
sábado, 30 de abril de 2005
Questionar é o que há!
Levanto essa bandeira inflando os pulmões. se não tiver mais em plena consiciência para delirar no meu mundo de garota de apartamento, já era. Desliguem os aparelhos que me atam a vida (nada de rolo como o caso da Terri Schiavo hein).Questiono os céus, o governo, a insensibilidade humana e os filósofos que sempre existiram alimentando o poder de quem já tinha poder. E o que ganho com isso? Ganho o questionar mais e pensar a minha vida e dos outros e ter opinião ou não sobre as coisas.Crises, podem vir até. Identidade, moral, sociedade, ética, tanta coisa pra discutir. Crises dentro da gente, as pessoas em crise com a gente... o difícil é controlar tanta crise junta nesse mudno de 'auto-ajuda'.Antes dos psicólogos eram os padres que aconselhavam as pessoas... hoje pagar analista é caro demais. Então restam aos seres terem dentro de si mesmos o argumento e o contra-argumento para as questões do 'ser ou não ser', do 'blog or not to blog'(talvez tema de uns dos meus trabalhos de ingles :P) e minha vida sem mim(talvez tema de trabalho de literatura, o tema é livre mesmo!).Entre os psicólogos e os livros de auto-ajuda existem atualmente seres capazes de, junto conosco, fazer todo esse trabalho de questionamento, reflexão e crise. Chamam-se amigos. Eles não cobram nada (ao menos normalmente :P), também não dão solução pra nada... afinal, não existe verdade absoluta e com eles podemos enxergar verdades diferentes pra casa questão. Estou me sentindo como escritora de livro de auto-ajuda como a Dani certa vez tb se sentia (por isso não devemos julgar tais livros né Lizi, um dia podemos escrevê-los ahuahau). Tenho um aqui em casa que é legal "Mergulho na Paz" de Hermógenes, é todo em versinho, por isso eu gosto dele. :)
Agora mudando de assunto, falando do que foi dito no post abaixo, o motivo (esclarecendo para Italianho), é que não posso conceber dentro da minha realidade (que vê-se que não é a real) pessoas desde as 21h horas em frente a previdência social acampando para poder ter a possibilidade de talvez pegar sua aposentadoria no outro dia. Eles não são mendigos, trabalharam pra que?! Enquanto isso vemos por aí pessoas tão preocupadas com seu próprio umbigo incapazes de sentir um tiquinho de nada de sensibilidade a respeito de nada, a não ser em relação aos seus animais de estimação, como falou o HoBBiNHo no blog dele. Elas esquecem que tem muita gente por aí precisando de banho tosa e comida.
Inté!
Agora mudando de assunto, falando do que foi dito no post abaixo, o motivo (esclarecendo para Italianho), é que não posso conceber dentro da minha realidade (que vê-se que não é a real) pessoas desde as 21h horas em frente a previdência social acampando para poder ter a possibilidade de talvez pegar sua aposentadoria no outro dia. Eles não são mendigos, trabalharam pra que?! Enquanto isso vemos por aí pessoas tão preocupadas com seu próprio umbigo incapazes de sentir um tiquinho de nada de sensibilidade a respeito de nada, a não ser em relação aos seus animais de estimação, como falou o HoBBiNHo no blog dele. Elas esquecem que tem muita gente por aí precisando de banho tosa e comida.
Inté!
sexta-feira, 29 de abril de 2005
- Eu sou
Mais que mania que temos de querer dominar tudo, ser dono de si e sabedor de todo conhecimento possível. Pensamos sempre ter o controle, e se não o tempos pensamos que isso seria o ideal. Controlar, dominar... Isso que fazem os mais espertos! O resto, bem, é resto. É gentinha sem talento, ou muito sem graça. Bonito é ser avassalador, é ter o verbo bonito de se ver, é ser dono (seja lá do que for).
Quando se é dono da verdade tudo fica mais fácil: o que faço é o certo, o que digo é a lei, o que penso é praticamente uma senteça que 'conceitua' e põe sua tarja negra em cada coisa do mundo. Ter poder é a norma, poder de mandar e de ter idéias melhores, falar a língua mais erudita e superior. É dizer e ser escutado com tal atenção que verdadeiramente se acha certo o absurdo que se possa dizer.
Poderíamos dar um tempo pra nós mesmos e parar com essas máximas xinfrins. Achar-se na condição de tudo julgar e de tudo poder é algo que celebridades tentam, mas são infelizes porque o tempo passa, idade chega e uma dia as pessoas só poderão nos encontrar a sete palmos do chão.
Acredito ainda que em algum momento a maior parte dos seres ditos humanos vão realizar que se realizar não é ter tanto dinheiro, tanto saber e nem tanta pose de bonito. A idéia de dominar estará ligada a de cativar: atenção e amigos, bons modos e respeito. E pararemos de cultivar o medo de gente dentro de nós mesmos.
Quando se é dono da verdade tudo fica mais fácil: o que faço é o certo, o que digo é a lei, o que penso é praticamente uma senteça que 'conceitua' e põe sua tarja negra em cada coisa do mundo. Ter poder é a norma, poder de mandar e de ter idéias melhores, falar a língua mais erudita e superior. É dizer e ser escutado com tal atenção que verdadeiramente se acha certo o absurdo que se possa dizer.
Poderíamos dar um tempo pra nós mesmos e parar com essas máximas xinfrins. Achar-se na condição de tudo julgar e de tudo poder é algo que celebridades tentam, mas são infelizes porque o tempo passa, idade chega e uma dia as pessoas só poderão nos encontrar a sete palmos do chão.
Acredito ainda que em algum momento a maior parte dos seres ditos humanos vão realizar que se realizar não é ter tanto dinheiro, tanto saber e nem tanta pose de bonito. A idéia de dominar estará ligada a de cativar: atenção e amigos, bons modos e respeito. E pararemos de cultivar o medo de gente dentro de nós mesmos.
quinta-feira, 28 de abril de 2005
Distraída, euuu?
Quase nada! Pra ter a capacidade de pegar o ônibus errado uma segunda vez... Mais uma vez a semelhança entre os '99' e o 'Ga' me pegaram: ao invés de pegar o 998 Galeão, peguei o 996 Gávea. O legal é que foi a 2ª vez então já sabia onde saltar e pegar o outro pro Fundão. E o mais divertido ainda é que ainda cheguei no horário da aula certinho! Essa proeza é pra poucos, verdadeiramente. O mais interessante é que eu vi escrito "Galeão" no ônibus, ilusão de ótica talvez, diria sono puro mesmo. Mas issso aconteceu foi ontem... dia que passei a tarde lá na UFRJ estudanto Fonética pra simplesmente não ter prova hoje... hiper divertido ¬¬
O que se salvou nesses dias foram as palestras do "Arte em questão, as questões da arte" que hoje por sinal contou com um palestrante gaúcho. Falou-se de mitos, filosofia e poética. No final eu saí com grandiosas dúvidas e com um gostinho de quero mais.
O minicurso "Interpretação: a herméutica e a questão do método" foi um deleite! Isso mostra que a área de Literatura dentro das Universidades não está por completa lançada ao extremo do caos, está ali pairando entre caos e cosmo. Houve no minicurso um pouco a descontrução de Platão e emergiram idéias diferentes das que eu estava repetidamente acustumada. E daí surgiram idéias minhas pra fazer o trabalho de teoria literária que é tema livre! Aqui é o extremo oposto da teoria literária com o LFM.
E para que por acaso ler e puder ajudar: se souber de algum texto em inglês com umas 2000 palavras sobre CULTURA pra indicar (seria para um trabalho de reading em inglês).
O que se salvou nesses dias foram as palestras do "Arte em questão, as questões da arte" que hoje por sinal contou com um palestrante gaúcho. Falou-se de mitos, filosofia e poética. No final eu saí com grandiosas dúvidas e com um gostinho de quero mais.
