Fazia tempo que não saíamos em família, assim todos juntos, por tanto tempo. Tem certas coisas que permanecem as mesmas. A mania de regular um ao outro, mamãe perguntando se EU não esqueci nada, irmã perguntando se não posso trocar de música, papai perguntando se é aquele caminho mesmo. Eu sempre tentando responder a todas as questões.
Também continuo muito protetora com minha irmã, apesar dela ser bem mais alta do que eu saber se defender muito bem. Por chamar atenção (infelizmente mtas vezes negativa), ficam esses homens olhando assim, encarando. Eu, num momento leoa com seus filhotes, parei na frente dela, encarei o moço babão e fiz cara feia. Ele virou e comentou algo com o amigo, os dois me olharam. Ahh, eu mantive firme minha posição. Creio que tem de ter respeito com o tipo de olhada que se dá a alguém, qualquer alguém, em qualquer idade. E aquela olhada não foi de respeito... E qual o por quê disso, seria por ser mulher?? Ou por não ter nenhum homem no bando?? Seja qual for a explicação, não me dei por conformada e exigi respeito através de olhar explosivo.
Bem, seguindo em frente, chegamos a Rio das Ostras. Adoro estar dentro do carro, vendo a paisagem passar, pra mim essa é uma das grandes diversões. Com uma boa música então, aí que se vai longe nos pensamentos. E tudo penso, penso em tudo... Conversa sobre nada, conversa sobre nós. Meu pai que se estranha com minha irmã, minha irmã que se estranha com meu pai. Eles são tão iguais, sai faisca... Eu quieta. Eu degusto cada momento.
Meu pai dizia há tempos que a família está abrindo. Eu voltei, minha irmã continua, minha mãe continua, meu pai continua. Se depender de mim, o "nós" continua, apesar de sermos tão iguais.
domingo, 26 de abril de 2009
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Coisas de música
Nostalgia: quando estava na idade de ouro com meus amigos de FURG lembro-me bem que era um costume cantar canções aleórias pelas "pilaxtrax" da "FUG". Uma delas era a Hunter da Dido. Certa vez, voltando na semana de letras de Santa Maria, Lukita e eu cantamos essa inteirinha. Com certeza o Italiano deveria implicar com alguma coisa em relação a letra da música (peçonha, peçonha).
E o mundo dá voltas, e quem diria Lukita e eu estariamos cantando novamente.
Tentei pegar o clip oficial, mas youtube tá difícil, então vai o paraguaio!
E o mundo dá voltas, e quem diria Lukita e eu estariamos cantando novamente.
Tentei pegar o clip oficial, mas youtube tá difícil, então vai o paraguaio!
Jardim Botânico
Clarice estava certa, Jardim Botânico é lugar de epifania. Da alma, do corpo, da desautomatização da vida.
segunda-feira, 20 de abril de 2009
O íntimo da noite
Saindo de vários pontos do Rio de Janeiro, deslocavam-se todos para um ponto iluminado na noite carioca, a Lapa. Eles se ajustavam para o encontro em horários distintos, questões diferentes. Identidade, relacionamento, existencialismo, vaidade, ansiedade. Todos queriam adentrar a bolha social, introduzir seus convidados e fugir do autómatico cotidiano pesado e cinza. Cada núcleo em horário diferenciado. Cada um na expectativa do que seria aquela noite. Lapa, noite carioca, outono, barzinho de luz baixa e musiquinha brasileira da agradável. Então, os sorrisos, os abraços, o reencontro. A gostosura dos olhares, a afabilidade de uma noite generosamente estrelada, iluminada especialmente para uma rodada de prazerosas conversas. Então, depois do gelo inicial de cada chegada, os assuntos começam a fluir. Fluir... Delizam dos lábios, de tudo! Muita música, versões inéditas de Faroeste Caboclo, canções do Chaves, entre outras. O momento de silêncio, as trocas de lugares... E veio a lágrima furtiva da moça bonita ali no canto. E o motivo, ela deixou pra mistério, mas o bom é ver que não nos embrutecemos, vem a ternura, vem “quer um abraço”, vem a cumplicidade de olhares fervorosos por entendimento, por reconhecimento, por engrandecimento humano.
Esta noite serviu para conhecer não ao desconhecido, mas ao que esteve sempre ali, na nossa frente e nós não olhamos. Para aquele que pegou nossa mão e beijou e desviamos o olhar sem graça. A cortesia atingiu o limite do si mesmo. Aquela lágrima, por quê... Porque precisava alertar a mim mesma, como a barata ajudou Clarisse, a entender a minha condição de tão nada, de tão tudo, de tão efêmera, de tão só. Só. Terminei só. Noite linda, praça XI, a vinda, ponte vazia, o menino do ônibus, a moça bonita dormindo, e eu... Pensando na conversa em inglês, na cena de filme que fizemos ali, sonhando. E eu, tão indigna do seu olhar, pensei, fui eu quem desviei.
