Agora que Lívia se encontra impedida de sair de casa por não poder colocar o pé no chão, eu sou sua conexão direta com o mundo acadêmico. Isso me faz ter de ir na casa dela de tempos em tempos, umas duas vezes por semana. Deste modo, vou eu visitar Lív Mary, falar da vida e... Ter maravilhosas tardes ao lado dessa minha grande amiga.
Na última fizemos um grande cine-romance, vendo primeiro o filme que ela tanto ama "Diários de uma Paixão" e em seguida vendo a sério "Pride and Prejudice" q ela comprou em NY.
Devo assinalar que certa vez Lív mesma me passou um teste no qual nomeava qual o seu par literário, e o meu foi justamente Mr. Darcy. Não é a toa meus suspiros por esse personagem na séria, mto bem vivido por Colin Firth.
Ah, vai dizer... essa tal de felicidade não é tecida por esses pequenos momentos? I think so ;)
segunda-feira, 23 de abril de 2007
segunda-feira, 16 de abril de 2007
Norah
Baixei o álbum "Not too late' tooooodo. Que colírios pros ouvidos. Essa capa não é maravilhosa!? Absurdo! Ela é linda... A Norah Jones lembra tanto a Danizinha.

Rosie's Lullaby
She walked by the ocean,
And waited for a star,
To carry her away.
Feelin' so small,
At the bottom of the world,
Lookin' up to God.
She tries to take deep breaths,
To smell the salty sea,
As it moves over her feet.
The water pulls so strong,
And no-one is around,
And the moon is looking down.
Sayin',
Rosie - come with me,
Close your eyes - and dream.
The big ships are rollin',
And lightin' up the night,
And she calls out, but they just her pass by.
The waves are crashin',
But not making a sound,
Just mouthing along.
Sayin',
Rosie - come with me,
Close your eyes and dream,
Close your eyes and dream,
Close your eyes and dream.
Uma das músicas mais bucólicas do álbum... Eu me esqueço ouvido repetidamente ela.

Rosie's Lullaby
She walked by the ocean,
And waited for a star,
To carry her away.
Feelin' so small,
At the bottom of the world,
Lookin' up to God.
She tries to take deep breaths,
To smell the salty sea,
As it moves over her feet.
The water pulls so strong,
And no-one is around,
And the moon is looking down.
Sayin',
Rosie - come with me,
Close your eyes - and dream.
The big ships are rollin',
And lightin' up the night,
And she calls out, but they just her pass by.
The waves are crashin',
But not making a sound,
Just mouthing along.
Sayin',
Rosie - come with me,
Close your eyes and dream,
Close your eyes and dream,
Close your eyes and dream.
Uma das músicas mais bucólicas do álbum... Eu me esqueço ouvido repetidamente ela.
sábado, 14 de abril de 2007
Pedacinhos de dias
Essa semana comprei um livro que muito muito gosto (e que vou usar na graduação mesmo), mais gosto ainda foi comprar 50% mais em conta. O gosto bom mesmo teve a companhia da amiga (Tex) que transparecia felicidade por simplesmente estar andando pelo centro da cidade comigo, entrando de livraria em livraria. E precisava ver a cara de espanto dela quando me interessei pelos eventos de anime que ela ia, ‘nunca pensei que vc se interessaria’. Ué, porque não? Tenho curiosidade, fora que fazer eventos com pessoal que gosto, seja qual for, é algo de positivo (ela que não sabe que nos meus pensamentos maléficos iria exigir que ela fosse numa peça comigo em troca). Depois ainda passei no CCBB, peguei programação da semana (já me programando pra visitar ao menos uma vez por semana), e andei de barca (algo que é sempre bucólico, por mais dia automatizante que for).
Maravilhosa foi a visita a Lív Mary, ela que não poderá colocar o pé no chão nos próximos 2 meses. Eu serei a mensageira dela com a universidade, e tenho muito orgulho do meu posto. Ela me confiou as lembranças que comprou na viagem pro pessoal e me entregou o lindo marca-texto roxinho que comprou pensando em mim. A Lívia tem um carinho por todos que não é brincadeira, e o falta que ela está fazendo na faculdade... 2 meses longos serão por conta do tombo no central park!
Liguei pra amiga que precisa ‘daquela força’. Me senti tão impotente por não ter o tal pó de pirimpimpim pra fazer a vida feliz de todos. Sim, de todos, afinal só porque uma pessoa não é da minha bolha social (expressão copiada de paulex), que não mereça felicidade. Né? E essa amiga disse das coisas mais bonitas que escutei essa semana: que eu sempre dizia que era lilás, e que agora me sentia muito avermelhada, então que não era pra me preocupar com isso pois tinha o arco-íris todo pela frente. Ela também disse pra que puxasse cadeiras de jornalismo, porque me via como cronista do O Globo. Vai entender, ela nunca viu nada escrito meu (que não fosse acadêmico)!
Essa semana também, realizei pela primeira vez uma tarefa completa dessa monitoria (escravidoria) e mesmo tendo sugado muito de minha energia e vistas cansadas o ‘alívio’ e o sentimento aquele de ‘dever cumprido’ foi avassalador. Vale a pena.
Agora, falando do futuro do presente: farei meu resumo de litingle, porque nunca pode faltar tempo a ponto de ser tarde demais. Basta administrar, tudo. ;)
---

"And I'll see your true colours, shining through
I see your true colours, and that's why I love you
So don't be afraid, to let them show
Your true colours, true colours
Are beautiful, ooh like a rainbow"
Maravilhosa foi a visita a Lív Mary, ela que não poderá colocar o pé no chão nos próximos 2 meses. Eu serei a mensageira dela com a universidade, e tenho muito orgulho do meu posto. Ela me confiou as lembranças que comprou na viagem pro pessoal e me entregou o lindo marca-texto roxinho que comprou pensando em mim. A Lívia tem um carinho por todos que não é brincadeira, e o falta que ela está fazendo na faculdade... 2 meses longos serão por conta do tombo no central park!