O minicurso "Interpretação: a herméutica e a questão do método" foi um deleite! Isso mostra que a área de Literatura dentro das Universidades não está por completa lançada ao extremo do caos, está ali pairando entre caos e cosmo. Houve no minicurso um pouco a descontrução de Platão e emergiram idéias diferentes das que eu estava repetidamente acustumada. E daí surgiram idéias minhas pra fazer o trabalho de teoria literária que é tema livre! Aqui é o extremo oposto da teoria literária com o LFM.
E para que por acaso ler e puder ajudar: se souber de algum texto em inglês com umas 2000 palavras sobre CULTURA pra indicar (seria para um trabalho de reading em inglês).
terça-feira, 26 de abril de 2005
ai ai
Eu estou entupida com tanta literatura e poética.
Chegando em casa lá pras 19h, é algo.
Sooooono... Estudando o que tem pras provas do outro dia.
Sendo assim, não tem tempo pra tudo :(
Fico triste pelo que acontece em RioGrande: o Benito desistiu do curso, não foi a Sasa que pegou o NELP.
Continuo com meu cabelo temporário e achando menos graça na chuva e frio repentino, além de com sono (precisava repetir porque esse é meu estado quase que normal).
Chegando em casa lá pras 19h, é algo.
Sooooono... Estudando o que tem pras provas do outro dia.
Sendo assim, não tem tempo pra tudo :(
Fico triste pelo que acontece em RioGrande: o Benito desistiu do curso, não foi a Sasa que pegou o NELP.
Continuo com meu cabelo temporário e achando menos graça na chuva e frio repentino, além de com sono (precisava repetir porque esse é meu estado quase que normal).
segunda-feira, 25 de abril de 2005
Cabelo, mentira e algo mais
É difícil definir o ápice do dia que se passou. Primeiro teve meu cabelo temporário fazendo sucesso na versão liso natural da tal escova permanente, elogiar o cabelo de alguém é sempre bom, ainda mais quando é o seu. Pensando nisso foi quando comecei a refletir na relação da aparência na vida das pessoas, isso também porque faria em breve uma provinha de inglês que contava como conteúdo uns textos também sobre beleza, ou falta dela. Comecei a olhar para as pessoas e vem se elas eram 'bonitas', se quereriam mudar algo na sua aparência, se eram felizes do jeito que eram. Obviamente não achei resposta alguma, mas valeu a tentativa pra concatenar que não achei ninguém bonito, feliz ou triste e nem adivinhei pensamentos.
Realizei mesmo que eu tenho capacidade pra 'descobrir' beleza, pessoas que se revelam na minha frente com seu jeito, conversa e agradabilidade. Mas vamos ser sinceros que independente ou não da minha opinião há o esteriótipo mais 'aplaudido' na sociedade em que parece que as coisas são mais fáceis para quem os detém. Tá parecendo que tô falando de dinheiro já: "classe retentora de poder", ou seria "classe detentora de dinheiro", mas o nosso caso seria "classe detentora de beleza".
Acredita que dizia num dos textos que li que tudo falado acima é mentira: eu mentindo pra mim mesma, que na verdade eu prefiro sim estar com pessoas visivelmente lindas e bem resolvidas (não só eu como toda humanidade). Vou continuar duvidando disso, pq através de provas reais na minha vidinha lilás e observando a dos outros vi que não é bem assim que a banda toca. Mas... se dizem os pesquisadores! O que posso fazer é não concordar!
E em pensar que eu ia falar sobre hermenéutica... Bem, ela se perdeu como o Platão na minha mente. Vou fazer algo mais concreto e cuidar do meu serviço no Hermes, que diga-se de passagem está me dando umas idéias revolucionárias sobre ensino de gramática no colégio (tudo culpa do Tiago ahahaha).
Ai, minha vida! Usei a paxta rosa hj que com sua discrição angariou mtos olhares, assim como meu cabelo, óbvio! :)
Realizei mesmo que eu tenho capacidade pra 'descobrir' beleza, pessoas que se revelam na minha frente com seu jeito, conversa e agradabilidade. Mas vamos ser sinceros que independente ou não da minha opinião há o esteriótipo mais 'aplaudido' na sociedade em que parece que as coisas são mais fáceis para quem os detém. Tá parecendo que tô falando de dinheiro já: "classe retentora de poder", ou seria "classe detentora de dinheiro", mas o nosso caso seria "classe detentora de beleza".
Acredita que dizia num dos textos que li que tudo falado acima é mentira: eu mentindo pra mim mesma, que na verdade eu prefiro sim estar com pessoas visivelmente lindas e bem resolvidas (não só eu como toda humanidade). Vou continuar duvidando disso, pq através de provas reais na minha vidinha lilás e observando a dos outros vi que não é bem assim que a banda toca. Mas... se dizem os pesquisadores! O que posso fazer é não concordar!
E em pensar que eu ia falar sobre hermenéutica... Bem, ela se perdeu como o Platão na minha mente. Vou fazer algo mais concreto e cuidar do meu serviço no Hermes, que diga-se de passagem está me dando umas idéias revolucionárias sobre ensino de gramática no colégio (tudo culpa do Tiago ahahaha).
Ai, minha vida! Usei a paxta rosa hj que com sua discrição angariou mtos olhares, assim como meu cabelo, óbvio! :)
domingo, 24 de abril de 2005
Situando...
Passei sem querer o feriadão fora. Não que necessariamente eu não quisesse, como a família pode ter pensando, mas sim pq eu tinha um tantinho de coisa para adiantar.
Fui para Itaguaí, a cidade do Alienista. É engraçado que desde pequenina sempre ia pra lá, contudo a cidade nada mudou. Tenho impressão que ela fora congelada no tempo em algum ano desses aí e as pessoas vão vivendo pensando estar correndo o tempo.
O caso é que eu não conseguia a princípio me concentrar pra estudar. Sentia falta da minha caminha, da minha bagunça... Mas fui obrigada mesmo a estudar os mais de 8 textos da prova de reading pra amanhã. Esta professora me lembra mto o antigo professor de reading (nem preciso citar nomes né), teria uma fôrma pra sair todos em série?
Agora o que está me deixando feliz é o fato do Hermes está indo pra frente. Até o prof. respondeu e-mail. E sabe que esses profs responder e-mail é algo... E o Tiago é sempre muito dedicado a tudo, isso é uma ótima característica, embora ele seja chato :P (brincadeiira). Só que me perdi no meio de todo o meio. Mas ando refletindo sobre o ensino da gramática normativa no Brasil mais e mais... Será que sai cachorro desse mato?! Vejamos...
OUtra frente que abri foi com a Análise do Discurso, mandei e-mail pra antiga orientadora em POA e ela foi super receptiva e pediu para que eu mandasse meu trabalho corrigido pra ela sim. Detalhe: eu não corrigi ainda! MAs tem teeempo... Menos essa semana que nem sei o que vou fazer já que terei que sair da UFRJ só depois das 16h pra lá.
Eu tive umas idéias, depois eu escrevo. Agora irei ver um filme com meu pai. Gosto desses momentos. Então verei Lutero.
:)
Fui para Itaguaí, a cidade do Alienista. É engraçado que desde pequenina sempre ia pra lá, contudo a cidade nada mudou. Tenho impressão que ela fora congelada no tempo em algum ano desses aí e as pessoas vão vivendo pensando estar correndo o tempo.
O caso é que eu não conseguia a princípio me concentrar pra estudar. Sentia falta da minha caminha, da minha bagunça... Mas fui obrigada mesmo a estudar os mais de 8 textos da prova de reading pra amanhã. Esta professora me lembra mto o antigo professor de reading (nem preciso citar nomes né), teria uma fôrma pra sair todos em série?