Esta noite serviu para conhecer não ao desconhecido, mas ao que esteve sempre ali, na nossa frente e nós não olhamos. Para aquele que pegou nossa mão e beijou e desviamos o olhar sem graça. A cortesia atingiu o limite do si mesmo. Aquela lágrima, por quê... Porque precisava alertar a mim mesma, como a barata ajudou Clarisse, a entender a minha condição de tão nada, de tão tudo, de tão efêmera, de tão só. Só. Terminei só. Noite linda, praça XI, a vinda, ponte vazia, o menino do ônibus, a moça bonita dormindo, e eu... Pensando na conversa em inglês, na cena de filme que fizemos ali, sonhando. E eu, tão indigna do seu olhar, pensei, fui eu quem desviei.
domingo, 12 de abril de 2009
Feriados, feriados...
Tenho de marcar bem esse feriado de páscoa pq senti os extremos que um feriado poderia me trazer. O extremo do descanso e da chateação. O extremo do dever e da consciência.
Ser humano não é fácil de entender. Menos ainda anos depois de que conhece alguém. Depois de amigos de faculdade, de bons amigos, muito menos depois de amigos íntimos. Aí, veio a TPM e tudo que seria um tantinho, virou um tantão desproporcional ao tamanho territorial do brasil. Me remoí em pensamento, fiz conjecturas absurdas e tentei desentender o significado todo das poucas palavras.
No final, eu fiquei com aquela máxima que diz q bonzinhos se dão mal. E se dão mal mesmo os bonzinhos q não falam o q tinham de responder na careta, sem rodopios. Ah, eu vou responder sim, e vomitar todas aquelas sentenças não tão bem quistas para o ego e aceitação de ninguém.
Eu preferia ter tido uma sexta-feira normal.
Ser humano não é fácil de entender. Menos ainda anos depois de que conhece alguém. Depois de amigos de faculdade, de bons amigos, muito menos depois de amigos íntimos. Aí, veio a TPM e tudo que seria um tantinho, virou um tantão desproporcional ao tamanho territorial do brasil. Me remoí em pensamento, fiz conjecturas absurdas e tentei desentender o significado todo das poucas palavras.
No final, eu fiquei com aquela máxima que diz q bonzinhos se dão mal. E se dão mal mesmo os bonzinhos q não falam o q tinham de responder na careta, sem rodopios. Ah, eu vou responder sim, e vomitar todas aquelas sentenças não tão bem quistas para o ego e aceitação de ninguém.
Eu preferia ter tido uma sexta-feira normal.
terça-feira, 17 de março de 2009
Namorinho de portão
Estava eu voltando da minha rotina estudantil, escutando meu som autistamente falando (e ainda cantando) quando olho na pracinha do Barreto (bairro divisa entre Niterói e São Gonçalo), uns casais no coreto. Olho de soslaio primeiramente e logo fixo os olhos e dou um suspiro. Namorinho de coreto é algo de nostálgico. Aquela coisa bem mãos dadas, querendo definir se é gostar, se é amor, se é pra casar... Ou se é simplesmente bom de beijar.
Lembro dos tempos de São Chico, quando saiam os casais e ficavam no coreto... (aonde eu estava, nem te digo). E fivam lá, efemeros casais, eternos casais, casais do daqui a pouco ou do acaso. Todos juntos, no mesmo status de "namoro de coreto". Uns namoricos desses eram só pelo dia. Outros dali desenvolviam para anos de história. Eu testemunhei tudo...
Sinto muito não ter tido meu namorico de coreto.
Lembro dos tempos de São Chico, quando saiam os casais e ficavam no coreto... (aonde eu estava, nem te digo). E fivam lá, efemeros casais, eternos casais, casais do daqui a pouco ou do acaso. Todos juntos, no mesmo status de "namoro de coreto". Uns namoricos desses eram só pelo dia. Outros dali desenvolviam para anos de história. Eu testemunhei tudo...
Sinto muito não ter tido meu namorico de coreto.
sexta-feira, 13 de março de 2009
Da volta
Rio de janeiro, março de 2009. Já é a terceira semana de aula na UFRJ, entre professores que nunca aparecem, reencontro com colegas de outros carnavais e novos laços sendo formados. De princípio achei tudo bem opaco. Agora está começando a ficar cintilante novamente.