Liguei pra amiga que precisa ‘daquela força’. Me senti tão impotente por não ter o tal pó de pirimpimpim pra fazer a vida feliz de todos. Sim, de todos, afinal só porque uma pessoa não é da minha bolha social (expressão copiada de paulex), que não mereça felicidade. Né? E essa amiga disse das coisas mais bonitas que escutei essa semana: que eu sempre dizia que era lilás, e que agora me sentia muito avermelhada, então que não era pra me preocupar com isso pois tinha o arco-íris todo pela frente. Ela também disse pra que puxasse cadeiras de jornalismo, porque me via como cronista do O Globo. Vai entender, ela nunca viu nada escrito meu (que não fosse acadêmico)!
Essa semana também, realizei pela primeira vez uma tarefa completa dessa monitoria (escravidoria) e mesmo tendo sugado muito de minha energia e vistas cansadas o ‘alívio’ e o sentimento aquele de ‘dever cumprido’ foi avassalador. Vale a pena.
Agora, falando do futuro do presente: farei meu resumo de litingle, porque nunca pode faltar tempo a ponto de ser tarde demais. Basta administrar, tudo. ;)
---

"And I'll see your true colours, shining through
I see your true colours, and that's why I love you
So don't be afraid, to let them show
Your true colours, true colours
Are beautiful, ooh like a rainbow"
sexta-feira, 13 de abril de 2007
da identidade #
Qual papel você faz na vida?
Quem você pode chamar de você?
Seria a imagem do espelho,
lívida?
Seria a parte que quer demais
esconder?
Te chamaria José ou João
responderia: ‘sou’, com voz que é
sua? Ou só diria: não sou José?
Sei que também não seria João.
Quem você pode chamar de você?
Seria a imagem do espelho,
lívida?
Seria a parte que quer demais
esconder?
Te chamaria José ou João
responderia: ‘sou’, com voz que é
sua? Ou só diria: não sou José?
Sei que também não seria João.
quarta-feira, 11 de abril de 2007
Dia normal
Hoje foi a primeira prova do semestre, de inglês (sintaxe). Diga-se de passagem, capciosa, apesar de saber eu a matéria bem. Todos saíram com aquela sensação de ‘tá, eu sei a matéria, mas não usei as terminologias do The Grammar Book’ (por sinal essa é a gramática de 180 contos de réis – na promoção - sonho de consumo meu).
Depois de uma prova dessa, qual a melhor coisa a se fazer? Sim, jogar conversa fora no nosso horário de socialização (uma hora vaga que boa parte da turma, incluindo eu, fica lá fazendo nada – embora se tenha muito a fazer). Nesse ínterim passa uma amiga e me carrega do meio de todos, ela estava tendo crise-pós-prova-capciosa-e-sem-perspectiva-de-futuro-acadêmico.
Então ficamos pelos degraus da entrada da faculdade, ela chorando, eu passando a mão na cabeça nada! Disse que era pra ser assim mesmo e que temos de lutar pelo que acreditamos, pelo nosso futuro. Se nos chamam de ‘vagabundos’ por só estudarmos, fazer o que.. Esse povo não sabe o que é sacrifício universitário (ou acadêmico?), em nome de uma realização plena a longo prazo. Dinheiro? O que é isso? Pra mim tudo é contabilizado em xérox e em livros de coleção pocket em inglês e Riocard, de resto, dinheiro não existe (ta, pra uma peça de teatro tb é necessário).
O caso é que de anômalo mesmo foi a chegada de Thi (tão esperado) que foi pra Boston junto com Lívia apresentar nosso trabalho “Tropical Gothic”, que foi um sucesso, aplaudido e tudo mais. Fiquei tão feliz de avista-lo que não me contive e fui na direção dele com tudo, dei abraço do tamaaaaaaaaaaanho do mundo e da mão dele não quis mais largar. Ele deu a triste notícia de que a Lívia tinha quebrado o pé no Central Park (ai, olha o lugar!) e que por isso não tinha previsão pra voltar às aulas. A Lívia viu ‘A Bela e a Fera’ na Brodway e chorou!!! O mais meigo foi ele dizendo que em tudo que faziam, pelos lugares que passavam, pensavam ‘a Fah aqui...’ Pronto, ganhei meu presente de Páscoa, de Natal, de aniversário tudo junto, o carinho deles!
Cada vez me dou mais conta de que amo meus ‘dias normais’ e que vai fazer um arrombo de falta isso tudo quando acabar... Por enquanto vou curtindo e ralando que nem côco nessas pesquisas que arranjo pra minha vida que sei lá se é acadêmica ou universitária... Mas é algo, aahh é!

Montagem feita pela Sardex de vários momentos Lejianos desde o 1ª semestre (quando nem me encontrava no meio da patota), até dias mais atuais, com direito a festas bregas, a fantasia, amigos secretos, niver diversos... faltou o pic-nic! Mas é tanta coisa...
Depois de uma prova dessa, qual a melhor coisa a se fazer? Sim, jogar conversa fora no nosso horário de socialização (uma hora vaga que boa parte da turma, incluindo eu, fica lá fazendo nada – embora se tenha muito a fazer). Nesse ínterim passa uma amiga e me carrega do meio de todos, ela estava tendo crise-pós-prova-capciosa-e-sem-perspectiva-de-futuro-acadêmico.
Então ficamos pelos degraus da entrada da faculdade, ela chorando, eu passando a mão na cabeça nada! Disse que era pra ser assim mesmo e que temos de lutar pelo que acreditamos, pelo nosso futuro. Se nos chamam de ‘vagabundos’ por só estudarmos, fazer o que.. Esse povo não sabe o que é sacrifício universitário (ou acadêmico?), em nome de uma realização plena a longo prazo. Dinheiro? O que é isso? Pra mim tudo é contabilizado em xérox e em livros de coleção pocket em inglês e Riocard, de resto, dinheiro não existe (ta, pra uma peça de teatro tb é necessário).
