sexta-feira, 30 de novembro de 2007
no desconcerto do dia
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
São certas coisas...
Quem me via hoje na mudes não diria que estou atormentada com trabalhos, provas, documentações, processos, sociointeracionismo. Principalmente depois do expediente, após a festinha supresa para Luana, que ficamos Braços Fortes, 1ª secretária e eu conversando na esquina da Rua Mèxico com a Nilo Peçanha.
Falamos de um tanto... Comentários de nossa rotina na Mudes, sobre os alunos, os não alunos, apelamos pra 1ª secretária intervir por nós, falamos de África, Timor Leste (adivinha quem falou sobre isso), Hotel Ruanda, o risco de vida CMT, detentos, a moça com os 20, a saída da UERJ a noite, os escandalos das alunas. E olha que 1ª secretária estava muito atrasada pra faculdade. Mas parece que tem coisas que não podem ser adiadas: uma boa conversa.
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
(re)framing
Algo está dando errado. Sim, e não é com o outro, é comigo. Por que sintaxe não entra na mente? Por que não perdoo a primeira vista (e quando perdôo acabo perdoando a vista errada). Por que não consigo comprar presente? O que é de errado com a SINTAXE, meu Deus?! As coordenadas completivas de verbo me tiram do eixo, totalmente.
Liga não, só estou 'dramatizando'.
to the lighthouse
Mrs. Ramsay e Lily são o enredo mais interessante. Contudo elas não seriam tão interessantes se não fossem os outros, afinal estamos falando de um livro que fala de impressões, de pensamentos, tão somente. E é um 'tão somente' cheio de grandioso significado, de filosofia, reflexão e, principalmente, fluxo de consciência.
A Mrs. Ramsay é o símbolo de união do grupo, daquela que cuida de todos e os uni com algo em comum, além de exemplo de mulher vitoriana, protetora e cuidadosa; vai de encontro com a imagem de Lily, que se questiona sobre sua arte (será que mulher consegue pintar?), sobre o papel do casamento (ela definitivamente foi muito feliz sozinha) e sobre a imagem de Mrs. Ramsay, esta significando algo que Lily gostaria de ser, mas ao mesmo tempo questionando os traços da personalidade dele, como a mania de querer atar todos os que são simpáticos em casamento.
Sei que preciso de um tempo, preciso olhar para minha lighthouse e de uma epifania grátis no pacote. Nada mais.
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
furada sociointeracional
Sim, eles quase me queimaram no inferno...
ahahaha
domingo, 25 de novembro de 2007
Mania de comida japonesa
Aniversário de Sardex (minha colega de trabalho e amiga de tempo todo), eis que surge o convite pra todos irmos prestigiá-la em um restaurante japonês (nas terras longuínquoas do Méier). Ela já nos preparou a semana toda para o cardápio, e a maioria ia de Yakisoba (sabe-se lá como escreve esse treco). Tinha a grande questão que perpassava minha mente: comer o de lula e polvo ou não comer.
Na tarde de hoje nos encontramos na casa dela (sim, grande parte da turma q fazia tempo q não se reunia em peso) e de lá enfrentamos as lulas, polvos e etc. Iluminação baixa, pauzinhos na mesa (q foram impossíveis para eu usar), povo empolgadão e... As conversas... Bem, a Lívia já tinha dito que ficaria com vergonha da gente se começássemos a jogar alguma coisa na mesa do restaurante (isso pq eu falava de jogar imagem&ação na CASA da Sardex).
Mas disso, começamos a falar de futuro profissional, alguém falou de não querer dar aula de português, e aí falei dos meus alunos e do problema das aulas sobre sexualidade, daí pra gravidez na adolescência e....uma alma fala “mas nem sempre é culpa do jovem, é da camisinha, q estoura”, então eu rechaço “mas isso é difícil”, a pessoa completa “não é nada, só semana passada foram 2 de um pacote com
Depois de Lív Mary salientar que estávamos num lugar público (oras, eu só queria ajudar!!!), teve o jogo aleatório de Ísis de que não se pode falar palavras começadas nem com C ou S ou compostas, senão toma uma porradinha de vodka(?). Óbvio q nada de vodka (por favor!).
Nessa altura o yakisoba foi quase todo (não coube tudo), já planejávamos o amigo secreto, o churrasco de final do ano (sim, VAI SAIR!) no sítio do Thi e ao lado dos frutos do mar e peixes crus dividimos VIDA que há tempos que andava tão desconectada uma do outra.