Agora o que está me deixando feliz é o fato do Hermes está indo pra frente. Até o prof. respondeu e-mail. E sabe que esses profs responder e-mail é algo... E o Tiago é sempre muito dedicado a tudo, isso é uma ótima característica, embora ele seja chato :P (brincadeiira). Só que me perdi no meio de todo o meio. Mas ando refletindo sobre o ensino da gramática normativa no Brasil mais e mais... Será que sai cachorro desse mato?! Vejamos...
OUtra frente que abri foi com a Análise do Discurso, mandei e-mail pra antiga orientadora em POA e ela foi super receptiva e pediu para que eu mandasse meu trabalho corrigido pra ela sim. Detalhe: eu não corrigi ainda! MAs tem teeempo... Menos essa semana que nem sei o que vou fazer já que terei que sair da UFRJ só depois das 16h pra lá.
Eu tive umas idéias, depois eu escrevo. Agora irei ver um filme com meu pai. Gosto desses momentos. Então verei Lutero.
:)
sexta-feira, 22 de abril de 2005
Liberdade ainda que tardia!
Este é meu lado mineiro falando alto :)

Esta é a minha bandeira predileta, e ainda tem latim! Creio que tenho um pouco de recalque por não ter nascido mineira (que meu pai não veja isso pq ele já é muito convencido). Não que eu não goste de ser a GaRoTa_CaRiOcA (que de carioca tem mais o nascimento mesmo), mas que eu tenho uma forte influência desse lado da família.
E hoje, feriado da Inconfidência Mineira, (na verdade já é o outro dia, detalhe), que nos faz também enforcar a 6ªfeira por conta do enforcamento dos outros... Tiradentes, grande mineiro, e o mercenário delator tb era ¬¬
Por isso que eu digo: antes de carioca, catarinense, mineira ou gaúcha procuro ser uma boa pessoa para aqueles que estão ao meu redor Embora nem sempre eu tenha sucesso ao fazê-lo, a maior parte do tempo funciona. :) Caráter não se mede de acordo com o lugar que vc vem (embora algumas pessoas o achem :P). Mas continuo adorando a bandeira mineira...
Uma vez eu vi uma camiseta com a bandeira, quase perguntei pra moça onde ela tinha comprado ahahaha Só não o fiz pq meu pai me tranquilizou dizendo que 'vende por aí'. Não achei até hj :/
:)

Esta é a minha bandeira predileta, e ainda tem latim! Creio que tenho um pouco de recalque por não ter nascido mineira (que meu pai não veja isso pq ele já é muito convencido). Não que eu não goste de ser a GaRoTa_CaRiOcA (que de carioca tem mais o nascimento mesmo), mas que eu tenho uma forte influência desse lado da família.
E hoje, feriado da Inconfidência Mineira, (na verdade já é o outro dia, detalhe), que nos faz também enforcar a 6ªfeira por conta do enforcamento dos outros... Tiradentes, grande mineiro, e o mercenário delator tb era ¬¬
Por isso que eu digo: antes de carioca, catarinense, mineira ou gaúcha procuro ser uma boa pessoa para aqueles que estão ao meu redor Embora nem sempre eu tenha sucesso ao fazê-lo, a maior parte do tempo funciona. :) Caráter não se mede de acordo com o lugar que vc vem (embora algumas pessoas o achem :P). Mas continuo adorando a bandeira mineira...
Uma vez eu vi uma camiseta com a bandeira, quase perguntei pra moça onde ela tinha comprado ahahaha Só não o fiz pq meu pai me tranquilizou dizendo que 'vende por aí'. Não achei até hj :/
:)
terça-feira, 19 de abril de 2005
Por que?
Por que nascemos pra amar se vamos morrer?
Por que morrer se amamos?
Por que falta sentindo ao sentindo de viver, amar e morrer?
Carlos Drummond de Andrade
- Desde a 5ª série gosto do versinho...
Por que morrer se amamos?
Por que falta sentindo ao sentindo de viver, amar e morrer?
Carlos Drummond de Andrade
- Desde a 5ª série gosto do versinho...
Nem tão distraída
Surpreendi comigo mesmo neste dia corrente. O caso é que fiz tudo que tinha pra fazer, sem me esquecer de nada, desde coisas de maior importância até trivialidades. E comprei sonho! HUmMmMmMm Como eu gosto de doce!
Acabei me inscrevendo para o seminário 'As questões da arte' (R$5,00 só), com direito a minicurso relacionado com hermenéutica!
Olha só o que recebi por e-mail: - Governo vota pelo fim do 13º salário (http://www.quatrocantos.com/lendas/91_artigo_618_clt.htm)
Era o que faltava!!!!
E na faculdade estão começando a achar que estou tendo um caso com alguém na biblioteca, afinal qualquer tempo livre vou pra lá! Peguei 3 livrinhos referents a língua portuguesa pra me divertir nesse feriado, além dos 2 que tenho que ler para fazer fichamento (que já descobri que não tem relação com aquele que a Profa. Jane ensinou) e resenha.
Algo interessante que sucedeu foi que um colega meu (que se torna um amigo já) que é muito católico, primeiro me diz ao se despedir de mim na biblioteca 'Fica com Deus hein Fabíola, eu sei que vc é católica... e cuida essas teorias que acabam massificando a cabeça da gente." (algo assim). Aí fique pensando 'nem sabe ele que na verdade não sou tão mais católica filosoficamente falando...' e fui pensando no assunto. Depois o encontrei novamente e ele me questiona 'pq vc não participa mais da igreja?' - Aí consegui a proesa de, com meus reles argumentos, convence-lo que eu não frequentava agora a Igreja não por desdém de estudando ocupado, ou pelas teorias estarem me influenciando taaanto alienatoriamente assim. A questão é que eu pensei que podendo manter meu equilíbrio com as filosofias que simpatizo; pra que determinadas 'regras' tangenciando minha vida? Sou a favor primeiramente da LIBERDADE: quer ser católico?! Vai... Quer se converter à fé islâmica? Pq não?! O povo é 'livre', contudo não poderei mesmo é de deixar de criticar algo que enxergar de não adequado na minha visão 'garota de apartamento filosófica'. Acabei mesmo vestiindo a camisa de 'panteísta' que o Tiago mencionou que eu fosse.
Fui, sou, serei... só não quero estar limitada a uma só visão toda minha existência!
Agora tentarei continuar o tagging, isso se meu idolatrado priminho o permitir! Crianças... são algo, como me distraem!
:)
Acabei me inscrevendo para o seminário 'As questões da arte' (R$5,00 só), com direito a minicurso relacionado com hermenéutica!
Olha só o que recebi por e-mail: - Governo vota pelo fim do 13º salário (http://www.quatrocantos.com/lendas/91_artigo_618_clt.htm)
Era o que faltava!!!!
E na faculdade estão começando a achar que estou tendo um caso com alguém na biblioteca, afinal qualquer tempo livre vou pra lá! Peguei 3 livrinhos referents a língua portuguesa pra me divertir nesse feriado, além dos 2 que tenho que ler para fazer fichamento (que já descobri que não tem relação com aquele que a Profa. Jane ensinou) e resenha.
Algo interessante que sucedeu foi que um colega meu (que se torna um amigo já) que é muito católico, primeiro me diz ao se despedir de mim na biblioteca 'Fica com Deus hein Fabíola, eu sei que vc é católica... e cuida essas teorias que acabam massificando a cabeça da gente." (algo assim). Aí fique pensando 'nem sabe ele que na verdade não sou tão mais católica filosoficamente falando...' e fui pensando no assunto. Depois o encontrei novamente e ele me questiona 'pq vc não participa mais da igreja?' - Aí consegui a proesa de, com meus reles argumentos, convence-lo que eu não frequentava agora a Igreja não por desdém de estudando ocupado, ou pelas teorias estarem me influenciando taaanto alienatoriamente assim. A questão é que eu pensei que podendo manter meu equilíbrio com as filosofias que simpatizo; pra que determinadas 'regras' tangenciando minha vida? Sou a favor primeiramente da LIBERDADE: quer ser católico?! Vai... Quer se converter à fé islâmica? Pq não?! O povo é 'livre', contudo não poderei mesmo é de deixar de criticar algo que enxergar de não adequado na minha visão 'garota de apartamento filosófica'. Acabei mesmo vestiindo a camisa de 'panteísta' que o Tiago mencionou que eu fosse.
