto não muito popular, mas tb nada cult. Bem aleatório, leve... como uma onda no mar.
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
a verdade é completiva
Depois do susto, da prova, fui fazer a inscrição pra monitoria...ficar esperando 2h para perceber que a professora estava ocupada demais para fazer a reunião hoje. Em seguida sair correndo para a reunião na Mudes, pegar chuva, sol... Desisti de guarda-chuva, vai chuviscando na chuva, a chuva me chuviscando inteira. Bom que assim me sinto de alguma forma na natureza e de certa forma totalmente integrada a poluição da cidade caindo nas gotículas de chuva.
A cidade anda tão cinza, tão concreto, tão pesada. Daqui a pouco ela cai. Cai aqui na minha mão.
"e o que vai ficar na fotografia...
Esta música fala do que verdadeiramente importa: momentos inesquecíveis, coisas bobas, a simplicidade do carinho e a fotografia que registra e marca tudo isso.
Avaliação final projeto PASS 2007/02
Sinto-me lisongeada por ter feito parte dessa equipe. De impressões finais tenho a passar que só cresci com esse grupo, trocamos experiências significativas e piadas inesqueíveis (além das mimicas de hoje). Creio que o sorriso e a cordialidade de todos vão além de superficial e tocam o coração, tocam o âmago lá dentro, de juntos termos feito um ótimo trabalho... De junto sermos uma EQUIPE, que apesar das diferenças de personalidade, de horário e de estilo somos uma equipe unida.
O projeto nos ofereceu LIBERDADE, acima de tudo, de passarmos o conteúdo que queríamos, dentro da metodologia de construção de aprendizagem. Muito mais que aprendizado construimos maravilhosas amizades (braços fortes que o diga), e consolidamos as já existentes (Tex, love you).
E o que vai ficar na fotografica não consegue dar conta de nossa satisfação, apesar de estarmos todos cansados e loucos para entrar de férias.
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
Valeu a pena, ê ê
Hoje, na formatura deles, foi muito precioso vendo eles vindo dar abraços, beijos, carinho de verdade, sabe. Alguns com carinha de triste ("não vou mais te ver professora"), outros simplesmente satisfeitos e felizes. Maravilhosa foi a imagem que fizeram de mim: "a professora mais meiga de todas" (fora os 'justamentes', 'pessoas' gritados da platéia). "Fico muito lisongeada", comecei meu breve discurso. Na verdade deveria ter dito que fiquei muito desconcertada.
Confesso que em nenhum momento tinha pensado que iria 'sofrer' tanto com o final do curso. "Sofrer" por não tê-los mais, toda 3ªf e 5ªf... Com aqueles olhares curiosos, os deboxes característicos, o abraço e o agito todo.
Ao final, preparam uma surpresa para os monitores, falando de suas características (nem preciso dizer que o 'justamente' e 'pessoas' também entrou, além de ressaltarem a questão da suavidade da minha personalidade). Depois disso cantaram "Pescador de Ilusão" do Rappa. E com aquelas vozes juntas, cantando com vontade, ao observar um aluno 'durão' que tentava evitar as lágrimas de cair, foram as minhas que rolaram com toda força do mundo.
Um dia chuvoso no Rio. Depois de 3h de engarrafamento, tendo de estudar para uma prova fahtal amanhã, a recompensa foi que verdadeiramente, cada segundo com esses meninos valeu a pena:
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
oh, canadá
Até agora não comentei aqui EXPLICITAMENTE a minha intenção mais que forte de ir ao Canadá (passagem marcada para o dia 26/12). Mas a ansiedade é por esse visto que NÃO SAI. Até 6ªf sai... (e daí o medinho aquele de 6ªf).
Depois de sair o visto, milhares de coisas para organizar, inclusive decisões importantíssimas quanto o destino do próximo anos.
Oh, Dickens, isso sim são Great Expectations.
subordinada
Por mim, faço o curso de novo. Pra que passar assim? Não vejo motivo, sabe. E semestre que vem promete: monitora não mais voluntária, agora remunerada. Mas sinto isso como se não fosse meu. Sei lá. Ando vendo o lado pessimista de tudo. E sempre que peço, clamo, me ajoelho por um sinal... Tudo me faz ficar longe daqui.