Outro dia passei no departamento de anglo-germânicas e me deparei com o reconhecimento. Ao encontrar minha ex-orientadora (que quer voltar a ser atual), a impolgação que até me senti mais importante que o normal. Abraços, beijinho e um “graças a Deus você está de volta”.
Eu volto, e volto mais confiante, mais complacente (nossa, mais ainda...), mas não tão boba (emprestar aposlila, nunca mais, mto menos provas marcantes) e sem medo de enfrentar os professores ditadores (ditadura virou minha especialidade). Agora, quero ver no meio disso tudo ainda ter aquele tempinho para dar atenção ao humilde blog... Olha q estamos em um ano ímpar!
Outro dia passei no departamento de anglo-germânicas e me deparei com o reconhecimento. Ao encontrar minha ex-orientadora (que quer voltar a ser atual), a impolgação que até me senti mais importante que o normal. Abraços, beijinho e um “graças a Deus você está de volta”.
Eu volto, e volto mais confiante, mais complacente (nossa, mais ainda...), mas não tão boba (emprestar aposlila, nunca mais, mto menos provas marcantes) e sem medo de enfrentar os professores ditadores (ditadura virou minha especialidade). Agora, quero ver no meio disso tudo ainda ter aquele tempinho para dar atenção ao humilde blog... Olha q estamos em um ano ímpar!
sábado, 7 de março de 2009
O bloqueio
Creio que há muito tempo não venho aqui para não ver o legado da minha própria pobreza. Pobreza ou preguiça. Fugindo de mim, fugindo de mim cada vez mais. O bloquei continental chegou até mim, e não pude me ver mais; só a cara no espelho, sem alma. Sem alma, sem personalidade, sem caráter. Distante do que era tão precioso pra mim, distante e sem sentido.
O bloqueio chegou, não sei sobre o que escrever, mas o irônico é que sinto aquela necessidade inevitável permeando a mente fustigada pelos absurdos do cotidiano. Talvez o bloqueio seja necessário para que me centre... OU para que nem tente ser centrada, já que provei não ser boa nisso mesmo. Não quero mais filmes, não quero mais livros, não quero internet, não quero musicar. Eu quero tanto eu mesma, pode ser no estado liquido.
Voltei à faculdade e senti que todos me olhavam indiferentes. Isso era tão somente o reflexo da minha própria indiferente que olhava para todos com o ar de quem pertence àquilo. Eu não pertenço mais, desculpa. Desculpa, afinal aquilo era meu, a sensação de pertencer... De ser, de estar. Antes era verbo transitivo, agora sou transitivo indireto. Tenho necessidade de objeto.
E me diz, pertenço a que lugar e a quem?
O bloqueio chegou, não sei sobre o que escrever, mas o irônico é que sinto aquela necessidade inevitável permeando a mente fustigada pelos absurdos do cotidiano. Talvez o bloqueio seja necessário para que me centre... OU para que nem tente ser centrada, já que provei não ser boa nisso mesmo. Não quero mais filmes, não quero mais livros, não quero internet, não quero musicar. Eu quero tanto eu mesma, pode ser no estado liquido.
Voltei à faculdade e senti que todos me olhavam indiferentes. Isso era tão somente o reflexo da minha própria indiferente que olhava para todos com o ar de quem pertence àquilo. Eu não pertenço mais, desculpa. Desculpa, afinal aquilo era meu, a sensação de pertencer... De ser, de estar. Antes era verbo transitivo, agora sou transitivo indireto. Tenho necessidade de objeto.
E me diz, pertenço a que lugar e a quem?
terça-feira, 28 de outubro de 2008
"o amor eh que liberta, ja dizia o profeta"
Ja falei do Gentiliza nesse blog, mas repito o assunto pq achei esse video da Marisa Monte no youtube e fiquei encantada. Aquelas tomadas no final da Av. Brasil com a Marisa Monte no onibus descreve perfeitamente minhas voltas pra casa da UFRJ, tentando ler as palavras nas paredes escritar por Gentileza.
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
Vou-me embora pra Pasargada...
La nao serei a amiga do rei, serei a rainha propria da minha vida. Vou-me embora pra Pasargada. Terei acento e cedilha, ensinarei portugues, arriscarei no ingles e serei feliz no Rio cor de gris mais colorido do mundo.
Vou pra la, e eh pra agora. Agora no fim do ciclo nosso, no inicio meu. Quando tiver data te conto. Quero ser esperada no aeroporto com balao colorido e tudo. Ver cores, colorir meu mundo.
Pasargada, chega logo!
Vou pra la, e eh pra agora. Agora no fim do ciclo nosso, no inicio meu. Quando tiver data te conto. Quero ser esperada no aeroporto com balao colorido e tudo. Ver cores, colorir meu mundo.