Fui, sou, serei... só não quero estar limitada a uma só visão toda minha existência!
Agora tentarei continuar o tagging, isso se meu idolatrado priminho o permitir! Crianças... são algo, como me distraem!
:)
segunda-feira, 18 de abril de 2005
domingo, 17 de abril de 2005
Passando roupa
Depois de uns anos, diria eu, fui compelida neste domingo de manhã a passar um punhado de roupa. Não diria que tenha sido necessariamente precionada pela minha mão, mas sim pela minha consciência.
Isso depois de ouvir da minha ilustríssima irmão "essa aí tem 20 anos e não faz nada". Primeiramente, não tenho 20 anos!!! E depois, eu faço sim. Quando eu tinha a idade dela (lá meus 13 anos), lavava louça ao menos um vez ao dia e sempre passava um punhado de roupa (por insistência minha). Parei de fazê-lo por notar o favorecimento dado a minha queridíssima irmão que nunca fez NADA.
Mas pensa bem, como é bom ser irmão mais novo: vc reclama que o mais velho não faz nada (sendo desculpa para vc agir igual) quando na verdade o mais velho quando tinha sua idade fazia o dobro de coisas que vc.
A solução seria ser filho único?
Diria que se eu fosse filha única trabalharia mais nos afazeres domésticos. Talvez isso seja uma mera desculpa. Mas ao ver que alguém poderia muito bem dividir tarefas com vc, contudo vc faz tudo sozinha... é difícil animar!!!
Agora falando do simples fato de 'passar roupa', como eu gosto de fazê-lo. Passando roupa o meu cérebro se desconecta do mundo real (não nego que às vezes surgiu alguma peça acidentalmente queimada), contudo o mundo de imaginação/reflexão que se faz é sem limites. Pensa-se em tudo o que aconteceu, ou não, no livro que leu, onde se está morando, onde morou, as situações engraçadas de algum dia aleatório, na vida, na falta de vida, no imprevisível... Há um leque de opções, a riqueza de pensamento toma conta.
No entando sei que a grande maioria esmagadora das pessoas não gostam de passar roupa justamente por ocupar taaanto tempo e no final parece que não se aproveita nada daquilo. Já pra mim, passar roupa é estar quieta sem a chance de ninguém encomodar dizendo 'faz isso ou aquilo', pois já estou fazendo algo. E algo muito mais além esta-se tramando em minha mente :) (planos pra dominar o muuuuundo) :P
:)
Isso depois de ouvir da minha ilustríssima irmão "essa aí tem 20 anos e não faz nada". Primeiramente, não tenho 20 anos!!! E depois, eu faço sim. Quando eu tinha a idade dela (lá meus 13 anos), lavava louça ao menos um vez ao dia e sempre passava um punhado de roupa (por insistência minha). Parei de fazê-lo por notar o favorecimento dado a minha queridíssima irmão que nunca fez NADA.
Mas pensa bem, como é bom ser irmão mais novo: vc reclama que o mais velho não faz nada (sendo desculpa para vc agir igual) quando na verdade o mais velho quando tinha sua idade fazia o dobro de coisas que vc.
A solução seria ser filho único?
Diria que se eu fosse filha única trabalharia mais nos afazeres domésticos. Talvez isso seja uma mera desculpa. Mas ao ver que alguém poderia muito bem dividir tarefas com vc, contudo vc faz tudo sozinha... é difícil animar!!!
Agora falando do simples fato de 'passar roupa', como eu gosto de fazê-lo. Passando roupa o meu cérebro se desconecta do mundo real (não nego que às vezes surgiu alguma peça acidentalmente queimada), contudo o mundo de imaginação/reflexão que se faz é sem limites. Pensa-se em tudo o que aconteceu, ou não, no livro que leu, onde se está morando, onde morou, as situações engraçadas de algum dia aleatório, na vida, na falta de vida, no imprevisível... Há um leque de opções, a riqueza de pensamento toma conta.
No entando sei que a grande maioria esmagadora das pessoas não gostam de passar roupa justamente por ocupar taaanto tempo e no final parece que não se aproveita nada daquilo. Já pra mim, passar roupa é estar quieta sem a chance de ninguém encomodar dizendo 'faz isso ou aquilo', pois já estou fazendo algo. E algo muito mais além esta-se tramando em minha mente :) (planos pra dominar o muuuuundo) :P
:)
sexta-feira, 15 de abril de 2005
Repara-se
Que tenho postado todos os dias...
Esse blog virou um diário de bordo não da minha vida em si, mas dos pensamentos que a acomentem.
Ah, Italianho! vais notar que tirei a figura do ônibus com o tal sobrenome, nada pessoal... Mas também dei um revisada, cortei e adicionei algo ao post abaixo.
Uma boa foi hoje lá na saída da UFRJ, vejo um guri sentando com uma mateira tomando chimas... O que eu fiz?! Fui lá perguntar "és gaúcho né". Aí falei que eu tomava tb, só que não levava pra faculdade. Ele tinha muiiito do sotaque (não sei pq, mas sempre qdo vou embora de um lugar o sotaque me faz falta) e fazia computação, estava ali esperando o irmão dele que faz árabe. Me ofereceu chimas, não cheguei a tomar pq tinha q correr pra pegar o ÔNIBUS! Perguntei de onde ele era, de Pelotas... vê que mundo é esse quase que pequeno! Desconfiei que ele era de algum lugar próximo a RIo Grande quando ele disse 'pois é, a gente leva chimarrão até pra praia', lembrei do Cassino né! E no último churras da turma que fui e levei minha mateira :P
Olha, não vai demorar muito e eu vou levar minha mateira pra UFRJ :P O problema é a condução até lá, se eu pegasse um só ônibus seria melhor. No entanto mais cedo ou mais tarde esse dia vai chegar :D
Como eu não sou peçonhenta não perguntei nem o nome do guri nem nada, viu só como seu comportada gente?! E distraída tb, isso sim! Não custava perguntar um nome! E eu me lembrei???
Outra coisa boa é que estou gostando de conhecer o povo das minhas turmas, principalmente do 2ª período que tenho mais aulas. O ser humano em sua diversidade é algo incrível que tem de ser explorado do lado positivo.
Mais um última, andei dando uma olhada nos posts passados da Lizi e do Italiano. Acredita que me esqueci do significado de 'mamihlapinatapei'? :( Acredita que eu fiquei realmente comovida com certas coisas que falaram referente a minha pessoa, além de embevecida com posts criativos a cara dessa duas criaturas. Explica-se a minha invasão no passado pq eu não acompanhei o início dos blogs, estava sem internet.
Pode-se ressaltar ali no início do blog do Italiano aquela voz que precisava afirmar o pq e a utilidade do blog. Creio que farei um trabalho sobre isso em língua inglesa 'blog or no not to blog' :)
ai ai estou extremamente saudosista, cheguei a me imaginar andando dentre as 'pilaxtrax da fug', recordando o tempo de cantoria, discussao, de fazer 'coxquinha' no italianinho ou simplesmente de ir defilando de paxta rosa com a patuléia.
Seria tudo aquilo real?
Se foi sonho, foi um da melhor qualidade!
Se foi real, só tenho que agradecer pela possibilidade de vida e de ter visto elefantes brancos no laguinho!
eh, 'és responsável pelo que cativas' é a frase do 'Pequeno Principe' que tantas vezes foi-me repetida. Eu só não imaginava que essa responsabilidade cairia em dobro sobre mim mesma.