Tomo mérito para Renata!
sábado, 24 de novembro de 2007
A Mania de Tropa
Eu não sei o que tem de tão especial na Tropa de Elite, mas seja lá o que for, virou mania. Agora todos são fanfarrões, querem ser capitão Nascimento, admiram a dificuldade que se tem dentro da tropa, fazem piadas sobre a tropa... Tudo é uma elite só.
Falando no Capitão, mtos só reconhecem o talento de Vagner Moura agora, contudo já faz tempo que ele vem se destacando com um galã (?) de cinema.
O último grande feriado do ano
“A família precisava desse tempo; a família está abrindo”
No último grande feriado do ano antes das férias todos ficamos
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
Como caixas chinesas
Achei lindo, por demais.
domingo, 18 de novembro de 2007
amor nos tempos de windows...

Faz algum tempo venho desenvolvendo teorias aleatórias sobre relacionamentos. Claro, elas sempre escapam a coisa mais pura, ao namorico de portão, essas coisas com cheiro de mato. Faço essa divisão também comprovando com dados empíricos que aqueles que não pensam muito na vida e seguem na simplicidade do guardador de rebanho, têm mais paz de espírito sim. Já aqueles, condenados a vida pós-moderna-contemporânea, se inquietam e se chocam consigo mesmo em relação a ‘amar ou amar: o que é isso mesmo?’.
Bem, o que é amor? Isso não posso responder. Mas posso dizer que vejo diferentes visões confrontando: a) A tradicional: amar é... e aquele monte de senso comum que incluem ficar no pé da pessoa o dia inteiro, ter de desejar a pessoa a todo momento, até quando não esteja a fim (fingir é tudo), ter de declarar o amor diante de tudo e todos, no mais, todos conhecem o resto; b) A contemporânea: O amor é líquido, “amar é” pode significar ser egoísta (quando um quer adiantar suas coisas e por isso não fica falando por horas no telefone com o outro falando nada), ser prático (cada um na sua casa, no seu canto e somos felizes), ser objetivo (olha, eu te amo, mas não dá par aturar esse seu chulé mais!).
sábado, 17 de novembro de 2007
dos hermanas



Fahlecimento do feriado
Sabe como é, os dias passam devagar, quase arrastando e nos levando junto para um limbo sem fim. Creio que seja o cansaço de tudo. O cansaço de se achar estar chegando a algum lugar e quando se vê, foi quaaaaase. Um quase redondo que desce quadrado.
Estou cansada de ficar em casa, de não fazer nada em casa (embora faça muita coisa), um nada que se definiria como ‘tudo igual’. Corrigir trabalhos, estudar pra port (eu odeio sintaxe com toda minha alma), ver filmes, vir pra internet e falar com ngm. Escuto também as mesmas músicas, já que não tenho paciência pra baixar outras.
Ademais, no geral, é tudo diferentemente novo. A turma da faculdade se arrasta, a faculdade se arrasta, eu me arrasto. Não era pra eu estar terminando esse final do ano? Eu acho que sim, pq o prazo de validade da minha paciência está vencendo ininterruptamente.
Além disso, escuto pérolas interessantíssimas da minha irmã: “é Fabíola, eles (papai e mamãe) não me deixam ir no show de XXX (sei lá quem). Não nos deixam sair pra lugar nenhum. Mas vc, vc não liga, vc não gosta de sair, vc pode ficar o tempo todo em casa que vc não liga. Eu não sou assim, né.” É, como eu sou monótona! Como eu passo essa imagem de monótono! Ai, minha vida, sou muito bege!!!
Não é uma pequena morte, é uma enorme mesmo, mas dá prazer do mesmo jeito.
quinta-feira, 15 de novembro de 2007
tudo que quer de mim é demais
Minha irmã estava escutado essa música, achei das mais agradáveis. Disse q amo minha irmã hoje? Eu amo, a amo, amo muito.
quarta-feira, 14 de novembro de 2007
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
Quer saber palavrões em grego?
E citando o próprio:
"A linguagem obscena, como sabiamente afirma Christidis, é necessária a qualquer comunidade: apesar de moralismos onipresentes que a contrastam, esta é uma maneira de estabelecer contato e favorecer a expressão, tanto para a criação de intimidade quanto para a intimidação de adversários e inimigos ou a ridicularização de oponentes."
Tenho um amigo tão clássico... até pra obscenidade: em grego.
:P
