domingo, 29 de junho de 2008

quero

Tem alguma coisa errada. O cinza dessa letra não me apetece. Não me apetece o bolo de chocolate que acabei de fazer. Não me apatece ficar aqui no computador ou no abafado do quarto. Menos ainda me apetece sair pra rua, pq aí seriam confabulações demais na minha cabeça me fazendo esquecer o que não quero por agora.

Inquieta. Inconstante. Impaciente.

Em dois segundos quero que o mundo inteiro passe por mim, me gire de cabeça pra baixo e me faça não entender o que quero, pois quer NÃO querer. Quero NÃO poder. Quero NÃO enxergar. A negação assim, em tudo.

Quero saber, se você soubesse o que eu quero, ainda iria querer o mesmo.

Não tenho ponto de interrogação. Minha questão acabou.

change

Pela primeira vez em mtos anos de vida eu me encontro sem ter hora pra acordar pra ir pra escola. Ou hora alguma, afinal me encontro em minhas férias escolásticas bem esticadinhas.
Isso não seria um grande caso SE eu não fosse do tipo de pessoa que simplesmente adora o ambiente estudantil. Com isso, não foi por acaso que sem querer querendo acabei optando por virar professorinha. A idéia era correr contra o tempo, virar professora logo, ter carreira e aquela coisa toda. A idéia não mudou, a diferença é que a pressa é inimiga da perfeição. Digo isso principalmente pq me vejo parada, girando em mim mesma a procura de um sentido ou não-sentido pra tudo que se vive. A questão é, já que o fim é inevitável, pq não esticá-lo mais um pouquinho...
O fim da faculdade se dará em breve, mas o breve vai provavelmente (tudo tão imprevisível) durar por mais 6 meses. Depois desse tempo eu coloco o fim a minha fase de fazer nada no país vizinho. Ou não, vou pra outro fazer alguma coisa.
O caso é que enquanto fazia faculdade, apesar de todas atribulações (que não foram pouquinhas, principalmente com a minha mania workaholic), eu sempre queria mais e mais. Agora, fazendo praticamente nada (apesar de ter mto o que fazer), sinto só vontade que isso passe logo... Mas que seja bem passado, com bastante alegria no percurso e aproveitando o que posso do país bege.

quinta-feira, 26 de junho de 2008

o fim da era de aparelho nos dentes

Depois de dois anos e muitas aventuras na cadeira do ortodentista finalmente estou livre dos ferrinhos nos dentes. Foi meio custosa essa tirada triunfal, quase perguntei se eles aceitavam um rim como pagamento, contudo, tem certas coisinhas que não aceitam 'depois' para acontecer. Meus dentes estavam gritando todo noite ao meu ouvido para que tirasse as amarras que os impediam de se sentir livres.
Com isso, fui ao consultório do dr. Ducan, tudo lilás, bonitinho, moderno, espaçoso. Tudo bem explicado tb, passo a passo, tão bem explicado que já perdia a paciência, só queria saber de tirar a coisa cinza logo. Foi aí que começou o trec-trec, tira aqui, tira ali, uma impressão que meus dentes superiores da frente iriam quebrar com tanto trec. Logo, enfim livre. Fui ao espelho pra fazer algo que nao entendi o que era, mas que por instinto presumi que era pra bochechar. E veio o primeiro sorriso, os primeiros 30 segundos de amor a primeira vista, de encanto e borboletas no estômago: aquela era meu sorriso, então, branco, coeso, charmoso. Sorriso branco. Sem ferrinhos, sem nada para esconder sua forma: um sorriso puro. Não era simplesmente a vaidade nessa vida, era a beleza dessa vida. Era descobrir, depois de tanto tempo, que eu tinha um sorriso, um sorriso só meu, só branco.
Adeus dor, adeus borrachinhas, adeus comida agarrada nos ferrinhos. Agora comemoro o sorriso novo usando fio-dental sem passa fio, mordendo uma maça sem sentir incomodo, sorrindo pra mim mesma no espelho do carro, como se tivesse descoberto em mim mesma algo de brilhante, mas que não é prateado, é dourado.

quinta-feira, 19 de junho de 2008

ONCE

Um dos filmes mais bonitos que já vi. Um romance de um rapaz e uma garota pelas ruas de Dublin atados pelo amor a música. É simples, é cheio de sentimento... Todas as músicas do filme são boas. São cheias de alma, de sentido, de procura.





Nessa música "Falling Slowly" (ganhadora do oscar de melhor cançao 2007), a primeira linha faz todo sentido no contexto, "I dont know you, but I want you...", podemos testemunhar o momento exato em que ele se apaixona por ela.

a blusa lilás

Depois de tanto tanto coloquei aquela blusa lilás que tanto gostei desde que a primeira vez a vi quando tinha 14 anos. Acabei usando-a na minha festa de debutante, festinha entre amigos a qual nem fazia questão. A blusa é daquele tipo de botão, geralmente se vê de cor branca, mas essa é lilás. Claro, não é difícil adivinhar o porque dela ter chamado minha atenção. E como grande parte da roupa que tenho, ela foi um presente de aniversário. Quando a visto eu me sinto bem. O bem que me sinto refleto no outro, parece, pois sempre chama atenção daquele que vê. Ao mesmo tempo, me sinto transparente, me sinto da mesma cor, aquela cor, lilás, realça e ao mesmo tempo é minha pele. Minha pele por dentro, sempre. Por pouco não a trazia pois depois de anos de serventia fiél um botão caiu. Mamãe, com toda sensibilidade, pregou o botão imediatamente, sem a blusa lilás ela saberia que não poderia vir.
Como nos apegamos fácil a tudo... Mas acho que essa coisa com a blusa é somente por conta do inusitado da cor, como se saisse simplesmente de mim.

vida longa ao chino!