O caso é que de anômalo mesmo foi a chegada de Thi (tão esperado) que foi pra Boston junto com Lívia apresentar nosso trabalho “Tropical Gothic”, que foi um sucesso, aplaudido e tudo mais. Fiquei tão feliz de avista-lo que não me contive e fui na direção dele com tudo, dei abraço do tamaaaaaaaaaaanho do mundo e da mão dele não quis mais largar. Ele deu a triste notícia de que a Lívia tinha quebrado o pé no Central Park (ai, olha o lugar!) e que por isso não tinha previsão pra voltar às aulas. A Lívia viu ‘A Bela e a Fera’ na Brodway e chorou!!! O mais meigo foi ele dizendo que em tudo que faziam, pelos lugares que passavam, pensavam ‘a Fah aqui...’ Pronto, ganhei meu presente de Páscoa, de Natal, de aniversário tudo junto, o carinho deles!
Cada vez me dou mais conta de que amo meus ‘dias normais’ e que vai fazer um arrombo de falta isso tudo quando acabar... Por enquanto vou curtindo e ralando que nem côco nessas pesquisas que arranjo pra minha vida que sei lá se é acadêmica ou universitária... Mas é algo, aahh é!

Montagem feita pela Sardex de vários momentos Lejianos desde o 1ª semestre (quando nem me encontrava no meio da patota), até dias mais atuais, com direito a festas bregas, a fantasia, amigos secretos, niver diversos... faltou o pic-nic! Mas é tanta coisa...
domingo, 8 de abril de 2007
Ressurreição

É Páscoa da Ressurreição. Ainda pequena, na catequese que ia por total responsabilidade minha na ânsia de conhecer mais sobre a vida e mistérios divinos, aprendi que Páscoa é tempo de ressurgir outro. Páscoa é o momento depois da tormenta, depois de mergulhar fundo na penitência e no arrependimento de tudo de ruim que possa ter feito, serve para festejar o novo ‘eu’, com direito a bastante chocolate.
O caso é que pensando ressurreição, de Cristo e de Nós mesmos é que enfrento o tema: ética versus moral. De ética, diria aquilo que dentro de nós é aceitável e moral aquilo que a sociedade nos quer que aceite. E dentro desse corpo, tem um só corpo, nós, o mundo inteiro, contra o indivíduo que pensa e formula seus valores.
O caso é que andei pensando muito mais no indivíduo, e verdadeiramente sigo aquele lema “faça que tu queres pois é tudo da lei”, e não é por acaso, pois Deus essencialmente nos deu livre arbítrio. Mas daí temos de ter o bom juízo, buscar assimilar os fatos de modo que não só nos beneficie, mas também àqueles que amamos ou não. Isso é difícil né?
Contudo, quando maximizamos as coisas podemos enxergar melhor o mal de ter livre arbítrio mal administrado (teria mesmo isso?). Imagine um homem que violentou uma menina de 10 anos de idade. Para ele aquilo é totalmente aceitável, pra ética dele não fez nada demais, afinal tudo que ele queria fazer era aquilo (apesar de ser um ato horrendo pra sociedade), então ao ser preso e condenado diz no tribunal: “bem, eu não acho que deva desculpa, porque sinceramente não sinto ter feito algo errado”. Imaginemos a reação de todos, a nossa inclusive, ele seria visto como um monstro frio e calculista (não deixa de sê-lo).
Agora vamos para nosso dia-a-dia: dou uma tapa no rosto da minha irmã por me achar no direito, ela chora e reclama e ainda falo pra arrematar: “bem, eu não acho que deva desculpa, porque sinceramente não sinto ter feito algo errado”. E é aí que temos de buscar a ressurreição, na rotina, nas pequenas coisas, não achando ‘certo’ ou ‘errado’, mas vendo as coisas com um coração mais terno e enlarguecido com o Amor de Cristo, de Buda, do Espírito da Beleza... Do Amor aquele que nos faz crescer, que nos faz nos doar e que não nos faz arrepender, pois antes de fazer algo analisamos duas vezes a situação. Um Amor esse que me faz não querer ver minha irmã chorar, independente do que ela possa ter feito pra mim.
E algo de lindo que escutei nessa Páscoa e que me fez pensar isso tudo foi: ‘não posso doar aquilo que não tenho’. Por isso é bom prepararmos nossa alma pra essa doação pro outro, como conseqüência refletindo algo de esplendoroso pra nós mesmos. E buscando não o superficial prazer que é tão efêmero quando a poeira ao vento, mas o prazer que advém da felicidade mergulhada nas profundezas do oceano da alma.
Enfim, só queria desejar boa Ressurreição, hoje e sempre.
sábado, 7 de abril de 2007
Páscoa
Pedi de presente de Páscoa um livro... Sim, afinal depois de ver no encarte do mercado um daqueles cartões-presente de se dar pra pessoa comprar qualquer coisa... Que coisa mais sem graça deve ser receber algo assim!
Mas vai dizer que não seria uma boa idéia ganhar um livro? Papai veio até perguntar 'vai querer o livro mesmo?', já que sabe que sou dada a excentricidades. Só que ao chocolate... humm, acho que não resisto não. :)
Mas vai dizer que não seria uma boa idéia ganhar um livro? Papai veio até perguntar 'vai querer o livro mesmo?', já que sabe que sou dada a excentricidades. Só que ao chocolate... humm, acho que não resisto não. :)
sexta-feira, 6 de abril de 2007
só sei q nada sei!
Hoje, feriado, 6ªf santa, está um dia charmoso de se ver. Vovó, tia e primo vieram nos visitar e... Ah, com o priminho de 6 anos me transformei em outra criança!
Brincamos de caça ao tesouro (achamos medalhas antigas minhas de honra ao mérito – tanto por comer pizza, quando por ser primeiro lugar no colégio), de baralho, dominó, vimos minhas coleções (de cartão telefônico, calendários, moedas antigas, cartões supresa). E foi justamente olhando os cartões surpresas (aqueles q vinham no chocolate ‘supresa’, pra mim o melhor ever), que ele ia perguntando q animal era e eu q já sabia de cor cada dinossauro ou peixe respondia prontamente, então ele me profere a frase ‘poxa, ainda bem que tenho uma prima inteligente’. Fiquei admirada com a meiguice daquela criança, com a sinceridade nas palavras q sim, fui ‘a prima inteligente’ por um minuto na vida.
Depois vim a descobrir uma curiosa história do guri na escola: certo coleguinha, daquele tipo q dá um de maioral, disse pra meu primo que ele era burro, a criança sem titubear disse ‘q eu posso fazer, nasci assim’. Tenho um primo de 6 anos socrático: ele sabe q nada sabe. Hahaha achei gracioso...
