sexta-feira, 30 de outubro de 2009

depressão acadêmica

Com o término do bacharelado vem a dor em parcelas. O que faço agora, depois de 5 anos de pesquisas incabadas e tentando me definir em pesquisas. Nunca fui o que gostaria de ser em termos acadêmicos, a não ser no primeiro ano, quando não sabia o que era ser acadêmico e quebrava importantes etiquetas.

O Italiano me relembrava daquela moça aventureira e sem planos que quer ir pra Angola ensinar português. E eu sei, dentro de mim, que isso é o que eu quero. Junto com milhões de outras pequenas coisas que somam a 'vontade' por coisas boas e engrandecedoras PARA MIM, que nunca acontecem. Como diria Lívia, não nasci para uma vida provinciana. Só que às vezes penso que não nasci pra mim mesma. Nasci pra pensar em outros.

depressão acad^

terça-feira, 27 de outubro de 2009

O Caçador



O filme te conta tudo que você precisa saber rapidamente. O problema é que sabemos demais, e que com isso nossa ansiedade só aumenta. Um dos melhores filme em circuito atualmente, e sem dúvida, um dos melhores filmes da Coréia do Sul. Pitada forte de violência, com medidas de suspense psicológico, e, é claro, O Final.

Gostei também do fatoo de ver problemas sociais coreanos discutidos durante todo o filme, como o diretor mostou o 'cotidiano' coreano de determinado recorte, ressaltou a questão da religiosidade (as pessoas de lá geralmente são cristãs), a tecnologia, o submundo, e até coisas bobas como os ônibus de lá me deixaram com o gosto de 'visitar' a coréia.

Ênfase extrema a digreção do personagem principal, que passar por transformações psicológicas visíveis e que nós acabamos por enxergar a trama através dos olhos e das angústias dele.

Filme imperdível.

O primeiro amor


Geralmente somos bastante centrados em nossos primeiros amores (e principalmente nos últimos) que esquecemos do primeiro amor alheio; pior, que podemos ser o primeiro amor alheio. Digo isto porque, na época de meu terceiro ano de segundo grau, me aproximei de alguns guris do primeiro ano que eram muito fofos. Entre eles, tinha um que sempre gostava de conversar comigo, era filho da minha ex-professora de ciências da sétima série, e, mesmo sem eu perceber claramente na época, fazia tudo para me agradar. O caso é que na minha mente pensava que ele queria mais era o 'status' de ser amigo de alguém do terceiro ano. No entanto, quase 7 anos depois ele finalmente revelou, de forma singela e bonita: você foi meu primeiro amor.

Fiquei chocada, pois primeiro, eu conversava MUITO com ele, logo como não poderia perceber que ele sentiria algo mais. Segundo, ele dizia que tinha uma moça que ele gostava muito, logo eu tentava 'ajudar' no caso. O que não sabia era que a moça era eu mesma! Ele lembra de momentos perdidos no tempo pra mim, como no dia q ele fez um gol numa partida de futebol e me dedicou, de tocar 'fim de tarde com você', do acústicos e valvulados (mesmo odiando acústicos e valvulados), da roupa que eu estava vestida quando me viu certa vez em certo lugar. E eu penso que nunca fiz tanto para impressioná-lo, só fui eu mesma no estado cru da palavra.

Creio que o que mais me impressiona é o poder dele guardar segredo, de aguentar calado e se manter naquele amor platônico sem rumo. Se ele tivesse dito na época, não teria acontecido nada, seria 'mais um gurizinho tentando alguma coisa'. No entando, pelos simples fato de ter conservado essas lembranças num cantinho especial e ter revelado agora, me fez parar e pensar. Pensar no amor dos outros por nós, na admiração, no pouco de carinho que nos vem às vezes de onde nem se imagina.

Uns podem fazer questão de nos excluir, outros nos queriam, nos querem, nos quererão bem, certamente.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Bastardos Inglórios


O filme da semana, com direito a muitos risos.