Nunca fui de frequentar restaurantes. Para dizer a verdade, eu nunca gostei de ir a restaurantes, na medida em que a comida de mamãe sempre foi um deleite para mim. Contudo, um dos hábitos adquiridos pelos pagos nortistas foi o de frequentar, de vez em sempre, um restaurantezinho para matar a rotina da minha própria comida.
Com isso, estive experimentando umas comidas bem exóticas como indiana, vietnamita, chinesa, japonesa, dentre outras que não irei lembrar, além dos pubs da vida. Apesar de gostar de todas elas, quando penso em comer fora só penso em um destino: o restaurante chino.
Nem ao menos seu o nome do restaurante, sei que fica no Save on Food do início de Victoria West, restaurante bastante espaçoso e frequentando, do tipo buffet livre (pagou, come a quantidade que quiser). Quando vou lá já fico na expectativa de comer o polvo frito a milanesa, camarão apimentado, dentre outros quitutes que nem ao menos tenho idéia de como seria feito. E quando vou decidir junto com amigo aonde vamos comer, repassamos todos os restaurantes que conhecemos de cabeça, pensamos em restaurates novos, mas sempre terminamos no chino!
Bem, hoje eu fiz uma teoria do motivo que sempre me encontro compelida a ir lá. Simples, todo lugar que eu vou e como algo que vejo que possivelmente eu mesma posso fazer, já não sinto tanta vontade de retornar. Deste modo, é no chino que tem os quitutes que não faço a mínima idéia de onde sairam, com qualidade e um preço bem razoável.

terça-feira, 17 de junho de 2008

Larga tudo e vai!

Voce largaria seu emprego estabilizado com bom salário, pararia sua faculdade faltando pouco pra terminar e iria passar um ano em outro país só pra melhorar o idioma? Bem, voce, brasileiro, provavelmente nao faria isso (quiça nem eu ), mas os asiáticos, sem dó nem piedade, se aventuram pelo canadá (dentro outros países), deixando nao só família e amigos, mas até mesmo o próprio colégio.
Quando se pensa em ir pro exterior, um jovem no brasil vai escolher estrategicamente o mes de ferias. Contudo, aqui eles nao entendem pq se fica só um mes no pais alheio e nao ao menos 4 meses.
Alguém vai dizer, ‘a vida no Japao é mto mais estável q no brasil`. Contudo, o q explica os coreanos fazerem isso com uma grande frequencia? O caso q mais me deixou abismada foi a dos irmaos, cujo o mais novo tinha 14 anos, que veio estudar um semestre de inglës aqui no Canadá, deixando de lado o ano de estudo.
Creio que eles tenham me contagiado de alguma maneira q, de algum modo, me sinto inclinada a deixar pra depois a tao sonhada formatura e ir esticando as ferias por aqui, quem sabe por outro lugar...

sexta-feira, 13 de junho de 2008

sentido, vida


Tem horas que sinto tudo pelos poros. Até quando fui pegar a caneta pra escrever agora, olhando as canetas coloridas que costumava corrigir os trabalhos dos alunos, deu uma vertigem. Peguei a caneta pra escrever de um sentimento que veio aqui, se abriu na minha frente como uma caixa de presente embrulhada de verde, o verde que era dele. Eu sinto. Sinto o sol que já desceu, o vento que assobia pelos meus cabelos prendidos na trança mal feita. Sinto a perna esquerda balançando num ritmo, no ritmo das recordações rápidas dos nossos eus embrulhados pelo entendimento de mundo. Somos tão nós, e então, apenas uma vez, eu sinto o eterno que nasceu de nossas memórias. Árvore, nosso símbolo secreto. Música, nossa droga viciosa. Literatura, a nossa revelação. Pra onde vamos nos expandir agora? Eu sinto, sinto um tremor na pele de frio que nos cobre. Daquele frio, o nosso, que foi testemunha fiél do nosso tempo, de tudo que era belo que tentamos construir com palavras enroladas em açúcar e veneno. Um brindo ao verde, verde que será sempre nosso. Verde de grandes esperanças, de apenas uma vez de um infindável dia, do tempo que sonhamos juntos e desejamos futuro.

sexta-feira, 30 de maio de 2008

eu tenho feito tanta coisa, tanta coisa, tanta coisa.