Pasargada, chega logo!
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Como voce se ve?
Esses bonequinho cabecudos dos orkut servem para uma bela reflexao etnica de como as pessoas se veem. Andei notando a presenca massiva de bonequinhos q deveriam refletir o dono e que apresentam a "pele" de tom mais claro. Isso mais faz lembrar que certa vez conversando com uma amiga (cujo nome nao revelerei, mas ela nunca leria o blog mesmo) na UFRJ sobre tons de pele e ela (que possui um tom de pele mais escuro q o meu, por sinal uma cor bonita e definida, ao contrario do meu moreno amarelado, e dizia que ela tinha meu tom de pele, que por sinal era branca (pq ela nao conviveu com os branquelos de rio grande :P. Eu olhei atonita e concordei embarassada, pq o q eu vi mesmo ali foi um grande dose de preconceito.
Do mesmo modo, venho notando como as pessoas tendem a "embranquecer" a pele na tentativa de aparecer mais atrativos (talvez). Eu sei que eh bem interessante observar como cada pessoa se percebe e ver que no final a grande maioria quer se encaixar naquele esteriotipo de beleza que todo mundo conhece como o (teoricamente) mais bonito.
Do mesmo modo, venho notando como as pessoas tendem a "embranquecer" a pele na tentativa de aparecer mais atrativos (talvez). Eu sei que eh bem interessante observar como cada pessoa se percebe e ver que no final a grande maioria quer se encaixar naquele esteriotipo de beleza que todo mundo conhece como o (teoricamente) mais bonito.
domingo, 21 de setembro de 2008
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
Hoje eh dia de fahxina
Domingo quando nao passo comprando, passo limpando.
Minhas costas doem!
Vou ver tv agora e depois continuar na guerra dos mundos de leitura.
Bem contemporaneo esse post, em homenagem ao carcamano.
Minhas costas doem!
Vou ver tv agora e depois continuar na guerra dos mundos de leitura.
Bem contemporaneo esse post, em homenagem ao carcamano.
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Bobeirinha - parte II
Pois entao... se lembra dessa bobeirinha aqui. Fiz novamente e olha a Jessica Alba de novo! A culpa nao eh minha Italiano :P
| http://www.myheritage.com/collage |
Se renda a estrada de santos...
Essa versao encontrei sem querer no meu MP3 player (da pra sentir como eu me ligo em q musicas coloco la) e simplesmente me apaixonei. Impossivel nao escutar varias vezes e Sentir a vibracao da cancao.
Essa eh minha trilha do momento, quica do futuro.
youtube rules! :P
Garota Corrompida

Estou sendo corrompida pela sociedade canadense. Adivinha minha diversao de domingo. Ir por banquinho da praça namorar? Ir pro cineminha ver o filme da moda? Ir pra gandaia com os amigos? Que nada... Meu negocio agora é ir pra shopping center.
Tudo começou no Tilicum Mall, numa tarde sem fazer nada, vi umas sainhas bonitinhas (e que combinaram com meus quadris) e resolvi adotar o estilo saiota de ser. Mas pra isso tinha-se também que aprimorar com blusinhas e sapatinhos, pronto, foi-se mais consumismo. Quando vi... De grão em grão a galinha enche o papo. Chegou ao ponto de eu nem usar mais direito as roupas que trouxe do Brasil.
Então, comecei a pular de shopping em shopping. Fiz a limpa do Bay Center (ai, bota como te quero) e agora to no Mayfair garantindo as novidades do Fall, decidindo se compro um daqueles tenis de marca (eu nao gosto de tenis – mas é isso do q o comumismo é feito, de comprar coisas que vc nem gosta), ou os sapatinhos vermelhinhos, ou as scarfs coloridas (que nao seja tudo junto).
Estou vivendo o sonho da minha irmã, de provador em provador, de preto e branco ao verde grama, do vestido à jaquetinha, matando o tempo brincando de trocar roupa de barbie.
A grande marca do Canada em mim, quem diria, é o consumismo!
Sai de mim dimonho, pq desse jeito não há renda q aguente.
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Reparei agora, 10 dias pro meu aniversario e os planos ate la:
- perder os 2kg q ganhei so de comer cookies;
- preparar uma festa de aniversario pra mim (ja q nao tenho mamae);
- escrever um post bem legal sobre a nova idade.
tem outras coisas, mas nao consigo me lembrar de nada de util.
"arte eh inutil" (ou nao).
keep in touch!