Na sexta a noite fui no Odeon conferir Bastardos Inglórios. Antes de tudo, por ser um filme de Tarantino, esperava algo de interessante (não pensando em Death Proof). Apesar daquela temática batida (e geralmente politicamente correta) sobre nazismo, o filme supreendeu. Voltado mais a questão de um bom diálogo do que meras cenas chocantes, Tarantino acerta a mão, e mesmo com tantos personagens e diferentes focos ele aprofunda o necessário sobre cada um e nos mostra a complexidade dos sentimentos humanos. Tarantino desafia a história e com esse filme tira os judeus da clássica posição de vítima e os coloca como sujeitos de ação.

Filme longo, mas quando vai chegando ao final fica-se com vontade de ver mais. E no final... Supresa de Tarantino especialmente pra você.

músicas em espanhol

Choveu daquela chuvinha fina. Estava eu voltando de carona esta noite para casa com a minha professora de CAE quando ela coloca o som no carro e diz "não liga, estou romantica". O rapaz do banco da frente diz, 'romantismo é bom'. Eu espero para escutar a música. Era daquelas músicas clássicas em espanhol com letras de arrasar o coração, com muito 'olvido', muito querer, muita paixao. Naquele momento pensei nas músicas em espanhol que dividimos, aquele e eu. Aquele que não é mais daqui do peito, mas que por muito tempo tocou meu âmago com boas letras em espanhol. Isso era tão nosso, e naquele momento só consegui pensar nos momentos do carro, quando sozinhos escutávamos o que se tornava 'nossas' músicas. Lembro dele cantando pra mim, e não penso de forma alguma do que causou o fim, mas sim daquele sentimento que lá atrás nos mantinha juntos. Lembro de "Volver", um corrupção de sentimentos em si mesmo. De decorar músicas inteiras em espanhol só pra agradar, e descobrir que eu adorava isso, e que quando terminasse essa fase eu iria sentir falta. Dividir músicas em espanhol é muita responsabilidade. Elas têm paixão, tem esse encontro de libido, amor eterno e profundo. Sei que o tempo não volta, mas o tempo que passou foi muito bem cantado.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

O questionário - FW



01 - Nome?
Fabíola


02 - Quantidade de velas no teu último aniversário?
24


03 - Tatuagens?
Não


04 - Piercings?
Não


05 - Já foi à África?
Ainda não


6 - Já ficou bêbado?
Talvez :P


07- Já chorou por alguém?
Sim.


08 - Já esteve envolvido em algum acidente de carro?
Não que me lembre


09- Peixe ou carne?
Carne... e peixe!


10 - Música preferida?
As do Belle and Sebastian


11- Cerveja ou Champanhe?
Chop eterno!


12 - Metade cheio ou Metade vazio
metade cheio!


13 - Lençóis de cama lisos ou estampados?
Lisos


14 - Filme preferido?
Chihiro, amelie poulan, little miss sunshine, esses filmes indies aí


15-Flores preferidas?
tulipas vermelhas


16 - Coca-Cola simples ou com gelo?
pode ser fanta uva não....


17 - Quem dos teus amigos vive mais longe?
Junko, no Japão.


18 - Quem você acha que vai responder a esse e-mail mais rápido?
nem sei se vou mandar :P


19- Quantas vezes você deixa tocar o telefone antes de atender?
Naõ deixo tocar mto não

20 - Qual a figura do seu mouse-pad?
naõ tenho mouse pad, tenho nem mouse :(


21 - Pior sentimento do mundo?
difícil essa de elejer um pior. Diria eu que o sentimento de trair a si mesmo.


22 - Melhor sentimento do mundo?
Reconhecer o outro.


23 - Ultima coisa que faz antes de dormir?
Organizo a caminha, abraço o ursinho, coloco na warner e a tv pra desligar em 10 minutos.


24- Qual o primeiro pensamento ao acordar?
Penso no sonho q tive.


25- Qual o último pensamento antes de dormir?
No sonho que posso ter.