quarta-feira, 28 de maio de 2008

sábado, 24 de maio de 2008

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Porque é primavera…



Olha, estou aderindo a teoria de que o ambiente influencia de forma descomunal as pessoas. Essa tema já foi tratado de forma exagerada (na minha opinião) em O Cortiço, de Luiz Azevedo, onde ele descrevia as pessoas do cortiço como animais, com instinto a flor da pele, isso por serem basicamente miscigenados e morarem em país tropical. Com isso, a família de portugueses que moram ao lado do cortiço acabam por ‘aderir’ a mesma forma de vida, somente por viver perto do ambiente.
Nunca gostei dessa idéia de ‘por causa do clima as pessoas são assim’. Mas agora sinto na pele que o clima pode mudar as pessoas SIM. Com três dias de calor nessa Victoria, a cidade, as pessoas, o céu, tudo parecia outro. É morar em um lugar no inverno e em outro no verão. A primavera é aquele estado indefinido onde as coisas ganham vida e se mesclam com o cinza que já está indo embora. E as mudanças, se sente até na corrente sanguinea...

domingo, 18 de maio de 2008

mudança dos ventos

Milagrosamente o bom tempo invadiu a Ilha, e agora pode-se desfilar por aí de chinelo, camiseta e bermuda (não necessariamente nessa ordem). De dias tenebrosamente frios, nos quais só o famoso 'heat' podia aquecer o coraçãozinho, para dias de sol até 10 da noite, no qual as janelas têm até de ser abertas para refrescar os pensamentos. Eu gosto assim.

sábado, 17 de maio de 2008

someone told me

Da sensibilidade

Há várias diferenças (óbvias) de personalidade entre minha irmã e eu. Além da cor do cabelo, ela gosta de catchup, eu gosto de mostarda, ela de queijo, eu de presunto, ela de funk e eu não! Ela é alta bonita, eu sou a baixinha inteligente. Com tanta briga que tivemos na infância foi muito complicado desatar uma amizade quando ela se tornou adolescente. Contudo, já ia me esquecendo do nosso traço mais comum: a sensibilidade.
Por vezes a via chorar, como uma menininha indefesa. Ao perguntar o motivo, os mais banais: uma menina disse que não gosta de mim. Olhava para ela, dava um sorriso que daria para abraça-la inteira e dizia que não devia se importar com essas pequenas coisas.
Na semana passada uma amiga dela morreu. Então, imagina... Sentia ela toda delicada, aqui pela internet. Acabei por ver um video que ela adicionou nos favoritos, sobre a tal menina e não é que lá pela metade me peguei chorando. Chorando por quê: Bem, é dessas coisas, é da sensibilidade... É de sentir o que não é meu, é de sentir o mundo inteiro.

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Hey, I think I'm happy

A korean party with random people!


In good company... Smirnoff, beer, wine, caipirinha...




attempting Paradise with two Fabíolas Silvas

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Obras retomadas

Agora a construçao está em uns arremates finais. Essa é parte que as cores da parede seráo escolhidas. Que tal lilás? Lilás com um pouco daquela cor que náo definir qual é, mas me encanta imensamente cada vez mais.
E a vida lilás, agora em versáo feliz feliz, segue sua saga com o objetivo a curto prazo de esticar o visto e a longo prazo de ajustar os motores para uma nova vida, seja ali, acolá, com ele, sem ele ou com todos eles.

sábado, 3 de maio de 2008

Procuro me identificar com o que sou. Mas o que menos vejo é a mim mesma. Me perdi na construção de um novo eu, pareço uma obra abandonada.
Minha tristeza é um estado permanente de ser. Minha tristeza vem da falta de liberdade que encontro em mim mesma. Talvez essa seja a pior tristeza de todos os tempos, eu penso, pois é essa a tristeza que sinto agora. Eu não tento lutar contra ela, não tento impedir que ela entre e faça moradia em minha rotina. Deixo, com prazer, que se aposse de tudo de mim, que me faça ver a vida com olhos melancólicos onde até as tulipas amarelas exalam solidão. Vejo com os olhos que sinto, vejo através do meu próprio reflexo no espelho, e o que vejo dói lá dentro. Talvez seja esse o momento em que eu possa ser assim poeta. Só que o detalhe que mais entristece é que poeta não é ser triste, é saber dosar a tristeza em palavras para os que são tristes.


quarta-feira, 23 de abril de 2008

verde

















E mudança no tempo acompanham minha jornada pela vida no Norte. É simplesmente ver que tudo aquilo que se queria, nao se quer mais, e se dar conta que tudo aquilo que te fazia sentir, nao te faz mais. Os ventos vao para outra direçao, apontando um norte (ou sul, ou leste, ou oeste) que ainda nao sei bem como se configura. E mais uma vez minha vida sujeita a tudo e a nada.

Adoro isso.