Brincamos de caça ao tesouro (achamos medalhas antigas minhas de honra ao mérito – tanto por comer pizza, quando por ser primeiro lugar no colégio), de baralho, dominó, vimos minhas coleções (de cartão telefônico, calendários, moedas antigas, cartões supresa). E foi justamente olhando os cartões surpresas (aqueles q vinham no chocolate ‘supresa’, pra mim o melhor ever), que ele ia perguntando q animal era e eu q já sabia de cor cada dinossauro ou peixe respondia prontamente, então ele me profere a frase ‘poxa, ainda bem que tenho uma prima inteligente’. Fiquei admirada com a meiguice daquela criança, com a sinceridade nas palavras q sim, fui ‘a prima inteligente’ por um minuto na vida.
Depois vim a descobrir uma curiosa história do guri na escola: certo coleguinha, daquele tipo q dá um de maioral, disse pra meu primo que ele era burro, a criança sem titubear disse ‘q eu posso fazer, nasci assim’. Tenho um primo de 6 anos socrático: ele sabe q nada sabe. Hahaha achei gracioso...
segunda-feira, 2 de abril de 2007
domingo, 1 de abril de 2007
O Pescador e Sua Alma

Ontem, pela primeira vez em 2 anos de moradia nesse Rio de Janeiro, fui ao Centro Cultural Banco do Brasil ali no Centro do Rio assistir uma ópera contemporânea chamada “O Pescador e Sua Alma”, penúltimo dia em cartaz.
A ópera trata de um Pescador que se apaixona por uma Sereia e que para se juntar a ela precisa se ver livre da Alma, o faz com ajuda de uma Bruxa. A Alma, enciumada pelo amor do pescador que não é seu, parte ao mundo com a promessa de voltar a cada ano para fazê-lo mudar de idéia. Deste modo, a Alma volta prometendo sabedoria, riquezas, isso se ele a aceitar no seu coração. O Pescador se mantém firme até o momento da Alma contar de certa dançarina de pés maravilhosos e o Pescador se sente tentado em partir com a Alma para conhecer tal dançarina, no pensamento de que iria, mas logo voltaria. Contudo, a Alma o ludibriou da pior maneira, o fazendo matar, roubar, o fazendo descer ao fundo do poço até conseguir seu intento, possuir o pescador novamente. No entanto ela não consegue entrar no coração dele, por mais que tente, pois o amor do Pescador pela sereia é por demais forte. O pescador volta a sereia e a encontra morta, só aí a alma consegue então entrar em seu coração.
Contanto com violino, viola, violoncelo, flauta, clarineta, trompa, percussão e maravilhosa harpa, a ópera se revelou fascinante e encantadora na frente dos olhos e da alma. O ímpeto de cada personagem tratado por determinado instrumento ( a sereia – harpa, Pescador – flauta, Padre – sinos, Bruxa – violino), era um toque mágico.
Gostei tanto que pretendo virar freqüentadora assídua do circuito musical cultural que houver nesses espaços culturais e também no magnífico teatro municipal. Só faltava mesmo minha gente aqui pra acompanharmos, criticarmos, comentarmos juntos... Bate uma saudade numa hora dessas. :)
A ópera trata de um Pescador que se apaixona por uma Sereia e que para se juntar a ela precisa se ver livre da Alma, o faz com ajuda de uma Bruxa. A Alma, enciumada pelo amor do pescador que não é seu, parte ao mundo com a promessa de voltar a cada ano para fazê-lo mudar de idéia. Deste modo, a Alma volta prometendo sabedoria, riquezas, isso se ele a aceitar no seu coração. O Pescador se mantém firme até o momento da Alma contar de certa dançarina de pés maravilhosos e o Pescador se sente tentado em partir com a Alma para conhecer tal dançarina, no pensamento de que iria, mas logo voltaria. Contudo, a Alma o ludibriou da pior maneira, o fazendo matar, roubar, o fazendo descer ao fundo do poço até conseguir seu intento, possuir o pescador novamente. No entanto ela não consegue entrar no coração dele, por mais que tente, pois o amor do Pescador pela sereia é por demais forte. O pescador volta a sereia e a encontra morta, só aí a alma consegue então entrar em seu coração.
Contanto com violino, viola, violoncelo, flauta, clarineta, trompa, percussão e maravilhosa harpa, a ópera se revelou fascinante e encantadora na frente dos olhos e da alma. O ímpeto de cada personagem tratado por determinado instrumento ( a sereia – harpa, Pescador – flauta, Padre – sinos, Bruxa – violino), era um toque mágico.
Gostei tanto que pretendo virar freqüentadora assídua do circuito musical cultural que houver nesses espaços culturais e também no magnífico teatro municipal. Só faltava mesmo minha gente aqui pra acompanharmos, criticarmos, comentarmos juntos... Bate uma saudade numa hora dessas. :)
sábado, 31 de março de 2007
O que é que tem sentido nesta vida

O que é que tem sentido nesta vida
Não vai ser casa e comida
Cama fofa, cobertor
Não vai ser ficar mirando os astros
Ou então andar de rastros
Pelas sendas do senhor
Para muitos é o dinheiro
Ir de janeiro a janeiro
De pé no acelerador
Eu sinceramente, preferia
Uma vida de poesia
Na vigília de um amor
Há quem creia em ter status
Sair em fotos & fatos
Ter ações ao portador
Eu só acredito em liberdade
E estar sempre com saudade
De viver um grande amor
(Vinicius de Moraes - in Poesia completa e prosa: "Cancioneiro")
Estou tão feliz que acho que vou à ópera do ccbb hoje. ;)
sexta-feira, 30 de março de 2007
Trinta
A noite tinha sido inquieta pra menina. Saia de um drama da consciência e não sabia o que pensar sobre ser ou não ser nessa vida. Acordou abruptamente e na automatização das 5:30h lançou-se ao dia que se descortinava. Entrou no carro, ia de carona no lado esquerdo. Encostou a cabeça no vidro e torceu para que ninguém encostasse na sua pele. Não gostava de contato assim, tão próximo de quem não conhecesse e até de quem conhecesse, dependendo quem fosse.