Chega de falar e falar...
Agora é uma flor aquática que tem meu nome :)

Esse blog virou um diário de bordo não da minha vida em si, mas dos pensamentos que a acomentem.
Ah, Italianho! vais notar que tirei a figura do ônibus com o tal sobrenome, nada pessoal... Mas também dei um revisada, cortei e adicionei algo ao post abaixo.
Uma boa foi hoje lá na saída da UFRJ, vejo um guri sentando com uma mateira tomando chimas... O que eu fiz?! Fui lá perguntar "és gaúcho né". Aí falei que eu tomava tb, só que não levava pra faculdade. Ele tinha muiiito do sotaque (não sei pq, mas sempre qdo vou embora de um lugar o sotaque me faz falta) e fazia computação, estava ali esperando o irmão dele que faz árabe. Me ofereceu chimas, não cheguei a tomar pq tinha q correr pra pegar o ÔNIBUS! Perguntei de onde ele era, de Pelotas... vê que mundo é esse quase que pequeno! Desconfiei que ele era de algum lugar próximo a RIo Grande quando ele disse 'pois é, a gente leva chimarrão até pra praia', lembrei do Cassino né! E no último churras da turma que fui e levei minha mateira :P
Olha, não vai demorar muito e eu vou levar minha mateira pra UFRJ :P O problema é a condução até lá, se eu pegasse um só ônibus seria melhor. No entanto mais cedo ou mais tarde esse dia vai chegar :D
Como eu não sou peçonhenta não perguntei nem o nome do guri nem nada, viu só como seu comportada gente?! E distraída tb, isso sim! Não custava perguntar um nome! E eu me lembrei???
Outra coisa boa é que estou gostando de conhecer o povo das minhas turmas, principalmente do 2ª período que tenho mais aulas. O ser humano em sua diversidade é algo incrível que tem de ser explorado do lado positivo.
Mais um última, andei dando uma olhada nos posts passados da Lizi e do Italiano. Acredita que me esqueci do significado de 'mamihlapinatapei'? :( Acredita que eu fiquei realmente comovida com certas coisas que falaram referente a minha pessoa, além de embevecida com posts criativos a cara dessa duas criaturas. Explica-se a minha invasão no passado pq eu não acompanhei o início dos blogs, estava sem internet.
Pode-se ressaltar ali no início do blog do Italiano aquela voz que precisava afirmar o pq e a utilidade do blog. Creio que farei um trabalho sobre isso em língua inglesa 'blog or no not to blog' :)
ai ai estou extremamente saudosista, cheguei a me imaginar andando dentre as 'pilaxtrax da fug', recordando o tempo de cantoria, discussao, de fazer 'coxquinha' no italianinho ou simplesmente de ir defilando de paxta rosa com a patuléia.
Seria tudo aquilo real?
Se foi sonho, foi um da melhor qualidade!
Se foi real, só tenho que agradecer pela possibilidade de vida e de ter visto elefantes brancos no laguinho!
eh, 'és responsável pelo que cativas' é a frase do 'Pequeno Principe' que tantas vezes foi-me repetida. Eu só não imaginava que essa responsabilidade cairia em dobro sobre mim mesma.
Chega de falar e falar...
Agora é uma flor aquática que tem meu nome :)

O ônibus nosso de cada dia!
Inspirada no incrível post da minha filha Dani falando sobre um causo no ônibus do vilarejo que comecei a pensar em coisas interessantes ou não que se passam comigo tanto no 143M ou 152M da Maua pra Niterói, ou no 998 da 1001 pro Fundão.
O primeiro ônibus pego ainda cedin, 6h da manhã. De vez enquando com ar, às vezes é só o ar da janelinha mesmo :P Neste aí aconteceu esses dias algo engraçado que foi quando um guri saltou comigo no 'moinhos' em Niterói e na hora de atravessar a rua ficava olhando de uma maneira 'vem cá, te conheço?'. Nos outros dias da semana também pegamos ônibus juntos, ou então ele estava num bus que vinha junto com o meu. Tem tb um outro guri que vejo todo o dia quase que faz UFRJ e vai nesse bus comigo; teve um dia que chegou o 998 e faltou ele passar por cima de mim. Quando foi outro dia ele até me fala 'pode passar'; pensando eu que era educação (pq o bus tva lotado), era na verdade pra ele ficar ali na porta e eu pendurada lá depois da roleta ¬¬
Já bus pra faculdade ultimamente tá o caos! Isso pq o outro ônibus chamado 'frescão' que eu pegava não para mais quando já tem todo mundo sentado(recomendação da empresa pq ele é daqueles de viagem) :/ Não tenho escolha, tenho que sofre esmagada no ônibus LOTADO. Contudo desenvolvi uma grande técnica pra fazer a pessoa sentada segurar minha mochila: entro com ela de um lado do braço e passo para o outro lado pela frente, fazendo com que a pessoa não seja indiferente à mochila, funciona mesmo!
Passo a ponto Rio-Niterói toda em pé, quando chega na Av. Brasil geralmente eu sento, mas aí já tá chegando no Fundão.
O melhor é que agora nem me dá vontade de desmaiar mais nos ônibus, nenhum achaque ou chiliques, que bueno! E ainda desenvolvi incríveis técnicas de como se dormir em pé. Não tem dia que passe na ponte acordada. Se bem que a vista é algo incrível, poética até.
Na volta eu vou curtindo a poesia escutando música, sentadinha e com os olhinhos fechados quase que dormindo pra descansar. E quando chego em Niterói pego um microônibus que vai pra 'Mutuapira' (sei lá onde fica isso), só sei que é muuuiiito rápido, os motoristas só andam voando, possibilitando minha chegada mais breve em casa, pq a essa altura já são umas 14:30 e eu tô com fome!
De novo hoje que aconteceu foi que acabei indo (propositalmente) no ponto final do Mauá pra voltar pra São Gonçalo. Perdida que sou contei com uma guia, uma nova colega muito gentil por sinal que me levou até dentro da rodoviária :P
---
Agora eu tenho que ler ler e ler, além de fazer a prova de Latim e estudar pras outras provas da semana e ainda fazer uns 'tagging' do hermes pra treinar :D
Em fonéticas eu tenho novidades, mas deixo pra depois :PP
Ai, minha vida! Tô lerdinha hoje (a Sasa diria 'só hoje??!?!?!?')
Saudade da minha patuléia! :)
O primeiro ônibus pego ainda cedin, 6h da manhã. De vez enquando com ar, às vezes é só o ar da janelinha mesmo :P Neste aí aconteceu esses dias algo engraçado que foi quando um guri saltou comigo no 'moinhos' em Niterói e na hora de atravessar a rua ficava olhando de uma maneira 'vem cá, te conheço?'. Nos outros dias da semana também pegamos ônibus juntos, ou então ele estava num bus que vinha junto com o meu. Tem tb um outro guri que vejo todo o dia quase que faz UFRJ e vai nesse bus comigo; teve um dia que chegou o 998 e faltou ele passar por cima de mim. Quando foi outro dia ele até me fala 'pode passar'; pensando eu que era educação (pq o bus tva lotado), era na verdade pra ele ficar ali na porta e eu pendurada lá depois da roleta ¬¬
Já bus pra faculdade ultimamente tá o caos! Isso pq o outro ônibus chamado 'frescão' que eu pegava não para mais quando já tem todo mundo sentado(recomendação da empresa pq ele é daqueles de viagem) :/ Não tenho escolha, tenho que sofre esmagada no ônibus LOTADO. Contudo desenvolvi uma grande técnica pra fazer a pessoa sentada segurar minha mochila: entro com ela de um lado do braço e passo para o outro lado pela frente, fazendo com que a pessoa não seja indiferente à mochila, funciona mesmo!