domingo, 20 de abril de 2008

A tênue linha

Não é a primeira vez que venho aqui divagar sobre a questão de vida e morte, só que agora a discusao em minha mente tem um sabor um tanto diferente. No meio de 'minhas' questões, na construção do ócio e da dúvida, me deparo com uma notícia. A notícia, a princípio, não deveria nem chamar muita minha atenção e soar mais como uma curiosidade. Contudo, a mesma teve eco profundo em minha mente e alma, a ponto de mudar meu humor e quiça minha atual visão panoramica sobre minha própria vida. Um garoto de francês morreu atropelado sábado passado atravessando a rua da faculdade de letras para o CT na UFRJ. O garoto, dizem, ficou destroçado... Se chamava Icaro. Eu, obviamente, não lembro dele... De repente, até conhecia de vista, ou de 'oi', ou de alguma classe aleatória. Mas de Icaro, nada sei... A não ser que ele atravessou a rua e foi destroçado por caminhão. Para quem conhece a geografia da região, sabe muito bem que ali tem um sinal para pedestres que raramente funcionava. Eu era uma das pessoas que praguejava o sinal e temia por um acidente mais grave (sendo eu mesma quase atropelada algumas vezes por carros voadores na região). Só que não me conformo que o 'quase' se tornou realidade, ainda mais em um sábado pela manhã.
Se para aumentar a fatalidade ou por ironia da vida, o corpo do menino ficou no asfalto das 12h até 17h da tarde. A família, sem notícia. E o celular de Icaro ainda foi roubado. E eu não consigo parar de imaginar a cena do corpo sendo arrastado ali, como se eu estivesse no ponto de ônibus das letras. Acho que Icaro abriu uma janela secreta em mim... E agora eu não sei o que faço com esse anseio de saber qual o sentido dessa coisa toda que achamos que vivemos.
Eu acho que vivo por um dia após o outro e por um futuro que não existe. Eu quero ser feliz, mas não tenho coragem nem de ser adulta, que tipo de pessoa é essa: (uma pessoa que não tem um ponto de interrogaçao no teclado de um computador que pertence a alguém que acha que tudo pertence ao mesmo). Eu só tenho medo de arriscar atravessar a rua. Muito medo, ao mesmo tempo muita confiança. E uma familia chora a morte inesperada de seu jovem. Eu espero chegar aos 90 anos...
I really dont know life... at all.

quinta-feira, 17 de abril de 2008

perishing...

I've always been a dreamer... I've had my head among the clouds
Now that I'm coming down, won't you be my solid ground?


peçonha!



Não faço a mínima idéia q banda é essa, baixei a música sem querer desde o ano passado e estava cheia de poeira nos porões de musicalidade da minha persona. Casualmente deixei que tocasse inteira semana passada aqui, agora ela não sai das minhas paradas de sucesso.

Filmes baixados e vistos

Tudo começou em uma tarde no meio do mes de março. Desde lá, nunca mais pude ser a mesma. Baixei o tal do utorrent aqui e fui pra mininova ver o que podia baixar para 'testar'. Comecei por um filme q nunca vi "I'm not there" e daí terminei em uma compulsão infindável q foi apaziguar só um mês depois (depois de muitos filmes vistos).
Aqui vai a lista dos filmes baixados e vistos nesse pc aqui em Victoria até o dia de hoje (sei lá q dia é hoje), com um pequeno comentário:

