quarta-feira, 4 de janeiro de 2006

Nota de pé de página

Sim, do pé da página, afinal é daquelas que não se quer falar, a informação contida a ser escondida leitor, a letra miúda do rótulo informando dos contras do produto. É triste, é depressivo, me custa tanto, no entanto é a realidade: não visitarei os pagos gaúchos essas férias. Leviandade minha até deixar tudo tão claro na mente sem contar com os imprevistos, mas, enfim, contava mesmo em ir dar um bom abraço nos meus aleatórios amigos gaúchos. Creio que o que me custa mais é enxergar que isso é consequência de uma atitude inicial (lá nos meados de 2004/2005) que talvez sendo diferente me renderia mais frutos, pq na floresta cinza até agora colhi nasgas beges da minha complacência. Aii, minha vida... O que fazer da vida? Quando crescer eu quero ser o vento e ir pra qualquer lugar.
Agora toca 'refrão de um bolero' na minha rádio predileta... É, querem acabar com meu coraçãozinho.

Nota do pé do pé da página: fiquei sabendo disso agora mesmo.

4 comentários:

Andréia Pires disse...

puxa, que droga.. :S

Tiago Tresoldi disse...

Sabes que não fiquei surpreso, não é mesmo? Aliás, eu até botaria um "quod demonstrandum est" ("como queria-se demonstrar") nisso tudo...

Pensa bem guria, não fica sentada esperando que o trem pare na última estação. Começo a ter certeza de que remorsos são melhores que arrependimentos...

Lizi disse...

puff puff

Lizi disse...

Jésuis ficô com tantu medu, qui suô suór de sangui!

¬¬