Passo a ponto Rio-Niterói toda em pé, quando chega na Av. Brasil geralmente eu sento, mas aí já tá chegando no Fundão.
O melhor é que agora nem me dá vontade de desmaiar mais nos ônibus, nenhum achaque ou chiliques, que bueno! E ainda desenvolvi incríveis técnicas de como se dormir em pé. Não tem dia que passe na ponte acordada. Se bem que a vista é algo incrível, poética até.
Na volta eu vou curtindo a poesia escutando música, sentadinha e com os olhinhos fechados quase que dormindo pra descansar. E quando chego em Niterói pego um microônibus que vai pra 'Mutuapira' (sei lá onde fica isso), só sei que é muuuiiito rápido, os motoristas só andam voando, possibilitando minha chegada mais breve em casa, pq a essa altura já são umas 14:30 e eu tô com fome!
De novo hoje que aconteceu foi que acabei indo (propositalmente) no ponto final do Mauá pra voltar pra São Gonçalo. Perdida que sou contei com uma guia, uma nova colega muito gentil por sinal que me levou até dentro da rodoviária :P
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Agora eu tenho que ler ler e ler, além de fazer a prova de Latim e estudar pras outras provas da semana e ainda fazer uns 'tagging' do hermes pra treinar :D
Em fonéticas eu tenho novidades, mas deixo pra depois :PP
Ai, minha vida! Tô lerdinha hoje (a Sasa diria 'só hoje??!?!?!?')
Saudade da minha patuléia! :)
quinta-feira, 14 de abril de 2005
Instante poético
É este o assunto das minhas atuais aulas de Teoria Literária. E como o Italiano comentou que quem é ele pra julgar a poética dos outros (perdoe se não foi esse o sentido de sua frase Italianinho), resolvi comentar aqui a série de atribulações que passam no meu cérebro em relação a este assunto.
Diz-se no texto do Bachelar que o instante poético é algo que vem da união do tempo horizontal (seria aquele próximo da nossa realidade) com o vertical (o eixo do delírio). O vertical teria que se elevar para acontecer o tal instante. Mas a questão vai muito mais afundo que um gráfico. E eu não entendi esse treco aí mesmo...
Por que às vezes lemos uma poesia que pra gente faz tanto sentido e tem tantos instantes poéticos e outras pessoas simplesmente acham a mesma um lixo? Alguns de nós tentam até usar da poesia pra comunicar algo e outros tentam sempre analisá-la a fundo.
Em relação ao instante poético o professor falou que cada um encontra na poesia seu instante, contudo tem certas poesias que são quase unânimes esses instantes, enquanto outras... E depende também do momento em que vc a lê. Muitas vezes não temos paciência nem pra encontrar algo de poético em Fernando Pessoa tamanha a falta de 'time' pra poética.
Pra aqueles, que assim como eu, continuam escrevendo algo naquela tal forma de poema tentando encontrar algum 'instante poético' dentro de si, segue a fuga do trivial pra encontrar na subjetividade munição contra a falta da poética. Quando escrevo algo com ou sem métrica eu só tento comunicar a idéia em uma ordem diferente. A poesia possibilita o fim no começo, o meio no fim... A poesia aceita uma liberdade de expressão embora presa à forma.
Já sobre os analíticos (também posso me incluir neste grupo), o professor falou algo interessante, que ao se tentar entender a poesia que acabou de ler aí já se elimina o entendimento, vc não leu, não houve instante poético, a poesia não exerceu seu papel na consciência do indivíduo. Aí defino como: o instante se dá como se o inexplicável fizesse algum sentido naquelas linhas.
Pode-se abrir um outro parêntes também relacionado com o que li numa revista (creio que tenha sido Super Interessante), que o poeta seja aquele que consiga unir o lado da emoção com a razão. Um exemplo, não é comum quando estamos apaixonados falar 'te amo tanto e não sei nem como expressar tanto amor', aí entra o poeta dizendo o que a pessoa não consegue dizer :D Achei legal isso.
E falando em amor, um último parentêses: quando se diz "te amo tanto e não sei porquê". Claro que tem-se lá alguns motivos óbvios, contudo o 'amo tanto' tantas vezes não se explica, pq se fosse explicável talvez não fosse tanto amor. Esse pensamento também foi da aula de Teo. Lit. ahahah
--
Que miscelânia essa post... Começo falando de um coisa, termino com outra. Também, não é redação pra vestibular mesmo :P Se fosse estaria arriscada a tirar 22,5 novamente ¬¬
Ai gente, eu tô pensando tanta coisa. Não consigo organizar isso.
Diz-se no texto do Bachelar que o instante poético é algo que vem da união do tempo horizontal (seria aquele próximo da nossa realidade) com o vertical (o eixo do delírio). O vertical teria que se elevar para acontecer o tal instante. Mas a questão vai muito mais afundo que um gráfico. E eu não entendi esse treco aí mesmo...
Por que às vezes lemos uma poesia que pra gente faz tanto sentido e tem tantos instantes poéticos e outras pessoas simplesmente acham a mesma um lixo? Alguns de nós tentam até usar da poesia pra comunicar algo e outros tentam sempre analisá-la a fundo.
Em relação ao instante poético o professor falou que cada um encontra na poesia seu instante, contudo tem certas poesias que são quase unânimes esses instantes, enquanto outras... E depende também do momento em que vc a lê. Muitas vezes não temos paciência nem pra encontrar algo de poético em Fernando Pessoa tamanha a falta de 'time' pra poética.
Pra aqueles, que assim como eu, continuam escrevendo algo naquela tal forma de poema tentando encontrar algum 'instante poético' dentro de si, segue a fuga do trivial pra encontrar na subjetividade munição contra a falta da poética. Quando escrevo algo com ou sem métrica eu só tento comunicar a idéia em uma ordem diferente. A poesia possibilita o fim no começo, o meio no fim... A poesia aceita uma liberdade de expressão embora presa à forma.
Já sobre os analíticos (também posso me incluir neste grupo), o professor falou algo interessante, que ao se tentar entender a poesia que acabou de ler aí já se elimina o entendimento, vc não leu, não houve instante poético, a poesia não exerceu seu papel na consciência do indivíduo. Aí defino como: o instante se dá como se o inexplicável fizesse algum sentido naquelas linhas.
Pode-se abrir um outro parêntes também relacionado com o que li numa revista (creio que tenha sido Super Interessante), que o poeta seja aquele que consiga unir o lado da emoção com a razão. Um exemplo, não é comum quando estamos apaixonados falar 'te amo tanto e não sei nem como expressar tanto amor', aí entra o poeta dizendo o que a pessoa não consegue dizer :D Achei legal isso.
E falando em amor, um último parentêses: quando se diz "te amo tanto e não sei porquê". Claro que tem-se lá alguns motivos óbvios, contudo o 'amo tanto' tantas vezes não se explica, pq se fosse explicável talvez não fosse tanto amor. Esse pensamento também foi da aula de Teo. Lit. ahahah
--
Que miscelânia essa post... Começo falando de um coisa, termino com outra. Também, não é redação pra vestibular mesmo :P Se fosse estaria arriscada a tirar 22,5 novamente ¬¬
Ai gente, eu tô pensando tanta coisa. Não consigo organizar isso.
quarta-feira, 13 de abril de 2005
Sobre marasmo...
Senta a alma amigo!
Do que adianta
Fazer chegar domingo
Se a aurora já debanda?
Com o cheiro da terra
A pressa cai como chuva
E com a busca faz trégua,
O suor se perde na curva...
O trabalho pra que sofre?
Já não sei responder amigo...
Sei que o mundo inteiro percorre
Almejando pra si abrigo.
Do que adianta
Fazer chegar domingo
Se a aurora já debanda?
Com o cheiro da terra
A pressa cai como chuva
E com a busca faz trégua,
O suor se perde na curva...
O trabalho pra que sofre?
Já não sei responder amigo...