1- 30 days of night - Apresenta os vampiros sem a parte sedutora. Dá pra levar uns sustinhos.
2- Meu nome não é Johnny - Olha, um filme que mediano.
3- Beowulf - blé, mataram a lenda em pedacinhos, mas não é engraçado como a versão dos Christian Lambert
4- 4 meses, 3 semanas e 2 dias - maravilhoso, divino, fantástico. É um filme romeno e VALE
mto ver. Olha que é só mais uma história sobre aborto.
5- I am legend - A história é tirada de um clássico... Com os efeitos contemporâneos e um ator carismático. Tirando a parte piegas final, o filme é bem interessante.
6- enchanted - Por favor, não riam... Até que eu gostei das musiquinhas.
7- transamerica - MARAVILHOSO. Se entende verdadeiramente porque um pessoa deseja mudar de sexo.
8- tropa de elite - Depois de tanto falarem, resolvi conferir. Bem, eu achei um pouco tendencioso... Mas o que não é tendencioso nessa vida...
9- The atonement - O que tem de mais impressionante é a forma de como a narrativa evolui. Te digo, deixa com a pulga atrás da orelha.
10- the other Boleyn girl (BBC) - Essa não é nova versão, mas uma antiga da BBC. Gostei tanto que nem me sinto tentada em ver a nova.
11- 300 - Essa coisa de quadrinhos cansa um pouco a beleza.
12- La vie en rose - Sensível, interessante, dramático... Mas nao chega a ser imperdível
pra quem nao ta nem ai pra vida da cantora.
13- Shrek III - engraçado, um pouco.
14- Away from her - Drama mesmo. Velhice, doença, esquecimento... Eu gosto desse tipo de filme.
15- Dan in real life - Atirei no escuro, acertei no que não vi. Um filme gostosinho de ver.
16- No country for old man - Prepare-se para carnificina e seja feliz!
17- There will be blood - Não tão bom quanto o anterior... De fato, eu achei até um pouco chato.
18- Sweeney Todd - Uma história qualquer com roupagem de Tim Burton. Chato, massante, cansativo...
19- 4 weddings and one funeral: Uma comédia romantica de 1994, que na época não suportei ver. Agora, pareceu ter mais sentido. Boa sessão da tarde.
20- Pulp Fiction - UAU, girl you'll be woman, soon...
21- Of mice and men - eu tava lendo esse livro (otimo, clássico da literatura norte-americana), e aí resolvi baixar o filme. A melhor atuaçao de john malkovitch!
22- Charlie Wilson's war: chato e tendencioso, EUA sempre bonzinho.
23- El orfanato: sustinhos garantidos, ainda mais vendo a noite numa grande casa vazia com o ranger de vento la fora. ui ui ui
24- Saneamento basico: bah, ri mesmo.. simples o filme, mas eu gostei.
25- The bubble: bom o filme, mas o final me chateou profundamente.
26- The Da Vince Code: ble, joga fora no lixo.
27- Love in Time of Cholera: ai, sinceramnete, achei super chato... mas tem uma fotografia
bonita. Isso explica pq Gabriel Garcia Marques demorou 3 anos pra dar o direito do livro
28- Zodiac (new): eu ja tinha visto o antigo, nada de novo a ser adicionado.
29- Wristcutters A Love Store: (um daqueles filmes alternativos que o Italiano não gostaria). Gostei dos personagens, da simplicidade de tudo e do inusitado de se tratar de limbo para suicidas condenados a viver uma vida 'na mesma'.
30- Silent Hill: A história é interessante, o filme: fraco.
31- Baixio das Bestas: nossa, leve o nome em consideraçao... é forte.
32- Across the Universe: aiii, eu queria tanto q fosse bom... mas eh chatinho, sem
sentido. Bom so pelas músicas do Beatles (e qdo ver presta atençao no 'wanna hold your
hand', achei o maximo ahauha)
33- Dreamgirls: olha, repete o q ja foi dito, mas tem ritmo.
34- Thirteen: Uma versão light de Kids: menina destranbelhada que leva a mãe a loucura... acho q meninos vao gostar mais de ver esse filme.
35- The Devil Wears Prada: ahh, eu vi so de birra! e eu gostei viu.
36- Walk Hard - The Dewey Cox Story: MUIIIIIIIIIITO BOMMMM! Ri q me acabeiiii, foi o unico q voltei cena pra ver de novo.
37- Shopgirl: Bonito filme... História de amor diferente.
38- August Rush: Tem cenas interessantes, mas no total é piegas e chato.
39- O Homem do Ano: Punk, gostei dele...
40- The assassination of Jesse James by the coward Robert Ford: extremamente chato.. morram os dois!
41- Bee Movie: perda de tempo (mas ontem ouvi q as abelhas estão realmente em perigo).
42- Turistas: História de terror de quinta categoria. Se falam mal de Rio, de brasileiro, etc não interessa, afinal ninguém vai levar esse filme a sério mesmo eheheh.
43- Lars and the real girl: Um dos melhores filmes vistos: sensivel, inteligente, foi um tiro no escuro dos mais agradaveis.
44- Persepolis: Uma graça! E olha que é um filme q trata de tema pesados como o que acontece com os opostores do regime no Irã e papel da mulher.
45- Jane Austen book: Se gosta muito de Jane Austen, então veja.
46- Before the Devil Knows You're Dead: Hardcore... Ótimas atuações e brincadeira com o tempo cronológico do filme.


Suficiente por hoje! ;)

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Uma parte de mim

Eu ainda não desisti dessa parte de mim. Dessa parte de mim, assim escrita. Vendo posts passados deu uma saudade de mim mesma, saudade da pessoa q fui. Agora, claro, sou diferente... Vivendo coisas diferentes, só que não escritas, logo, são como pegadas na areia. O blog ajuda a cimentar um pouco da minha existência (nem que seja para mim mesma). Não me faz pessoa pior, melhor ou mais ou menos, mas ajuda a relembrar detalhes da vida vivida ou pensada que jamais me atentaria um ano depois.
Por exemplo, nesse axato momento, aqui numa tarde monótona e bonita no canadá, enquanto faço um bolo no qual esqueci de colocar farinha (e irei descobrir o quanto isso é importante em um), converso com o Italiano (da quinta) e por isso me atento a postar essa nota de lembrança a mim mesma de como é bom escrever um blog (embora nao deveria ter nota de lembraça, já que é bom). Então, fico preocupada pq está na hora de tirar o bolo do forno, o Italiano me pergunta sobre minha pequena compulsao em baixar filmes e eu me impolgo escrevendo aqui.
Em suma, vou tentar manter viva essa parte de mim, como aquela historia de manter a criança dentro de nós.

quinta-feira, 27 de março de 2008

Globalização e a distância humana

Dizem que nesses tempos de globalização o mundo tende a estar mais próximo tanto pelos meios de comunicação quanto pelos de transporte. Com 14h de viagem se pode estar em outro continente; ou com uns prefixos a mais se pode falar com qualquer pessoa, ela estando na China ou no Paquistão. Fora que os produtos que os nossos amigos nortistas consumem podem ser facilmente adquiridos no nosso querido país Tupiniquim. Como consequência, por que não afirmar que estamos todos mais unidos, atados um ao outro através de consumo de bens e tecnologia:

Contudo, o que se pode contastar é que com mais tecnologia, com mais globalização, mais distancia se averigua. Ou poderiamos dizer que quanto mais globalizada a pessoa ou família é (leia-se com recursos finaceiros), mais a distância se instaura em seu cotidiano. Como exemplo, podemos pegar a configuração da casa, cada um com seu quarto, televisão, dvd, mp3 e laptop, cada um com seus horários para refeição de acordo com a badalada agenda, até os carros são desenhados para privilegiar a distância entre os passageiros, como nas famosas peruas que os nortistas tanto adoram. Todos no compasso de um grande ditador invisível, celebrando o individualismo e o consumismo de forma bárbara.