26 - Se pudesse ser outra pessoa, quem seria?
Seria uma versão 'melhorada' de mim, com direito a escrever coisas interessantes.


27 - O que você nunca tira?
Anel de borboleta q mamãe deu.


28 - O que você tem debaixo da cama?
Colchoes


29 - Qual a pessoa que talvez não te responda?
Passo


30 - Aquele que com certeza vai te responder?
Passo


31 - Quem gostaria que te respondesse?
Passo


32 - Qual livro vc está lendo?
Lucky Jim, para a prova do CAE.


33 - Uma saudade?
Saudade é permanente em mim, saudade de quem tá longe, de quem tá perto, de quem não está.


34 - Uma característica tua:
aleatória e excentrica


35 – Decepções que tive em minha vida...
Não fui dar aula de pontugues no timor leste:(


36 - Lugares em que morei
São Chico (SC), Rio Grande (RS), Rio de Janeiro, São Gonçalo, Victoria (canada), e assim vai...


37 - Programas de TV que assistia quando criança
Não assistia tv, às vezes um desenho ou outro, como a caverna do dragão.


8- Programas de TV que assisto hoje?
Algumas séries q passam depois da meia noite.


39 - Lugares em que estive e voltaria
Todos! Adoro voltar... é sentimento bom.


40 - Formas diferentes que me chamam
ah, o clássico: Fah. No mais, tudo com fah: fahculdade, fahrofa, fahmelie, fah...

41 - Pessoas que me mandam emails quase todos os dias
A professora falando da pesquisa :P


42 - Comidas Favoritas
Favoritas... comida da mamãe, sempre! Com ênfase nos doces.


43 - Time de Futebol?
Depois da minha febre futebolística em 2007 pelo vasco, acho q futebol é chato!


44 - Lugar em que desejaria estar agora
Do outro lado da cidade.


45 - Espero que este ano eu possa.
Decidir o que eu quero pro mestrado.


46- Mande um recado pra quem te enviou:
:) te quero bem.

Aqui está o que você tem que fazer: - Por favor, não estrague a diversão. - Clique em Encaminhar, apague todas as minhas respostas e escreva as tuas. - Depois, envie isto a um montão de gente, incluindo a mim. Você descobrirá muitas coisas a respeito de seus amigos....
É sempre bom saber um pouco mais de quem se gosta!!! A teoria é que você vai aprender bastante sobre pequenos fatos de seus amigos e conhecê-los muito mais também. - Lembre-se... devolva à pessoa que te mandou.

sobre questionários

Nunca abro o e-mail do hotmail, hoje abri despretenciosamente e achei, como sempre, milhares de e-mails encaminhados. Abri alguns, e logo me deparei com um 'questionários', desses de muito antigamente, mandado pelo meu amigo Gustavo. Comecei a ler, e a cada pergunta lembrava da época dos meus 15 anos, e como consequência era um processo gostoso (e também de descobrir coisas em comum que eu pensei que não existia mais). Dentre as respostas dele havia esta abaixo, que foi suficiente para me convencer de fazer o questionário também:

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Coisas burocráticas para fazer na semana

- Escrever texto da pesquisa
- Aprimorar os slides
- Padronizar os slides
- Resumo do texto do trabalho
- Relatório de psicologia da semana
- Trabalho de psicologia para entregar na próxima semana
- Exercícios extras do cae
- Ler com mais frequência o Lucky Jim
- Preparar aula de revisão de sábado
- Fechar a preparação da questão de reading do clac
- Comprar umas coisitas básicas, como o trequinho do celular.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

intimidade



de quem está aqui.