Egoisticamente voltava-se pra seu mundo, mundo este que contemplava os dramas que só ela julgava ter. Momento de não pensar e pensar tudo junto, até que algo fugia do normal, ônibus desviavam seu curso normal, contudo o carro que estava seguia pelo costumeiro. Nos segundos daquele momento, do único manifestar de sua voz naquela manhã ao dizer aos outros passageiros ‘o ônibus está desviando’, até o momento de ver a tragédia matinal, pensou um milhão de si em uma só coerência de cores, dentro do matiz do céu azulado, contendo tristeza, melancolia, cansaço. O enfado chegara cedo e parecia tomar proporções gigantescas na medida em que pensava mais e mais as coisas da alma.
Ali encostada no vidro, via os carros parando, engarrafamento enorme se estendia na rodovia ao lado. Que acontecia? Acidente? Curiosidade, ajeitava-se no banco. Quando olhou finalmente o movimento todo, polícia federal, polícia de outros tipos se deparou com a Kombi carbonizada tombada do lado esquerdo da pista. O horror tomou conta de sua vista, seria um atentando criminoso? Estaria o Rio em clima de terror? Estaria sua vida em perigo? Que vida? Que perigo? O caso é que em mais alguns segundos veria uma das cenas mais marcantes da sua vida, via um corpo reduzido a esqueleto carbonizado dentro do veículo negro em brasa.
Era um corpo de um homem, parecia ser um homem com seus trinta anos. Trinta. Era essa a idade. Estava ele indo pra onde? Indo pra viagem da sua vida, diriam uns com humor mórbido. Ele tinha faculdade? Será que doutorado o faria entrar no céu direto, perguntaria a secretária do setor de Inglês da faculdade da menina se soubesse do causo horas depois por estar com raiva dos pedantes de plantão. Seria ele uma pessoa resolvida na vida amorosa, na vida profissional? Será que ele traiu a namorada ontem e estava arrependido e pensava em pedi-la em noivado hoje porque no erro viu com clareza o que ele queria pra vida toda? Teria ele escutado Tracy Chapman e visto como aquele som romântico dela é gostoso de deixar-se embalar? Ele viu Amélie Poulan? Ele disse que amava a mãe dele no final de semana quando ela foi visitá-lo? Ele só tinha trinta anos, no dia trinta do mês três do ano sétimo deste 2000 e veio a falecer (que torçamos que tenha sido do impacto do que do fogo) num acidente causado por um carrão prata que deu uma leve esbarrada na traseira da kombi que desgovernou, bateu na pilastra e veio a pegar fogo imediatamente.
No mais, a menina foi pra floresta da alma discernir ela mesma que caminho seguir. Ela sabia do risco de viver na cidade, na cidade cinza-azul-melancolia, do carro prata-cinza a atropelar tudo que tinha, pois ela mesma tinha recebido sua batida. Ia então pra floresta verde-lilás-sopro-de-vida. Ia lá conversar com seus espíritos e saborear do canto dos pássaros e lembrar das ilhas de sua imaginação e do povo delas. A menina se importava muito menos com o caminho, muito mais com as pessoas do caminho.
Egoisticamente voltava-se pra seu mundo, mundo este que contemplava os dramas que só ela julgava ter. Momento de não pensar e pensar tudo junto, até que algo fugia do normal, ônibus desviavam seu curso normal, contudo o carro que estava seguia pelo costumeiro. Nos segundos daquele momento, do único manifestar de sua voz naquela manhã ao dizer aos outros passageiros ‘o ônibus está desviando’, até o momento de ver a tragédia matinal, pensou um milhão de si em uma só coerência de cores, dentro do matiz do céu azulado, contendo tristeza, melancolia, cansaço. O enfado chegara cedo e parecia tomar proporções gigantescas na medida em que pensava mais e mais as coisas da alma.
Ali encostada no vidro, via os carros parando, engarrafamento enorme se estendia na rodovia ao lado. Que acontecia? Acidente? Curiosidade, ajeitava-se no banco. Quando olhou finalmente o movimento todo, polícia federal, polícia de outros tipos se deparou com a Kombi carbonizada tombada do lado esquerdo da pista. O horror tomou conta de sua vista, seria um atentando criminoso? Estaria o Rio em clima de terror? Estaria sua vida em perigo? Que vida? Que perigo? O caso é que em mais alguns segundos veria uma das cenas mais marcantes da sua vida, via um corpo reduzido a esqueleto carbonizado dentro do veículo negro em brasa.
Era um corpo de um homem, parecia ser um homem com seus trinta anos. Trinta. Era essa a idade. Estava ele indo pra onde? Indo pra viagem da sua vida, diriam uns com humor mórbido. Ele tinha faculdade? Será que doutorado o faria entrar no céu direto, perguntaria a secretária do setor de Inglês da faculdade da menina se soubesse do causo horas depois por estar com raiva dos pedantes de plantão. Seria ele uma pessoa resolvida na vida amorosa, na vida profissional? Será que ele traiu a namorada ontem e estava arrependido e pensava em pedi-la em noivado hoje porque no erro viu com clareza o que ele queria pra vida toda? Teria ele escutado Tracy Chapman e visto como aquele som romântico dela é gostoso de deixar-se embalar? Ele viu Amélie Poulan? Ele disse que amava a mãe dele no final de semana quando ela foi visitá-lo? Ele só tinha trinta anos, no dia trinta do mês três do ano sétimo deste 2000 e veio a falecer (que torçamos que tenha sido do impacto do que do fogo) num acidente causado por um carrão prata que deu uma leve esbarrada na traseira da kombi que desgovernou, bateu na pilastra e veio a pegar fogo imediatamente.
No mais, a menina foi pra floresta da alma discernir ela mesma que caminho seguir. Ela sabia do risco de viver na cidade, na cidade cinza-azul-melancolia, do carro prata-cinza a atropelar tudo que tinha, pois ela mesma tinha recebido sua batida. Ia então pra floresta verde-lilás-sopro-de-vida. Ia lá conversar com seus espíritos e saborear do canto dos pássaros e lembrar das ilhas de sua imaginação e do povo delas. A menina se importava muito menos com o caminho, muito mais com as pessoas do caminho.
quarta-feira, 28 de março de 2007
Capítulo novo na vida: sintaxe
A vida de qualquer estudante de Letras (daqui ao menos :P) se divide em antes e depois de port V. Português V é sintaxe (assim como o VI), um desenrolar do que ficou enrolado toda vida durante o período escolar.