Essa, na minha opinião, é a verdeira invasão bárbara: o momento em que as famílias não se reunem para o almoço ou para o passeio de final de semana, quando todos estão cercados de compromissos e distrações on-line, atados a programação da tv a cabo ou sintonizado frenéticamente na música do mp4. Neste momento não há diálogo, troca de idéia, demonstração de sentimento, fomentação da crítica ao mundo que vivemos, celebração de momentos puros e bobos da vida cotidiana. Isso sim é perder a luta para um gigante chamado indiferença e que vem diretamente atado ao sistema economico do nosso querido mundo globalizado: o capitalismo.

Para Marx os detentores de poder tinham os intrumentos e a classe operária a força de trabalho. Agora, os detentores de poder têm a globalização e a classe operária só quer estar dentro do processo que vê passando na televisão. O ricos continuam ricos celebrando seu individualismo, a classe média (classe essa mais indefinida que o tom de verde do mar Tailandês) perseguindo o sonho de ser globalizada, classe pobre querendo ser classe média e a classe miserável querendo não passar fome.

No final, todos perdem nesse processo de globalização do individualismo, principalmente os mais privilegiados que tantas vezes não têm o verdadeiro prazer de se preencher com o processo de Ser humano.

terça-feira, 4 de março de 2008

Globalização Linguística

Com essa minha experiência em outro país, tenho a chance agora de conhecer pessoas de outros países, conversar com elas, conhecer pela ótica delas o país de onde vêem. Além disso, discutimos a questão do inglês em nossas vidas e no mundo, e fazemos descobertas que nos fascinam em relação a nacionalidade do outro. Neste momento, damos graças aos céus por estarmos no Canadá conversando com tudo quanto é nacionalidade, menos canadense.

O caso é que é óbvio para nós as facilidades de se ser um canadense, o privilégio de se ter o inglês como primeira língua e ter um passaporte que permite ir a todos os cantos civilizados do mundo. No entanto, quando vamos analisar de perto a questão, vemos que somos nós que sabemos falar no mínimo 2 línguas, que saímos de nossa cultura para enfrentar outra e enfrentar o desafio de ter de comunicar com o inglês ( e esse desafio triplica quando lidamos com telefonemas): por mais que possa ser fluente, não tem nada como o conforto da nossa primeira língua.

Deste modo, com esse contexto que se configura, não é difícil libertarmos o inglês do mito do falante nativo e nos comunicarmos com nosso inglês-brasileiro, inglês-japonês, inglês-koreano, dentro outros, dentro dessa ilha de Vancouver. Não tem mensagem que não fique clara ou mensagem que fique confusa, é a arte da palavra fluindo naturalmente em nosso meio, independente de eventuais barreiras de vocabulário ou estrutura. As eventuais dificuldades que se estabelecem não são diferentes das vezes que esquecemos uma palavra para melhor nos expressar em nossa própria língua ou um escorregão gramatical, como uma má conjugação verbal.

Nessa minha experiência, todas minhas reservas e pontos negativos em relação a língua inglesa se esvaneceram (mas não contra a colonização dos ditos primeiro mundo); o inglês se configura de uma forma diferente da que encarava no Brasil (onde, cá entre nós, não precisaria do inglês at all para comunicação), aqui se configura como um presente, um manjá dos deuses que fazem todos se entender no meio dessa torre de Babel. E é nesse momento que verdadeiramente sou grata por não ser o português no lugar do inglês,afinal assim nosso povo ficaria obtuso linguisticamente, sem motivação alguma para aprender uma segunda língua, achando que o resto do mundo teria de se curvar a nossa soberania linguistica (pensamento esse que seria totalmente equivocado, já que o Português não pertenceria só ao povo da minha terrinha, mas a todo aquele que fala).

Assim, experimentando o inglês no país estrangeiro, encontramos a verdadeira porta das descobertas mais saborosas e intrigantes, que nos motivam a continuar no ‘aperfeiçoamento’ de nossa segunda língua. E aí que eu descubro que em minha vida toda eu estava aprendendo inglês pelo motivo errado.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

um capítulo da eleiçao americana

Deu vontade de bloggar novamente. Estou aqui, numa sala de computadores cheia de espaço vazio e com a revista times do meu lado para fazer um resume de um artigo chato sobre Barack Obama.

Ultimamente minha vida televisiva tem sido mto isso: Barack e Clinton, debates, debates... Sinceramente, náo sei como alguém mais aguenta. Depois desse despejo de eleiçao americana, nunca mais reclamarei da propaganda eleitoral gratuita no Brasil. O caso é que chega até ser divertido as vezes ver a mesma CNN que nao dava espaço para o Obama, que colocava mulher negra pra falar mal dele, agora mostrando a parte bonita dos discursos e uma Senadora cansada de guerra, apelando pra qualquer coisa.

Se fosse americana, claro que votaria pelo Obama. O "change" dele é o único algo de verdadeiramente novo nas campanhas de mesmos políticos de sempre. E ele nao será eleito por ser negro nao, mas por, de longe, ser o mais competente dos 3.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

victoria bug zoo




Mamae brigou tanto por causa dessa foto. Só pq eu tava segurando um escorpiao, ve se pode!