- perder os 2kg q ganhei so de comer cookies;
- preparar uma festa de aniversario pra mim (ja q nao tenho mamae);
- escrever um post bem legal sobre a nova idade.
tem outras coisas, mas nao consigo me lembrar de nada de util.
"arte eh inutil" (ou nao).
keep in touch!
Encalhei no Canada
Alerta, alerta, baleia encalhada no inner harbour de Victoria city. Soy yo mesma que me encontro encalhada aqui ate dezembro (isso q diz o visto novo que chegou).
Estou feliz com minha viagem. Sinceramente, baita chance. Canada eh lindo, pessoas sao educadas, cidade eh limpa, e os motoristas nao passam por cima de vc. Ah, a carteira de motorista so custa 75 dolares! (e provavelmente se tem mais chance de passar do que no brasil com as impendengas do detran). Risco de assalto no onibus, quase zero. Well, do que tenho de reclamar entao?
Claro... EU tenho de reclamar. Victoria... beautiful Victoria, boring Victoria... Depois de (perdi a conta) 8 meses,depois de inverno, primavera, verao; depois de amigos irem e virem do curso de ingles... Quero “home”. Quero país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza (pode pular a parte do carnaval).
Eh engracado, lembra quando eu falava do Rio como cidade cinza? Pois eh, agora eu penso no Rio cheio de cores, de cheiros, de vida. Penso no Rio movimentado, sonoro e sorridente. Penso no Rio que tem papai, mamae, maninha e que fica mais perto dos amigos de longe. Eu penso no Rio, penso como gosto dele, como ele eh gostoso na sexta a noite depois do trabalho, ou no domingo de manhã ensolarado, eu reclamando do abafado.
Enquanto isso, vou passear com o novo estudante mexicano. Nao eh Gael, mas eh bem legal.
Estou feliz com minha viagem. Sinceramente, baita chance. Canada eh lindo, pessoas sao educadas, cidade eh limpa, e os motoristas nao passam por cima de vc. Ah, a carteira de motorista so custa 75 dolares! (e provavelmente se tem mais chance de passar do que no brasil com as impendengas do detran). Risco de assalto no onibus, quase zero. Well, do que tenho de reclamar entao?
Claro... EU tenho de reclamar. Victoria... beautiful Victoria, boring Victoria... Depois de (perdi a conta) 8 meses,depois de inverno, primavera, verao; depois de amigos irem e virem do curso de ingles... Quero “home”. Quero país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza (pode pular a parte do carnaval).
Eh engracado, lembra quando eu falava do Rio como cidade cinza? Pois eh, agora eu penso no Rio cheio de cores, de cheiros, de vida. Penso no Rio movimentado, sonoro e sorridente. Penso no Rio que tem papai, mamae, maninha e que fica mais perto dos amigos de longe. Eu penso no Rio, penso como gosto dele, como ele eh gostoso na sexta a noite depois do trabalho, ou no domingo de manhã ensolarado, eu reclamando do abafado.
Enquanto isso, vou passear com o novo estudante mexicano. Nao eh Gael, mas eh bem legal.
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
E... eu acho que eu sumi
Chegou setembro, meu mes (e de mta gente). Adoro setembro pq sempre teve cara de primavera, mas agora tem cara de outono. Nunca outono foi tao charmoso. Andando pelas ruas, vendo as cores mudarem, verdadeiramente me animo. O vento ainda nao esta tao frio, entao da pra usar um casaquinho leve e ir por ai. Tem cor, isso q importa. Agora as criancas voltam a escola, com toda sua impaciencia pelos onibus a fora. E eu observando tudo, espectadora.
Outro dia pela manha, uma adolescente insegura de seu destino no primeiro dia de aula foi perguntar logo pra mim ( a carioca aleatoria)onde ficava um high school Fulado De Tal. Claro, eu nao sabia...Eu queria ter sabido, afinal me senti bem tendo sido perguntada por algo. Nao foi a primeira vez q me perguntam algo, mas... Gostei dessa vez por ter me sentido segura pra dizer q nao sabia. Eu estou feliz falando ingles, pensando em ingles, ate sonhando em ingles... Namorar em ingles tambem eh bueno.
Outro dia pela manha, uma adolescente insegura de seu destino no primeiro dia de aula foi perguntar logo pra mim ( a carioca aleatoria)onde ficava um high school Fulado De Tal. Claro, eu nao sabia...Eu queria ter sabido, afinal me senti bem tendo sido perguntada por algo. Nao foi a primeira vez q me perguntam algo, mas... Gostei dessa vez por ter me sentido segura pra dizer q nao sabia. Eu estou feliz falando ingles, pensando em ingles, ate sonhando em ingles... Namorar em ingles tambem eh bueno.
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
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