Sei que o mundo inteiro percorre
Almejando pra si abrigo.
Não é uma boa mistura!
Me refiro a macarrão a alho e óleo e mais filé de peixe. Gosto de ambos, mas bem separados. Aí aparece um dizendo "melhor do que não ter o comer". Indubitalvelmente, mas não é nada positivo ter o que comer só que aproveitado de maneira não muito adequada.
De cozinha eu sei fazer miojo (quem não souber se joga da ponte), fritar em geral (carne, frango, hamburger :P), embora tenha feito algum estrago no passado. Sei quase fazer arroz, é que sempre me esqueço (de tanto que não faço). Nunca me arrisquei a fazer um bolo básico de chocolate ou brigadeiro. Creio eu não ter mesmo inclinação para esse negócio.
---
Mudando de alhos pra bugalhos, hj tive uma grande surpresa enquanto estava de penetra da aula do Inglês 1 esperando passar um tempo para ir pra minha aula no Inglês 2: eis que adentra na sala uma pessoa que conhecia de Rio Grande. Ela fez natação comigo, emprestei meu matérial de cursinho pra ela estudar em casa pra fazer o vestibular pra letras na FURG (ano passado isso), bordei uma toalhinha pra filha dela que nasceu no meio do ano passado. Você vê, o marido dela foi transferido para o Rio e ela veio para a UFRJ também.
Aí é onde assinalo outra coisa que não combina: Fabíola e informação. Depois de ajudar a Patrícia com a qustão das aulas de Língua Portuguesa, empresto a apostila pra ela tirar xerox e peço pra me devolver na aula de Lingüística. Detalhe: não tive Lingüística hoje. Bem, amanhã eu a encontro pelos corredores.
:P
E agora uma boa mistura: Fabíola e fonética (ao menos estou estudando para que seja ahahaha)
De cozinha eu sei fazer miojo (quem não souber se joga da ponte), fritar em geral (carne, frango, hamburger :P), embora tenha feito algum estrago no passado. Sei quase fazer arroz, é que sempre me esqueço (de tanto que não faço). Nunca me arrisquei a fazer um bolo básico de chocolate ou brigadeiro. Creio eu não ter mesmo inclinação para esse negócio.
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Mudando de alhos pra bugalhos, hj tive uma grande surpresa enquanto estava de penetra da aula do Inglês 1 esperando passar um tempo para ir pra minha aula no Inglês 2: eis que adentra na sala uma pessoa que conhecia de Rio Grande. Ela fez natação comigo, emprestei meu matérial de cursinho pra ela estudar em casa pra fazer o vestibular pra letras na FURG (ano passado isso), bordei uma toalhinha pra filha dela que nasceu no meio do ano passado. Você vê, o marido dela foi transferido para o Rio e ela veio para a UFRJ também.
Aí é onde assinalo outra coisa que não combina: Fabíola e informação. Depois de ajudar a Patrícia com a qustão das aulas de Língua Portuguesa, empresto a apostila pra ela tirar xerox e peço pra me devolver na aula de Lingüística. Detalhe: não tive Lingüística hoje. Bem, amanhã eu a encontro pelos corredores.
:P
E agora uma boa mistura: Fabíola e fonética (ao menos estou estudando para que seja ahahaha)
terça-feira, 12 de abril de 2005
Nacionalismo e Fé
Esses foram um dos últimos assuntos do blog do Italiano e do HoBBiNHo respectivamente. O que me chama atenção é que são ambos assuntos tão complicados de transcorrer tamanha subjetividade que podemos encontrar em cada um dos tópicos e também o fato de eu descordar de ambas as personas aí citadas :P
Falando em relação ao ‘nacionalismo’, o Italian boy falou do sentimento de patriotismo ultrapassado que impera em nosso país por influência de regimes totalitaristas e da rede televisiva. Não se pode negar que há resquício muito forte dos tempos da ditadura onde a Língua Portuguesa era chama de Língua Pátria pode-se notar, daí a pensar que tudo daquela época é negativo há determinada distância. Creio que o povo brasileiro é diferente do europeu (completamente), inclusive no que se diz respeito a como cultuar seu país.
Se cantar hino nacional é brega, para que serve então? E ainda tem a propaganda “sou brasileiro e não desisto nunca”, já entra um pouco da ‘fé’ de que tudo pode melhorar. Obviamente nada cai do céu, contudo injetando um pouco de otimismo pode-se lá mover um país mais confiante.
Já a ‘fé’ e povo brasileiro são praticamente sinônimos. E ter fé seria mesmo fraqueza e atestado de covardia? Creio que um pouco de fé é sempre necessária. Tenho fé de que amanhã meu dia será agradável. Creio também que Deus está intrínseco no cotidiano e não em distantes catedrais esplendorosas. Na minha fé não é um discurso de pastor que vai me devolver o equilíbrio, e sim todo um processo psíquico de mim para mim mesma.
Quando digo que o humano tem a necessidade de se agarrar na fé, isso não pode se considerar o erro. Erro é o descaso há milênios das classes que detém o capital (li Marx hein :P) em relação as camadas populares. E seja lá de que classe for as pessoas têm a necessidade de explicar o inexplicável com teorias mais inexplicáveis ainda. Daí os mitos, lendas e religiões.
O absurdo de tudo é brigar, matar, morrer e cuspir na cara do próximo por um pedaço de bandeira ou por cultuar um “Deus” diferente do seu vizinho. E a letra de ‘Imagine’ já dizia como seria não haver religiões e nem fronteiras... É antes de tudo uma utopia. Nos dividimos em países, estados, cidades, bairros achando sempre que o que vivemos é melhor e a nossa religião a mais coerente e aceitável. A incoerência de tudo isso é que um dia morreremos e depois sabe-se lá se valeu mesmo a pena matar o morrer por nacionalismo e fé.
...
Acredita que fui pensando nesses assuntos hoje pela manhã no ônibus lotado para o Fundão?! E ainda pensei na apatia da nossa juventude pra esses assuntos... Aí já é outro post!
E agora vou dar uma estudada no projeto Hermes :D
Falando em relação ao ‘nacionalismo’, o Italian boy falou do sentimento de patriotismo ultrapassado que impera em nosso país por influência de regimes totalitaristas e da rede televisiva. Não se pode negar que há resquício muito forte dos tempos da ditadura onde a Língua Portuguesa era chama de Língua Pátria pode-se notar, daí a pensar que tudo daquela época é negativo há determinada distância. Creio que o povo brasileiro é diferente do europeu (completamente), inclusive no que se diz respeito a como cultuar seu país.
Se cantar hino nacional é brega, para que serve então? E ainda tem a propaganda “sou brasileiro e não desisto nunca”, já entra um pouco da ‘fé’ de que tudo pode melhorar. Obviamente nada cai do céu, contudo injetando um pouco de otimismo pode-se lá mover um país mais confiante.
Já a ‘fé’ e povo brasileiro são praticamente sinônimos. E ter fé seria mesmo fraqueza e atestado de covardia? Creio que um pouco de fé é sempre necessária. Tenho fé de que amanhã meu dia será agradável. Creio também que Deus está intrínseco no cotidiano e não em distantes catedrais esplendorosas. Na minha fé não é um discurso de pastor que vai me devolver o equilíbrio, e sim todo um processo psíquico de mim para mim mesma.
Quando digo que o humano tem a necessidade de se agarrar na fé, isso não pode se considerar o erro. Erro é o descaso há milênios das classes que detém o capital (li Marx hein :P) em relação as camadas populares. E seja lá de que classe for as pessoas têm a necessidade de explicar o inexplicável com teorias mais inexplicáveis ainda. Daí os mitos, lendas e religiões.