Até agora parecia mais ‘preparação’, Port I dando uma visão mais ampla do Português, Port II Morfologia (putz, foi puxado hein), Port III Fonética e Fonologia (um show com a Profª Mônica Nobre), Port IV História da Língua (ai gente, foi pesadão tb), no entanto port V vem com um ‘quê’ de especial por conta da revelação do submundo do português do ginásio (extinto ginásio) que nunca me deixou claro coordenativa, subordinativa, complicativa nenhuma!
Agora sou OBRIGADA a entender, ainda mais com as maravilhosas aulas, mais q explicativas (não deixando de ser puxaaadas) da tia Maria Eugênia (mais uma na lista dos top 10 mais elegantes e mais simples professores da faculdade de letras). Agora me dou conta de tudo que não entendi... Olha que ainda estou nas primeiras aulas do curso, o que não se descortinará ainda? Uma riqueza, riqueza...
O de diferente da aula de hoje foi que a professora comunicou que pra quem tiver interessando tem bolsas de pesquisa de iniciação científica no departamento de Letras Vernáculas, que era só entregar o histórico pra ela. Como prevenida vale por duas, já ando com vários históricos na bolsa e prontamente entreguei o meu, com todo amor e carinho. Será que surge agora aquela bolsa de pesquisa em fonética e fonologia? Quiçá sintaxe...
Ai, minha vida! De ser professora não quer saber de ser, só pesquisa essa menina irá fazer?!
Quero professorar.
Até agora parecia mais ‘preparação’, Port I dando uma visão mais ampla do Português, Port II Morfologia (putz, foi puxado hein), Port III Fonética e Fonologia (um show com a Profª Mônica Nobre), Port IV História da Língua (ai gente, foi pesadão tb), no entanto port V vem com um ‘quê’ de especial por conta da revelação do submundo do português do ginásio (extinto ginásio) que nunca me deixou claro coordenativa, subordinativa, complicativa nenhuma!
Agora sou OBRIGADA a entender, ainda mais com as maravilhosas aulas, mais q explicativas (não deixando de ser puxaaadas) da tia Maria Eugênia (mais uma na lista dos top 10 mais elegantes e mais simples professores da faculdade de letras). Agora me dou conta de tudo que não entendi... Olha que ainda estou nas primeiras aulas do curso, o que não se descortinará ainda? Uma riqueza, riqueza...
O de diferente da aula de hoje foi que a professora comunicou que pra quem tiver interessando tem bolsas de pesquisa de iniciação científica no departamento de Letras Vernáculas, que era só entregar o histórico pra ela. Como prevenida vale por duas, já ando com vários históricos na bolsa e prontamente entreguei o meu, com todo amor e carinho. Será que surge agora aquela bolsa de pesquisa em fonética e fonologia? Quiçá sintaxe...
Ai, minha vida! De ser professora não quer saber de ser, só pesquisa essa menina irá fazer?!
Quero professorar.
segunda-feira, 26 de março de 2007
"De onde vc é?"
- Daqui mesmo... (cara espanto de quem fez a pergunta) Mas morei no Sul um tempo.
Bem, o título deste post se refere a famosa pergunta que ainda me fazem por conta de meu 'sotaque' diferenciado. O caso é que não falo carioquês, gauchês e nem do jeito dos barrigas verdes (pros desenformados é nome q se dá pro povo q mora no litoral de SC).
Sendo eu uma estudante da língua por opção decidi tirar o 'chiado' carioca, mas segundo amigos (mais especificamente um certo italiano), a prosódia carioca se mantém; em termos lexicais tb procuro a variedade das regiões que tive, contudo não me apropriando de muita coisa, mas daquilo que mais me apetece, de termos divertidos (peçonha!). Mas é evidente que qdo estou em determinada região, com determinadas pessoas o lexico sofre mudanças sensíveis, sendo eu lingüísticamente praticamente outra persona (ainda assim aletória, meu Deus!).
Donde eu sou mesmo? Ahhh, me deixa ser cidadã do mundo, vai ;)
Bem, o título deste post se refere a famosa pergunta que ainda me fazem por conta de meu 'sotaque' diferenciado. O caso é que não falo carioquês, gauchês e nem do jeito dos barrigas verdes (pros desenformados é nome q se dá pro povo q mora no litoral de SC).
Sendo eu uma estudante da língua por opção decidi tirar o 'chiado' carioca, mas segundo amigos (mais especificamente um certo italiano), a prosódia carioca se mantém; em termos lexicais tb procuro a variedade das regiões que tive, contudo não me apropriando de muita coisa, mas daquilo que mais me apetece, de termos divertidos (peçonha!). Mas é evidente que qdo estou em determinada região, com determinadas pessoas o lexico sofre mudanças sensíveis, sendo eu lingüísticamente praticamente outra persona (ainda assim aletória, meu Deus!).
Donde eu sou mesmo? Ahhh, me deixa ser cidadã do mundo, vai ;)
domingo, 25 de março de 2007
Tampa da azeitona
Já viram aquele comercial no qual a mulher abre a tampa da azeitona e em seguida fecha e leva para o marido abri-la, deixando-o satisfeito por ser necessário a ela (praticamente o Superman)?
Estava eu pensando que o homem quer ser sempre o ‘abridor da tampa de azeitona’, quer ser aquele que sabe mais, que pensa as coisas mais certas e racionais. Muitas vezes a mulher tem de fingir que realmente não consegue abrir a tampa da azeitona para dar a ele utilidade, e não só isso, mas também a satisfação de ser ‘superior’ na força, no pensamento e no que mais ele quiser.
Há quem diga que esse pensamento meu não condiz com os ‘tempos modernos’ (que nos trás vários avanços em termos de tecnologia e de graça vários desavanços em termos de humanidade), contudo não é difícil perceber ‘traços’ desse comportamento ‘machista’ (eta terminho batido) nos nossos pais, avôs, namorados (que ao menos tenha um só), professores, etc...