No caminho pra casa, dois acidentes. Eu vi um corpo no chão. No chão quente, atrapalhando o trânsito. Como um pacote flácido, como diria Chico. Eu vi o corpo e só pensava no calor. Seria isso insensibilidade? Parece que não tenho mais capacidade pra pensar questões profundas: tudo se foi com ‘to the lighthouse’.
Virgínia, me ajude! – logo vc que virava os períodos de cabeça pra baixo, esquecendo do ponto final. – ai, subordinadas!
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
fim
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
do sentido agora
Não se tem de arrumar a papelada, lavar a louça imediatamente e ainda se pode escutar alto aquela música q todos acham chata (pq não gostam da música). É pensar em voz alta, ler Wilde em voz alta, chorar revendo vendo o filme preferido pela trocentésima vez e não fazer nada: ficar parado, embaixo do ventilador, pensando na vida, filosofando com as paredes cor de gelo.
A sensação que tenho é que às vezes só o vazio pra nos preencher por inteiro. Me sinto um copo meio cheio de mim. E aí é que bate a vontade falar com o outro e... venho pro blog e escrevo alguma coisa trivial.
domingo, 9 de dezembro de 2007
Sentimentos passados e futuros
O caso é que depois de 4 anos, 2 universidades e o mais do mesmo (apesar de ser mto diferente), cansei um pouco. Cansei de ficar numa sangria desatada, vivendo numa automatização tremenda, deixando de cultuar as coisas belas e bobas que tanto vivenciava antes de tudo.
Acabou a poesia, já não me expresso como antes, nem tenho planos de escrever os contos como tinha antigamente. De certa forma, parece q emborreci, mesmo sabendo teorias aleatórias literárias, lingüísticas, menos as sintáticas.
Sinto algo como, não quero me formar, quero ser feliz. (tá bom, me formar fará parte da felicidade, mas não é TUDO na vida).
sábado, 8 de dezembro de 2007
everything I own
Aproveitando o gancho do post anterior, achei aqui esse video bem interessante de uma apropriação da música "Everything I own", por um cantor mineiro e imagens do céu de suely. Gostei mto da seleçao de imagens e achai bastante conveniente a versão.
Creio q a beleza está na conjunção de onde vem com a finalidade.
O bom é q dá pra sentir mais sobre o que trata o filme.
"qual a passagem que a senhora tem pra mais longe"
céu de suely
Este filme é mto especial. Creio q essa abertura seja uma das mais belas q eu já vi em termos cinematográficos. E foi inesperada. O tipo de filmagem, as imagens, a música, as coisas se combinam. Aí está a origem da problemática do filme mostrada de forma bem bonita. A música, uma apropriação do estrangeiro, compõe de forma bastante adqueda o lugar, a história, ajuda a situar.
Curiosidade é que o filme iria se chamar "Rifa-me", contudo, ao ser traduzido para o inglês traduziram para "Suely in the sky", em referência a música dos Beatles. Então, acabaram por trocar o nome original e ficou: O céu de Suely. Adoro esse nome. E só por conta dele q baixei o filme.
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
e eu não sei o q fazer
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
WAR in Rio

seria mais engraçado se não fosse tão cruel.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
Vitaminas
O que era curiosidade se tornou algo interessate. Achei esta tabela falando dos alimentos e vitaminas, além dos benefícios, e até que deu vontade de comer cenoura crua.
ok, eu sei que isso é extremamente passageiro, mas vale a intenção (e uma possível mudança de hábito).
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
Mercy, mercy me
Decisões
E tenho dito.
domingo, 2 de dezembro de 2007
Perdição
Quem vê pensa q não tenho nada pra fazer jogando esse trequinho...
sexta-feira, 30 de novembro de 2007
no desconcerto do dia
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
São certas coisas...
Quem me via hoje na mudes não diria que estou atormentada com trabalhos, provas, documentações, processos, sociointeracionismo. Principalmente depois do expediente, após a festinha supresa para Luana, que ficamos Braços Fortes, 1ª secretária e eu conversando na esquina da Rua Mèxico com a Nilo Peçanha.