O absurdo de tudo é brigar, matar, morrer e cuspir na cara do próximo por um pedaço de bandeira ou por cultuar um “Deus” diferente do seu vizinho. E a letra de ‘Imagine’ já dizia como seria não haver religiões e nem fronteiras... É antes de tudo uma utopia. Nos dividimos em países, estados, cidades, bairros achando sempre que o que vivemos é melhor e a nossa religião a mais coerente e aceitável. A incoerência de tudo isso é que um dia morreremos e depois sabe-se lá se valeu mesmo a pena matar o morrer por nacionalismo e fé.
...
Acredita que fui pensando nesses assuntos hoje pela manhã no ônibus lotado para o Fundão?! E ainda pensei na apatia da nossa juventude pra esses assuntos... Aí já é outro post!
E agora vou dar uma estudada no projeto Hermes :D
segunda-feira, 11 de abril de 2005
Comentando sobre a vida...
O post abaixo era pra ter sido ontem. Contudo a preguiça e o cansaso não me deixaram. Ontem no mirc o Italiano nem me espera pra contar as novas ¬¬ Ele pergunta e vai embora... e nem volta; é um carcamano mesmo!
Mas falando do que acontece... Hoje eu acordei com uma dor nas costas (ah já sei até o que certas pessoas iriam pensar :P), por conta de ontem na praia com as crianças tentar fazer um 'pirâmide', isto é, com elas subindo no meus ombros. Como não sou a mulher maravilha já viu o resultado: dor.
Hoje também foi um dia transtornante pra pegar ônibus. Parece que todo mundo resolveu pegar o busão cedo. Resultado: atraso!!! Cheguei atrasada na aula de Português. Mal cheguei e a professora já pergunta por mim: "ah tem várias áreas novas na Lingüística como a Análise do Discurso que a Fabíola estava até perguntando, onde está a Fabíola?!" ai ai como tô famosa :P Nesse 1º período aí eu posso me achar mesmo: revendo matéria, facilidade em tudo. Aí tem um guri que vai me chamando de CDF ahahah credo, calma calma, ainda nem viu minhas notas :P
A aula de inglês hj foi O caos pra mim. Pq era pra ter lido o texto, eu li mal e porcamente e mais um resultado: chegou na hora a prof. passou umas questões e era pra explainar sobre sem olhar na apostila. bleh, saiu algo. Mas a parte boa foi a reunião em grupo pra falar sobre o texto. Essas reuniões de grupo da aula de 2ª feira me possibilita entrar em contato com pessoas novas sempre. Conheci mais três figurinhas da aula. Detalhe: todos acham essa aula chata.
Falando em grupo, reestabeleci meu grupo do Seminário de Português. Um grupo de três, é algo. O problema era que um dos guris nunca aparecia. Contudo ele garante que agora não falta mais. Espera-se. E consegui o livro já pra fazer fichamento: 'como falam os brasileiros', gostei pelo título.
Esse blog tá quase 'o diário de uma estudante de letras' :P
Daqui a pouco vou ter que mudar o título!
Até depois que vou postar sobre assuntos vistos em ouutros blogs.
Mas falando do que acontece... Hoje eu acordei com uma dor nas costas (ah já sei até o que certas pessoas iriam pensar :P), por conta de ontem na praia com as crianças tentar fazer um 'pirâmide', isto é, com elas subindo no meus ombros. Como não sou a mulher maravilha já viu o resultado: dor.
Hoje também foi um dia transtornante pra pegar ônibus. Parece que todo mundo resolveu pegar o busão cedo. Resultado: atraso!!! Cheguei atrasada na aula de Português. Mal cheguei e a professora já pergunta por mim: "ah tem várias áreas novas na Lingüística como a Análise do Discurso que a Fabíola estava até perguntando, onde está a Fabíola?!" ai ai como tô famosa :P Nesse 1º período aí eu posso me achar mesmo: revendo matéria, facilidade em tudo. Aí tem um guri que vai me chamando de CDF ahahah credo, calma calma, ainda nem viu minhas notas :P
A aula de inglês hj foi O caos pra mim. Pq era pra ter lido o texto, eu li mal e porcamente e mais um resultado: chegou na hora a prof. passou umas questões e era pra explainar sobre sem olhar na apostila. bleh, saiu algo. Mas a parte boa foi a reunião em grupo pra falar sobre o texto. Essas reuniões de grupo da aula de 2ª feira me possibilita entrar em contato com pessoas novas sempre. Conheci mais três figurinhas da aula. Detalhe: todos acham essa aula chata.
Falando em grupo, reestabeleci meu grupo do Seminário de Português. Um grupo de três, é algo. O problema era que um dos guris nunca aparecia. Contudo ele garante que agora não falta mais. Espera-se. E consegui o livro já pra fazer fichamento: 'como falam os brasileiros', gostei pelo título.
Esse blog tá quase 'o diário de uma estudante de letras' :P
Daqui a pouco vou ter que mudar o título!
Até depois que vou postar sobre assuntos vistos em ouutros blogs.
Final de semana fora de casa
Finalmente saí pra algum passeio útil. Sabe que sou fã do turismo.
Fui com a família passar o final de semana na casa de amigos em São Pedro da Aldeia. De lá fomos para Cabo Frio e Arraial do Cabo.
Para acrescentar da localidade é que São Pedro da Aldeia é uma cidadezinha com pinta de interiorana com seu povo em ritmo pacato; há uma lagoa que costeia a cidade que é banhada em sal (parece água do mar) e tem água transparente, algo que me impressionou sendo uma lagoa.
Já Cabo frio, com seus prédios luxuosos na beira da praia, tem um 'q' de mais comercial, a praia de status. Contudo a água é azul de transparente. A vista do forte que fomos era um verdadeiro deleite. Subir nas pedras e ver as ondas batendo se transforma em um exercício de beleza da natureza.
Em Arraial do Cabo passamos o domingo e foi onde entramos na água. A água também era transparente de dar gosto. A corrente d'água que passava era geladinha e a água muitíssimo salgada (mais que o normal). Subimos uma trilha num morro próximo (não, não era habitado pela malandragem carioca antes que o digam :P) E mais um vez nos deliciamos com a vista que foi a mais maravilhosa até ali. Também pudera, fiz um bom sacrifício subindo sem chinelo, meu pé ficou em frangalhos. Na volta vimos umas tartarugas marinhas perto das pedras, graciosas elas.
São Pedro da Aldeia:

O canhão no centro da cidade -
Diz a lenda que quem senta acaba morando na cidade

A típica igrejinha
Cabo Frio visão aérea:


Fui com a família passar o final de semana na casa de amigos em São Pedro da Aldeia. De lá fomos para Cabo Frio e Arraial do Cabo.
Para acrescentar da localidade é que São Pedro da Aldeia é uma cidadezinha com pinta de interiorana com seu povo em ritmo pacato; há uma lagoa que costeia a cidade que é banhada em sal (parece água do mar) e tem água transparente, algo que me impressionou sendo uma lagoa.
Já Cabo frio, com seus prédios luxuosos na beira da praia, tem um 'q' de mais comercial, a praia de status. Contudo a água é azul de transparente. A vista do forte que fomos era um verdadeiro deleite. Subir nas pedras e ver as ondas batendo se transforma em um exercício de beleza da natureza.
Em Arraial do Cabo passamos o domingo e foi onde entramos na água. A água também era transparente de dar gosto. A corrente d'água que passava era geladinha e a água muitíssimo salgada (mais que o normal). Subimos uma trilha num morro próximo (não, não era habitado pela malandragem carioca antes que o digam :P) E mais um vez nos deliciamos com a vista que foi a mais maravilhosa até ali. Também pudera, fiz um bom sacrifício subindo sem chinelo, meu pé ficou em frangalhos. Na volta vimos umas tartarugas marinhas perto das pedras, graciosas elas.
São Pedro da Aldeia:
O canhão no centro da cidade -
Diz a lenda que quem senta acaba morando na cidade
A típica igrejinha
Cabo Frio visão aérea:

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