Claro, generalizações não são bem aceitas. Mas que a grande maioria cai no pecado de inflar o ego por abrir a tampa da azeitona, ahh cai. E há quem diga que é por esse motivo que mocinhas como eu (que abre a tampa por si mesma, obrigada), não se encaixa aos ‘padrões’ e...
Enfim, o que não se pode fazer é cortar o vidro da azeitona da lista de compras pensando que assim se livrará do problema.
Estava eu pensando que o homem quer ser sempre o ‘abridor da tampa de azeitona’, quer ser aquele que sabe mais, que pensa as coisas mais certas e racionais. Muitas vezes a mulher tem de fingir que realmente não consegue abrir a tampa da azeitona para dar a ele utilidade, e não só isso, mas também a satisfação de ser ‘superior’ na força, no pensamento e no que mais ele quiser.
Há quem diga que esse pensamento meu não condiz com os ‘tempos modernos’ (que nos trás vários avanços em termos de tecnologia e de graça vários desavanços em termos de humanidade), contudo não é difícil perceber ‘traços’ desse comportamento ‘machista’ (eta terminho batido) nos nossos pais, avôs, namorados (que ao menos tenha um só), professores, etc...
Claro, generalizações não são bem aceitas. Mas que a grande maioria cai no pecado de inflar o ego por abrir a tampa da azeitona, ahh cai. E há quem diga que é por esse motivo que mocinhas como eu (que abre a tampa por si mesma, obrigada), não se encaixa aos ‘padrões’ e...
Enfim, o que não se pode fazer é cortar o vidro da azeitona da lista de compras pensando que assim se livrará do problema.
sábado, 24 de março de 2007
Shiny happy people!

Esses seres encantados, praticamente Elfos, nasceram agora no início de março premiando a família de papai com a presença deles. O mais maravilhoso é a face desses meninos, são idênticos ao pai com 1 semana de vida! Tio nunca esteve tão feliz, aposto.
Leôcio e Mateus, piminhos fofos da fah! (tá, eu tenho direito de babar... ainda mais que não páro de olhar e olhar novamente as fotos desses meninos, abençoada seja a família ;).
E olha o perigo, eu corro o risco de ter gêmeos :P tá no genes...
quinta-feira, 22 de março de 2007
Way Back Into Love

I’ve been living with a shadow overhead
I’ve been sleeping with a cloud above my bed
I’ve been lonely for so long
Trapped in the past, I just can’t seem to move on
I’ve been hiding all my hopes and dreams away
Just in case I ever need em again someday
I’ve been setting aside time
To clear a little space in the corners of my mind
All I want to do is find a way back into love
I can’t make it through without a way back into love
Oh oh oh
I’ve been watching but the stars refuse to shine
I’ve been searching but I just don’t see the signs
I know that it’s out there
There’s got to be something for my soul somewhere
I’ve been looking for someone to shed some light
Not just somebody just to get me throught the night
I could use some direction
And I’m open to your suggestions
All I want to do is find a way back into love
I can’t make it through without a way back into love
And if I open my heart again
I guess I’m hoping you’ll be there for me in the end
There are moments when I don’t know if it’s real
Or if anybody feels the way I feel
I need inspiration Not just another negotiation
All I want to do is find a way back into love
I can’t make it through without a way back into love
And if I open my heart to you
I’m hoping you’ll show me what to do
And if you help me to start again
You know that I’ll be there for you in the end
sexta-feira, 16 de março de 2007
quinta-feira, 15 de março de 2007
Da nova velha rotina
As aulas já se encontram no fim de sua segunda semana e eu me encontro no clima de primeira semana ainda. Naquela de reencontrar amigos, de um dia novo atrás do outro, conhecendo professores (com certeza não são eles que andam faltando), e hoje até fiz minha primeira avaliação do semestre, em grupo, discutindo o que seria psicologia da aprendizagem (uma grande incógnita até esse momento).
Uma das melhores partes reside no fato de a LEJ (minha turminha amada de origem) estar junta de novo, e melhor, eu estar junto deles sempre. Ando me dando conta que não tem UMA aula ao menos que faça sem eles. Na verdade acabei de lembrar que faço sociologia da educação e filosofia da educação sem eles, mas tem os colegas da LEI pra balancear. E o clima é esse, de aproximação com os conhecidos, de aprofundamento de laços com os velhos e bons amigos.
Até sexta-feira passada fui eu ao Centro da cidade com Sue e JN atrás de livros pra leitura do semestre. Há tempos não nos encontrávamos os três juntos (há uns 2 semestres) e ainda mais fazendo programas fora universidade que nos cerca. Agora o primeiro evento do semestre pra reunir o grupo será justamente um pic-nic especial niver de Susan esta 2ªf, logo ela que esteve ausente de boa parte dos eventos da turma, das aulas, e etc... Pra se sentir que a união tomou conta do coraçãozinho das personas aleatórias.
A parte negativa é que simplesmente não consigo chegar no horário! 7:30h é cedo demais, e o pior é ter de lidar com dois ônibus saindo de casa 6:20 da manhã! É que simplesmente não ando conseguindo acordar antes das 6h, contudo o esforço terá de ser feito pois senão reclamação não faltará, capaz de me darem óleo de peroba de tão cara-de-pau de entrar tarde nas aulas sempre.
De negativo também é que meu livro de peças do Wilde terminou, e agora? Estava tão viciada em qualquer tempo me deleitar com seu refinado humor. Bem, livro pra ler é o que não falta, até agora contabilizo nove de leitura obrigatória. Nada mau, nada mau...
Uma das melhores partes reside no fato de a LEJ (minha turminha amada de origem) estar junta de novo, e melhor, eu estar junto deles sempre. Ando me dando conta que não tem UMA aula ao menos que faça sem eles. Na verdade acabei de lembrar que faço sociologia da educação e filosofia da educação sem eles, mas tem os colegas da LEI pra balancear. E o clima é esse, de aproximação com os conhecidos, de aprofundamento de laços com os velhos e bons amigos.