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

to be, or not to be

Fico pensando, quando estou hablando outra língua q não o inglês, como perdem os 'native speaker' por conta dessa onde de globalização de inglês. No final, é uma riqueza para nós, não-nativos, falarmos mto bem a nossa língua e a deles, e de quebra ter mais facilidade (lê-se boa vontade) de aprender outras. Verdadeiramente, me sinto mto confortável com minhas raízes e com o que represento nessa sociedade nova: uma moça latino-americana, sem dinheiro no banco e que às vezes esquece q está no Canadá e profere umas palavras em português por aí.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

victoria dia e noite


Victoria de dia



Victoria de noite

Vontade

Que vontade de falar todas as línguas do mundo! Fico assim sempre depois das aulas, principalmente por ter uma grande amiga japonesa que para mim vale ouro. Ela tem 54 anos e tem de passar com alto score no toefl para se tornar enfermeira no Canadá. Fico pensando se não fosse o inglês não teria tido essa extraordinária oportunidade de conhece-la e dividir vida com ela. Como brinco com ela, ela não é japonesa! Tão aberta, comunicativa, além disso super gentil. Hoje levei para a aula algumas fotos que trouxe para o Canadá, mostrei minha família, meus amigos... E refletimos juntas q seja q lugar chegamos temos bons amigos: temos sorte! "we're luck". E posso dizer com todas palavras, sou muito sortuda. Caramba... Faltam palavras.

desabafo de fim de noite fria

Sinto falta de humor negro, de sarcasmo, de música, programa cultural, de falar de filmes alternativos.. De abraçar papai, de reclamar com mamae, de torcer o nariz pra irma.. isso tudo é tao essencial na vida, eu q nao sabia. E agora, eu vivo na faca de dois legumes, logo eu...

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Mundo mundo, vasto mundo. Mas mais vasto é o meu coração!

Drummond disse q na petulância da juventude ele proferiu esses versos. Eu, na minha juventude, os reintero: mais vasto é meu coração sim!!! Que está cheio de esquininhas escondidas, cantos inabitáveis, lugares empoeirados. Sinto meu coração batendo, mas o calor não banha minha alma. Ah, saudade essa que me angustia e me tira noites de dormir.

As vezes parece que estou assimilando a nova rotina tão bem. Outras, dá uma dor de cabeça danada e penso que essa rotina não pode ser a minha não. E não é pq estou passando, limpando, lavando, cozinhando... ~E q eu meu combustível é o carinho. Tão vasto esse meu coração...

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

previsao do tempo: neve

O dia de domingo foi bem atribulado climaticamente. Haviam me dito que nevaria no sábado, e estavam todos esperando anciosos para que isso acontecesse, afinal eu nao tinha visto neve nunca na vida (e sou a unica pessoa por aqui com esse dado na fixa). No domingo entao pela manha, resolvi aproveitar o lindo sol que fazia e caminhar um pouco por uma vida menos sedentaria. Foi pelo caminho do Gorge Waterway, que é um lugar lindíssimo, com mtos patinhos no laguinho e árvores exuberantes, além de bancos com plaquinha em homenagem de pessoas que já morreram. Na ida, basicamente, foi mais tirando foto, observando, na volta vim a todo o pique que fiz o caminho em 40 minutos (que levaria no minimo 1h). Foi uma belíssima manhã.


Chegando em casa, fui me preparar para sair com os amigos aqui, trocar de roupa e comer algo. Quando estava já com a roupa trocada, alimentada e pronta para sair, eia que ouço um barulho bastante estranho (tec tec tec). Entao penso "seria neve:", entao, qdo vou para a rua vejo q verdadeiramente era neve, ou melhor, nao neve ainda, mas uma precipitacao em granizo. Em seguida começou a aumentar e aí sim, se tornou neve. Qdo saimos de casa a estrada tava tomada, carros enguiçando, engarrafamento, aquele cenário de caos. E eu adorando, tirando fotinhas pespirica da vida. E pode me chamar de matuta, babaquara, o que for... Mas que eu fiquei feliz com a neve, ah fiquei.

Segunda, no curso, todos perguntaram da neve, se tinha visto, o que achei.. etc etc etc. Ai ai, essa vida de turista tropical, nao tá mal não.

sábado, 26 de janeiro de 2008

conspicious

Agora tenho cam... No mais, toefl rules!

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Inner Harbour Promenade - Victoria, British Columbia

Adaptação

As vezes as pessoa me perguntam como estou, como me sinto em relacao a cidade. Eu simplesmente digo: estou adaptando. Isso pq eu nao sei bem me definir em relacao a ela. É uma cidade pequena, tranquila, nao mto fria, agradavel de se viver.
Bem, eu sinto em relacao a cidade, que eh uma cidade boa de viver. Contudo, quando penso em familia, amigos e agregados... Ah, por mais violenta, suja, agitada que seja o Rio se torna a melhor cidade de se viver no mundo. Uma explicaçao para isso eh o fato de eu ser LATINA e os laços fraternos importarem mais que outra coisa. Entao, isso quer dizer que preciso de mais laços fraternos na nova cidade para que me sinta totalmente adaptada a ela. Aí eu poderei dizer que me sinto totalmente adaptada a Victoria, e nao que estou em adaptacao... Que me sinto em casa.
Continuando as aventuras culinarias, ontem fiz um bolo de cenoura...
Nao preciso comentar que nao deu mto certo, neh? Mas bem, mesmo solado ficou gostoso :PP