Lua Cheia

Lua cheia no céu daqui. É tão bonito olhar o céu iluminado. Certeza que não vai chover nos próximos dias, certeza que noites bonitas virão independente do sentimento aqui dentro. Sou daquelas que me sensibiliza com estrelas no céu. Por isso que quando viajava para Minas, no terraço da casa da minha Tia Ana, olhava o céu sozinha por horas com toda aquela escuridão ao meu lado. Por vezes fazia poesia, por vezes tinha vontade de chorar, na grande maioria me sentia a garota mais feliz do mundo por entender o mistério de existir por alguns segundos. A noite consegue ser sempre irresistível.

domingo, 4 de outubro de 2009

Outubro

Este é um mês um tanto quanto inusitado na história de minha existência. No preâmbulo do que poderia acontecer, o que vai acontecer não estava previsto. É que minha vida não é mesmo previsível como uma couve-flor. Os acontecimentos tomam conta de mim de forma surpreendente e não tem como,às vezes, eu dominar nada.

Assim, dou início oficial ao mês de outubro querendo chegar ao final dele com uma idéia mais nítida de como serão as próximas expectativas.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

CCBB


parte de mim

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Falando em amor...

Chico Buarque - O meu amor


Pra mim essa é uma das mais belas canções de amor. Música composta para a Ópera do Malando (em 19-- e antigamente). O sucesso aqui de Chico foi juntar a questão romântica com a carnal sem ser nem de longe vulgar.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Amor nos tempos de gripe suína

Fico pensando nesse título, apesar de não ser dos mais bonitos, relacionando com o 'amor nos tempos do cólera' do meu mais que querido Gabriel Garcia Marques. É que amor é aquele algo que sempre é presente, e é sempre muito discutido, mesmo pelos que 'não acreditam'. Eu mesma vivo criando novos conceitos de amor, tentando mensurar os porquês de relacionamentos e os limites que levem um ao outro.

Dos meus livros favoritos tem Febo, onde Platao descorre sobre amor. Dos meus poetas favoritos, tem Camões, que vai trazer o amor carnal para a poesia. Dos meus filmes prediletos, tantos, e tratam de relacionamentos amorosos. Livros então, perco a conta, e está lá eu buscando o amor. Claro, dos meus contos prediletos "Amor" da tia Clarice. Das músicas, amor, amor, amor.

Nos tempos de gripe suína o que me cerca mais é o amar. O amar dos outros, o amar dos adolescentes (que incrivelmente dramático e com jurar de amor eterno que acabam em uma semana), o amor que é internético,com declarações por testemunho, através de fotos no orkut (orkut esse que serve de 'começo' oficial de relações, já que é ao mudar o status ali que se assume para todo 'público' o novo ser amado.)

O que sei do amor nos tempos de hoje é que ele está em todo lado. Tem muito amor, e é difícil se manter solteiro(a). Digo isso porque a distância é colocada de lado através da bendita internet (e mta força de vontade). Logo,tanto conhecer novas pessoas,como aprofundar laços com alguém que normalmente (nos tempos de antigamente) só veríamos uma vez da vida ficou tremendamente facilitado.

Em todos meus devaneios não cheguei a qualquer canto seguro. Talvez seja essa a graça de falar de amor, a sensação de insegurança de se estar falando do que não se consegue depreender com a razão. E nada mais conveniente do que perder a razão com o amar.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Quinta da Boa Vista

Quando era pequena, lembro de muitas vezes ser levada na quinta da boa vista, seja pela escola ou pela família. Voltar lá sempre tem aquele quê de nostalgia gostosa. Esse domingo, apesar de ter tantas outras opções do que fazer na agenda maluca, fui encontrar os 'amelísticos' na Quinta. O quintal de Dom Pedro foi palco de uma nova edição do picnic realizado pelos representantes cariocas da comunidade "Prazeres Amelie Poulan". O povo chegou atrasado, chegou meio na primeira marcha, mas com o tempo a coisa foi fluindo do seu jeito. Eu na minha versão menos tímida possível (tentando, tentando), tentando sair um pouco de dentro de mim e de meus devaneios quando me encontro com pessoas que não tenho muita intimidade. Mas, ao final, tive sensação boa de dia, apesar de ter me arrependido de não ter ido assistir um filminho depois, e também de ter levado mó bolo do meu próprio ônibus (que passou e não parou pra mim).