Falamos de um tanto... Comentários de nossa rotina na Mudes, sobre os alunos, os não alunos, apelamos pra 1ª secretária intervir por nós, falamos de África, Timor Leste (adivinha quem falou sobre isso), Hotel Ruanda, o risco de vida CMT, detentos, a moça com os 20, a saída da UERJ a noite, os escandalos das alunas. E olha que 1ª secretária estava muito atrasada pra faculdade. Mas parece que tem coisas que não podem ser adiadas: uma boa conversa.
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
(re)framing
Algo está dando errado. Sim, e não é com o outro, é comigo. Por que sintaxe não entra na mente? Por que não perdoo a primeira vista (e quando perdôo acabo perdoando a vista errada). Por que não consigo comprar presente? O que é de errado com a SINTAXE, meu Deus?! As coordenadas completivas de verbo me tiram do eixo, totalmente.
Liga não, só estou 'dramatizando'.
to the lighthouse
Mrs. Ramsay e Lily são o enredo mais interessante. Contudo elas não seriam tão interessantes se não fossem os outros, afinal estamos falando de um livro que fala de impressões, de pensamentos, tão somente. E é um 'tão somente' cheio de grandioso significado, de filosofia, reflexão e, principalmente, fluxo de consciência.
A Mrs. Ramsay é o símbolo de união do grupo, daquela que cuida de todos e os uni com algo em comum, além de exemplo de mulher vitoriana, protetora e cuidadosa; vai de encontro com a imagem de Lily, que se questiona sobre sua arte (será que mulher consegue pintar?), sobre o papel do casamento (ela definitivamente foi muito feliz sozinha) e sobre a imagem de Mrs. Ramsay, esta significando algo que Lily gostaria de ser, mas ao mesmo tempo questionando os traços da personalidade dele, como a mania de querer atar todos os que são simpáticos em casamento.
Sei que preciso de um tempo, preciso olhar para minha lighthouse e de uma epifania grátis no pacote. Nada mais.
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
furada sociointeracional
Sim, eles quase me queimaram no inferno...
ahahaha
domingo, 25 de novembro de 2007
Mania de comida japonesa
Aniversário de Sardex (minha colega de trabalho e amiga de tempo todo), eis que surge o convite pra todos irmos prestigiá-la em um restaurante japonês (nas terras longuínquoas do Méier). Ela já nos preparou a semana toda para o cardápio, e a maioria ia de Yakisoba (sabe-se lá como escreve esse treco). Tinha a grande questão que perpassava minha mente: comer o de lula e polvo ou não comer.
Na tarde de hoje nos encontramos na casa dela (sim, grande parte da turma q fazia tempo q não se reunia em peso) e de lá enfrentamos as lulas, polvos e etc. Iluminação baixa, pauzinhos na mesa (q foram impossíveis para eu usar), povo empolgadão e... As conversas... Bem, a Lívia já tinha dito que ficaria com vergonha da gente se começássemos a jogar alguma coisa na mesa do restaurante (isso pq eu falava de jogar imagem&ação na CASA da Sardex).
Mas disso, começamos a falar de futuro profissional, alguém falou de não querer dar aula de português, e aí falei dos meus alunos e do problema das aulas sobre sexualidade, daí pra gravidez na adolescência e....uma alma fala “mas nem sempre é culpa do jovem, é da camisinha, q estoura”, então eu rechaço “mas isso é difícil”, a pessoa completa “não é nada, só semana passada foram 2 de um pacote com
Depois de Lív Mary salientar que estávamos num lugar público (oras, eu só queria ajudar!!!), teve o jogo aleatório de Ísis de que não se pode falar palavras começadas nem com C ou S ou compostas, senão toma uma porradinha de vodka(?). Óbvio q nada de vodka (por favor!).
Nessa altura o yakisoba foi quase todo (não coube tudo), já planejávamos o amigo secreto, o churrasco de final do ano (sim, VAI SAIR!) no sítio do Thi e ao lado dos frutos do mar e peixes crus dividimos VIDA que há tempos que andava tão desconectada uma do outra.