Até sexta-feira passada fui eu ao Centro da cidade com Sue e JN atrás de livros pra leitura do semestre. Há tempos não nos encontrávamos os três juntos (há uns 2 semestres) e ainda mais fazendo programas fora universidade que nos cerca. Agora o primeiro evento do semestre pra reunir o grupo será justamente um pic-nic especial niver de Susan esta 2ªf, logo ela que esteve ausente de boa parte dos eventos da turma, das aulas, e etc... Pra se sentir que a união tomou conta do coraçãozinho das personas aleatórias.
A parte negativa é que simplesmente não consigo chegar no horário! 7:30h é cedo demais, e o pior é ter de lidar com dois ônibus saindo de casa 6:20 da manhã! É que simplesmente não ando conseguindo acordar antes das 6h, contudo o esforço terá de ser feito pois senão reclamação não faltará, capaz de me darem óleo de peroba de tão cara-de-pau de entrar tarde nas aulas sempre.
De negativo também é que meu livro de peças do Wilde terminou, e agora? Estava tão viciada em qualquer tempo me deleitar com seu refinado humor. Bem, livro pra ler é o que não falta, até agora contabilizo nove de leitura obrigatória. Nada mau, nada mau...
quarta-feira, 7 de março de 2007
Quarenta e nove dias
Fico sem palavras pra retribuir a gentileza e hospitalidade de todo o povo que me acolheu tão bem em casa ponto que passava. Não posso reclamar de nada, nem de ninguém, todos foram ótimos, gentis e sorridentes... e etc, etc, etc. Ta, posso reclamar sim, to Italiano, pq ele está sempre reclamando de alguma coisa :P (cômico a cena dele discutindo e não concordando até do pai!). Também posso reclamar de em são chico durante o dia às vezes não ter quem visitar, pq estavam todos trabalhando!!! Mas eu dava meu jeito, puxava o Gustavo pela orelha e fazia ele sair de casa pra sofrer um pouco com o calor caminhando pela Babitonga.
A característica mais forte da viagem foi, sem dúvida, a variedade gastronômica, incluindo a quantidade que foi soberba. Resumindo: comi que me acabei! Foi bauru em Riogrande, foi mta pizza em são chico... Foi tanta, tanta coisa: sorvete, strogonof da carol, strogonof de sonho de sonho e valsa da prima (que aprendi a fazer, pasmem!), o famoso cachorrão que a mãe da Helen faz com maestria, a janta da sasa e aquele bolo inesquecível de sonho de valsa (aii dá até arrepio de lembrar), o almoço do Antonio com um molho de autoria do mesmo (tem de ser o presidente mesmo), a sobremesa divina que a Rafaela fez (amiga dos tempos da 6ªsérie), q comi sem pudores, fora o almoço dela (em pensar de estar almoçando na casa de uma amiga casada já, eu não sei nem fritar ovo direito!!!). Ficou pendente o bolo do Gustavo, isso pq eu dei um bolo nele (ai q trocadilho, se ele ler...hihihihi).
Bem, em todo lugar já falava dos meus planos de aprender a cozinhar pra presentear com meus dotes culinários aqueles que gosto e me trataram tão bien! EU VOU APRENDER A COZINHAR! E a Carol já me iniciou me colocando pra fazer a maionese, que coragem! E não podemos esquecer a cena do strogonoff no qual ela me deu um banho de creme de leite, pasmem!!!
É melhor parar de falar em comida...tá dando fome! E saudade... do clima de cada lugar, de cada casa que entrei e passei um tempo (booom tempo!). A despedida em cada canto era dolorosa, afinal um pedaço de mim ficava, um pedaço deles ia comigo. (oun, q clichê mais meigo!).
A idéia da Dani para um novo blog só com relatos da viagem é ótima, acho que em breve estarei trabalhando nisso (tem de ser breve mesmo, senão esquecerei tudo de vez). Gostaria de traçar um perfil de cada lugar, de reflexões em relação as pessoas com as quais convivi nesse tempo, essas coisas. Isso tudo pra eu mesma vir a ler depois e me deleitar.
E fico nessa... até breve! breve, breve...
A característica mais forte da viagem foi, sem dúvida, a variedade gastronômica, incluindo a quantidade que foi soberba. Resumindo: comi que me acabei! Foi bauru em Riogrande, foi mta pizza em são chico... Foi tanta, tanta coisa: sorvete, strogonof da carol, strogonof de sonho de sonho e valsa da prima (que aprendi a fazer, pasmem!), o famoso cachorrão que a mãe da Helen faz com maestria, a janta da sasa e aquele bolo inesquecível de sonho de valsa (aii dá até arrepio de lembrar), o almoço do Antonio com um molho de autoria do mesmo (tem de ser o presidente mesmo), a sobremesa divina que a Rafaela fez (amiga dos tempos da 6ªsérie), q comi sem pudores, fora o almoço dela (em pensar de estar almoçando na casa de uma amiga casada já, eu não sei nem fritar ovo direito!!!). Ficou pendente o bolo do Gustavo, isso pq eu dei um bolo nele (ai q trocadilho, se ele ler...hihihihi).
Bem, em todo lugar já falava dos meus planos de aprender a cozinhar pra presentear com meus dotes culinários aqueles que gosto e me trataram tão bien! EU VOU APRENDER A COZINHAR! E a Carol já me iniciou me colocando pra fazer a maionese, que coragem! E não podemos esquecer a cena do strogonoff no qual ela me deu um banho de creme de leite, pasmem!!!
É melhor parar de falar em comida...tá dando fome! E saudade... do clima de cada lugar, de cada casa que entrei e passei um tempo (booom tempo!). A despedida em cada canto era dolorosa, afinal um pedaço de mim ficava, um pedaço deles ia comigo. (oun, q clichê mais meigo!).
A idéia da Dani para um novo blog só com relatos da viagem é ótima, acho que em breve estarei trabalhando nisso (tem de ser breve mesmo, senão esquecerei tudo de vez). Gostaria de traçar um perfil de cada lugar, de reflexões em relação as pessoas com as quais convivi nesse tempo, essas coisas. Isso tudo pra eu mesma vir a ler depois e me deleitar.
E fico nessa... até breve! breve, breve...
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