Na verdade não foi só o ônibus que passou por mim e fingiu que não viu. O problema é que tem ocasiões que as pessoas não percebem que deixam as outras totalmente. Falta sensibilidade. No entanto, com os amelistícos a tarde serviu para eu exercitar um pouco da minha, do meu tato, da minha tentativa de ser social. E sabe que até q fui... (eu acho).



Juro que voei

Voltando de ônibus, sem olhar que horas eram, puxei a cordinha no momento certo. Levantei, me dirigi até a porta e então o absurdo aconteceu, eu voei. O ônibus passou em um buraco ( estando rápido do jeito que estava), me fez flutuar. Eu ri, como criança, como não tinha feito o dia todo. O motorista me observou pelo retrovisor e lançou seu olhar de desculpas. Mas era tarde, eu já tinha voado. Me senti tão insegura, senti certo medo, mas não posso negar, foi terrivelmente bom.

domingo, 27 de setembro de 2009

eu sei

Ai, eu sei eu sei. Devia ser mais fácil, eu sei. Mas a mente humana é capaz de tudo para se boicotar. E nos boicotamos. Desculpa a quem ofendi, e não desculpa para mim mesma. Sei que sou rígida. Mas faço tudo pelo engrandecimento humano e pra poupar falta de carinho.

Da graduação


Eu estava tensa pq talvez aquele podia não ser o dia. Então, meus pais me aniquilariam com olhar. Fui feliz, era o dia. Sentamos no auditório, sem saber o que esperar, todos. Atraso, comentários, o início. Momentos emocionantes, confesso que quis chorar me identificando com o sofrimento alheio (eu ando uma bobobo pra choro), até que chegou minha vez. Uma frieza na alma, fui, assinei papel, fiz discurso super politicamente correto. O que há em mim, me perguntei intrigada. Cadê emoção em mim que não vejo. Uma nuvem passou ali e levou todos aqueles anos de faculdade com ela. Agora tenho de encarar o novo rótulo de jovem adulta e também as responsabilidades aleatórias, como a de ganhar dinheiro.Mas o que eu quero ganhar vai além de mim. Vai além de minha vontade. O que eu quero ganhar não tem forma, não tem cor, e só pertence ao futuro. Terminou, continuei entre os corredores da furg (ato falho, digitei furg ao inves de ufrj), sozinha, dentro de mim,pensando... Pensando na saudade que me deixou com ar de melancolia visível. Mostrava uma felicidade limitada, que parava ali aonde minha mente alcançava. O coração batia em outro ritmo e dizia 'nao' pra mim mesma. Era isso... Era só saudade do início de tudo.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

formando

Tenho de me preparar pra minha colação amanhã. Ficam me cobrando 'q roupa vai', 'que hora vai'. Realmente não sei. Sei de nada, e de fato tenho tantas pequenas outras preocupações em destaque na minha mente perigosa que essa colaçao surpresa poderia até dispensar. Mas estarei lá, estarei feliz por simbolicamente ter o canudo na mão. Como não sou pessoa de Glamour mesmo, beca ou nao beca não me faz diferença. O que diferencia mesmo é o fato de ter minha vidinha, meu trabalhinho, meus pequenos prazeres que tiveram toda sua raiz na questão acadêmica.

O que eu faço não me define. Defino o que faço porque gosto muito disso. Ensinar, aprender é sempre minha especialidade. Não tenho tanto tempo com o inglês, e levando em consideração que era aluna nível 0 em 2003, agora estamos em 2009 e ensino inglês, isso é pular muitas etapas dentro do esquema ensino-aprendizado de línguas. Fico feliz que de certa forma me encontrei nesta pequena rotina de ensino. Claro, muitos sonhos estão na espera, como o sonho da literatura. Mas o que tenho agora me deixa até satisfeita. Porque acima de tudo eu tenho 'carinho', de todas as direções.

Esse blog acompanhou muitas e muitas sagas da vida de universitária fahlida. Agora acompanhará as novas aventuras de jovem adulta falida. Que em breve estréia um novo capítulo de jovem adulta bem-sucedida :P