Tomo mérito para Renata!
sábado, 24 de novembro de 2007
A Mania de Tropa
Eu não sei o que tem de tão especial na Tropa de Elite, mas seja lá o que for, virou mania. Agora todos são fanfarrões, querem ser capitão Nascimento, admiram a dificuldade que se tem dentro da tropa, fazem piadas sobre a tropa... Tudo é uma elite só.
Falando no Capitão, mtos só reconhecem o talento de Vagner Moura agora, contudo já faz tempo que ele vem se destacando com um galã (?) de cinema.
O último grande feriado do ano
“A família precisava desse tempo; a família está abrindo”
No último grande feriado do ano antes das férias todos ficamos
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
Como caixas chinesas
Achei lindo, por demais.
domingo, 18 de novembro de 2007
amor nos tempos de windows...

Faz algum tempo venho desenvolvendo teorias aleatórias sobre relacionamentos. Claro, elas sempre escapam a coisa mais pura, ao namorico de portão, essas coisas com cheiro de mato. Faço essa divisão também comprovando com dados empíricos que aqueles que não pensam muito na vida e seguem na simplicidade do guardador de rebanho, têm mais paz de espírito sim. Já aqueles, condenados a vida pós-moderna-contemporânea, se inquietam e se chocam consigo mesmo em relação a ‘amar ou amar: o que é isso mesmo?’.
Bem, o que é amor? Isso não posso responder. Mas posso dizer que vejo diferentes visões confrontando: a) A tradicional: amar é... e aquele monte de senso comum que incluem ficar no pé da pessoa o dia inteiro, ter de desejar a pessoa a todo momento, até quando não esteja a fim (fingir é tudo), ter de declarar o amor diante de tudo e todos, no mais, todos conhecem o resto; b) A contemporânea: O amor é líquido, “amar é” pode significar ser egoísta (quando um quer adiantar suas coisas e por isso não fica falando por horas no telefone com o outro falando nada), ser prático (cada um na sua casa, no seu canto e somos felizes), ser objetivo (olha, eu te amo, mas não dá par aturar esse seu chulé mais!).
sábado, 17 de novembro de 2007
dos hermanas



Fahlecimento do feriado
Sabe como é, os dias passam devagar, quase arrastando e nos levando junto para um limbo sem fim. Creio que seja o cansaço de tudo. O cansaço de se achar estar chegando a algum lugar e quando se vê, foi quaaaaase. Um quase redondo que desce quadrado.
Estou cansada de ficar em casa, de não fazer nada em casa (embora faça muita coisa), um nada que se definiria como ‘tudo igual’. Corrigir trabalhos, estudar pra port (eu odeio sintaxe com toda minha alma), ver filmes, vir pra internet e falar com ngm. Escuto também as mesmas músicas, já que não tenho paciência pra baixar outras.
Ademais, no geral, é tudo diferentemente novo. A turma da faculdade se arrasta, a faculdade se arrasta, eu me arrasto. Não era pra eu estar terminando esse final do ano? Eu acho que sim, pq o prazo de validade da minha paciência está vencendo ininterruptamente.
Além disso, escuto pérolas interessantíssimas da minha irmã: “é Fabíola, eles (papai e mamãe) não me deixam ir no show de XXX (sei lá quem). Não nos deixam sair pra lugar nenhum. Mas vc, vc não liga, vc não gosta de sair, vc pode ficar o tempo todo em casa que vc não liga. Eu não sou assim, né.” É, como eu sou monótona! Como eu passo essa imagem de monótono! Ai, minha vida, sou muito bege!!!
Não é uma pequena morte, é uma enorme mesmo, mas dá prazer do mesmo jeito.
quinta-feira, 15 de novembro de 2007
tudo que quer de mim é demais
Minha irmã estava escutado essa música, achei das mais agradáveis. Disse q amo minha irmã hoje? Eu amo, a amo, amo muito.
quarta-feira, 14 de novembro de 2007
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
Quer saber palavrões em grego?
E citando o próprio:
"A linguagem obscena, como sabiamente afirma Christidis, é necessária a qualquer comunidade: apesar de moralismos onipresentes que a contrastam, esta é uma maneira de estabelecer contato e favorecer a expressão, tanto para a criação de intimidade quanto para a intimidação de adversários e inimigos ou a ridicularização de oponentes."
Tenho um amigo tão clássico... até pra obscenidade: em grego.
:P
domingo, 11 de novembro de 2007
palavras-chaves
Essas foram as palavras-chaves de meu domingo.
O nó do preconceito
Hoje falei uma frase conversando com um aluno querido pelo msn que é o resumo do que vou narrar agora: - Nós vivemos num momento em q temos de ter sabedoria necessária pra não nos chocar violentamente com os valores do passado e ao mesmo tempo tb não aceitá-los sem sermos críticos
Na tarde de hoje, fazendo meu bordado da bandeira mexicana, reparei que minha mãe na sala assistia a um programa que repetiu mais que o normal a palavra ‘gay’. Com isso, resolvi sentar no sofá com ela e assistir o que se passava. O programa era do Márcio Garcia (eu pensava q ele só tentava ser ator) e tratava de um artista convidado (no caso, Eliana – a dos dedinhos), adivinhar quem dos 3 moçoilos (desconhecidos) é gay, quem é casado e quem é solteiro (detalhe aí, o conceito de ‘casado’ só vale pra hetero).
No decorrer do programa os candidatos eram submetidos a representar situações em que interpretavam papel de gay e de heterossexual, para que assim Eliana descobrisse quem era quem na parada. O nome do programa é “as aparências enganam” (fui pedir cola pra mamãe) e confesso que me enganou mesmo, pois pra mim os três poderiam ser gays ou não.
Ao final, mamãe ficou contente de seu palpite ter sido o certo. Eu fiquei com um sorriso no canto da boca pensando como a idéia de gay e não gay estava sendo incorporada na TV aberta. Interessante é que no final veio a esposa e o parceiro gay e eles que apontaram quem eram seus amados. A esposa, com um selinho, o parceiro, só indo na direção (tb não queiramos demais, não é).
Mamãe não emitiu nenhum juízo de valor e pareceu gostar do programa. Percebendo isso, passado algum tempo, resolvi soltar a seguinte frase “posso apresentar mamãe, minha namorada pra senhora”. Neste momento minha mãe solta uma risada sem graça e olha, nunca tinha visto minha mãe mudar de cor tão rápido: “pára de palhaçada menina, era só essa que me faltava”. E eu respondo com voz fragilizada “por que, a senhora não vai aceitar não? Não quer conhecer minha namorada?”. Mamãe nem olhou para meu rosto, ela queria que aquilo fosse mentira minha. Então eu disse, ‘estou brincando’, aí ela olha pra minha face e diz com uma voz cortante “vc está falando sério?”. Caio na gargalhada e falo como ela é preconceituosa.
De qualquer maneira, essa é uma estratégia ótima pra se dizer que está namorando (heterossexualmente falando).
Amarílis

Se eu tivesse uma filha eu gostaria de chamá-la Amarílis. Alguns diriam que só conseguiria chamar assim se tivesse muita coragem e também se fosse mãe solteira (maldade de língua). Contudo, fico devaneando se só sou eu quem gosta tanto deste nome.
A sonoridade é agradabilíssima (tenho prediletância por nomes com som forte no “i”), o significado é belo – o que mais se pode querer em termos de nome? Claro, não é um nome comum assim... Talvez nossos ouvidos não estejam acostumados a ele, mas Amarílis, Amarílis... Amarílis é um nome muito encantador de se chamar.
Quem sabe, então...
Ps.: Eu não estou grávida.
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
E no início era...
Ao achar no maior acaso essa lista na internet (não tão acaso assim, eu digitei meu nome completo entre aspas pra ver o que aparecia :P), me veio ao coração (sim, eu tenho um) uma lembrança de tempos mais que distantes.
São tempos que me trazem sentimentos misturados sobre o que foi e o que poderia ter sido. Vivi com essa turma a Idade de Ouro que falava Jung, contudo depois que o vento me trouxe para os pagos cariocas (é pago mesmo Italiano?), acabou por se desmoronar todo castelo, a mágica foi pras cucuias e um sentimento de angustia foi tomando conta ao saber do que ia se passando.
Hoje, os raros ficaram, apesar de mais distantes (o que é normal, né gente). Muitos, apesar de distantes mesmo, continuam na boa lembrança de uma risada juntos. Uns raros (ah gente, é só um mesmo nesse caso), caiu no poço sem fundo do conceito que tenho sobre amizade e temas correlatos.
O sentimento que me vem agora é que convidarei alguns para meu casamento - se tiver (e espero ser convivada para o deles :P); com certeza espero representante sulista na minha formatura (reservarei vagas pra são chico também); no mais, espero estar na lembrança de muitas pessoas dessa lista positivamente, afinal eles fizeram parte da minha história (até o Darlan que não cheguei a conhecer, mas sei q passou pra geografia na UFPEL), da minha VIDA.
Oh, momento sentimental... Agora tem de tocar Beatles "There are places I remember..."
você precisa, você precisa...
porque tem coisas que simplesmente acontecem. E o maior amor do mundo é viver _com você_.
você precisa, você precisa...
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
Tagarelices
Falando em ser professor, tenho meus alunos grandinhos que falam ‘professora, vc é muito boazinha, não seja professora não’. Eles não cansam de deixar subentendido ‘vc é tão legal, faça uma coisa melhor da vida’. Fico feliz que eles desejem algo de bom pra mim. Mas fico triste pela idéia de ‘ser professor’ carrega em si.
Enquanto isso, os lingüistas aplicados se fecham em reuniões super secretas com finalidade de definir o que é ser professor, como ser professor, por que ser professor. Creio que eles ignorem esse tipo de conselho acima que recebo constantemente dos alunos.
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
o mundo anda tãããão complicado
e hoje eu quero fazer tudo por você.
(clip da música do Legião Urbana "O Mundo anda Tão Complicado" com uma animação aleatória bem meiga)
A trilha sonora mudou. Anos depois a pessoa se encontrou dentro de si e do outro. Foi um processo doloroso porque sair de dentro do próprio umbigo não é fácil, contudo ao final o alívio foi grandioso, apesar das lágrimas pesadas que brotavam sem licença. O encontro com o ‘outro’ durou 5 segundos, foi a epifania necessária para fazer fluir a idéia que andava em rio caudaloso. O pensamento girava em torno de uma saída só, e foi difícil reconhecer os outros caminhos sem pedras tão grandes. O pensamento se abriu no outro e se revelou o algo mais bonito pra se sentir, se revelou o algo mais bonito até ali: o sincero de se enxergar desnudada na frente de sentimentos tão profundos bem criados. Ali ela fincou o marco e a promessa de que daqui pra frente não seria diferente, mas haveria mais demonstração de tudo. E por trás das lágrimas o novo sol brilhou duas vezes.
Em "Uma nova história"quinta-feira, 1 de novembro de 2007
Bromélias e lembranças
Estava eu procurando uma música para passar para os alunos e achei um 'baú' com músicas do tempo de São Chico. Coloquei no mp3 sem pensar muito e no caminho resolvi escutar alguma coisa. Foi interessante como as lembranças saltaram a mente estimuladas por cada música (que coisa mais behavorista). Ia escutando aquelas bandas gauchas, aqueles sucessos do Pijama Show e me deliciando com uma séria de recordações que saltaram a mente.
Uma delas tem relação com essa música do bidê ou balde aí encima, na qual foi minha trilha pessoal (uma das) da minha mudança para Rio Grande. Ela remetia ao 'fim' da relação entre Guh e eu, e mais especificamente a nossa última cena juntos, na qual nos encontramos sem querer no Centro Histórico bem nos meus últimos momentos de São Chico (em seguida pegávamos o carro e patiríamos para a estrada). Nos encontramos, ele saido do escritório de contabilidade e eu me escondendo de meus pais que estavam perto, nos despedimos mais um vez... Mais uma vez. E ficou bem aquele clima "perto de você eu não pude ficar, tente não me esquecer, vou tentar sempre te amar".
Lembrança com gosto de bolo de chocolate com triplo recheio de bolo, isto é, estupendamente gostosa de se ter. Impossível no ônibus tirar o sorriso do rosto ao ir lembrando das coisas assim.