sábado, 19 de janeiro de 2008

As incriveis aventuras culinarias de Fahmelie



Bem, primeiramente, ando me sentindo a verdadeira Amelia de tanto q cozinho. Hoje mesmo acordei 7:30 da manha, upei da cama as 8h e la estava eu procurando algo de novo para fazer de cade da manha. Lembrando das terras tropicais, fiz uma vitamina com banana, laranja e maça e um pouco de leite. Ficou uma papinha de nene ahaha. O unico problema eh q ficou FRIO!!! Bem, tenho de pensar em alternativas mais calientes.


Logo que terminei comecei a pensar no frango que deixei descongelando com o intuito de fazer um frango ao forno. Temperei com uns temperos estranhos (no estilo sai-tacando-tudo), deixei assim por 2h e coloquei as batadas no fogo (ao vencedor as batadas). Inicialmente minha intençao era cozer a batata no forno tambem, contudo, por ter cozido demais na panela tive de reinventar e fazer um pure que ate que fez sucesso posteriormente.


Mas vamos por partes, o frago! Coloquei no forno, mto insegura do que ia acontecer com ele, mas graças a mamae q estava ao vivo no msn pude ter mais segurança em relaçao a aquilo que estava fazendo. Depois de mtos minutos fui reparando qto estava ficando bonitinho o frango... Ainda bem!!! E entao me inspirei para fazer uma salada, tambem sem saber por onde começar, logo resolvi pegar um tomate, um alface um pepino, achei suficiente para uma salada; lavei bem, mas e o tempero?? Tive de perguntar, como sempre, entao me dei conta que na geladeira existia 1001 condimentos para salada, o dificil foi escolher um, a tatica adotada: o olfato. Feita a salada, fui para o pure, cortando cebola e cebolinha, alem de esmagar a batada (com a mao mesmo) e colocar manteiga e um pouco de leite, pronto, ficou supimpa!


Para terminar, cozi umas cenouras para encrementar o cardapio de forma saudavel e pratica. Olha, vitamina E faz bem nesse friiiiio. E no final o cardapio ficou: arroz de ontem, frango ao forno, pure de batada, salada com um molho abobora, cenoura cozida e ta bom neh? Pra sobremesa, descasquei umas laranjas e piquei umas maças, toque dos tropicos :P Ficou mto bom o resultado...I liked a lot! E o povo tb.

Em breve, mais um boletim culinario com a aprendiz mais desajeitada da america do norte aahahha

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

agora o blog tem horario novo: do pacifico!
Nevou a noite. E hoje vai fazer mais frio... Eba?

Bem, estando no quentinho, dentro de algum lugar, nao me importo, pode ser "eba". Mas la fora, naquele frio cruel e desumano... no "eba" at all!

Minha vida alimentar

Minha vida tem sido uma verdadeira aventura na cozinha. Estar fora da jurisdi’cao da mamae da nisso! Mas nao seja por isso… Ligo pra ela, falo no msn e pe;o receitas de milhoes de coisas. Tudo come;ou com uma cane moida e hoje terminei por fazer um frango cozido quase delicioso, isso se nao fosse o coloral cair em demasia sem querer na panela. Mesmo assim achei bom, ate repeti.
No mais, vou me adaptando alimentarmente aqui. A rotina da casa que estou eh bem diferente da minha, isto eh, nao tem ngm governando a cozinha absoluto, todos sao donos e todos tem de cuidar, logo, eu tenho de cuidar da minha propria alimenta;ao a bel prazer e ainda cuidar da alheia, ja que ainda nao estou indo pra escola.
Totalmente sem criatividade culinaria que sou para mim ja se esgotaram as receitas: carne moida, frango cozido, carne cozinha e… o que mais? Aceito sugestoes e receitas a posto!

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Extravagancias orientais

Primeiramente, nao cuidem acentua'cao e cedilha, pq os teclados aqui se diferenciam. Segundamente, para aqueles que me acham sumida (como mamae), nao eh sumico, eh o fuso horario de diferen;a de 6h horinhas basicas.

Agora, nao posso deixar de falar de como a cultura oriental esta presente nessa cidade. Por todo o canto se ve orientais, tem um portal oriental. Eu mesma conversei com uma chinesa mto fofa, da minha idade, toda sutil e delicada. Os orientais sao distantes mas sao mto gentis.
Aproveitando, hoje o almoco foi em um restaurante do tipo `pague e coma quanto quiser` (all-you-can-eat restaurant). O detalhe eh q eu comi ate quando eu nao quis mais! Polvo frito, sopa de soja com carne de sojja (???), camarao apimentado, cogumelos (???), yakisoba mais gostoso q ja comi na vida... E com direito a velhinha falando chines na mesa ao lado.

Depois disso fui dar minha voltinha pelo centro da cidade, pelo parlamento (eta lugar bonito), pelo cais e, eh claro, nao podia faltar o shopping (bem quentinho), observando as lojas, como as pessoas compram aqui (e como compram), andem por Douglas e Goverment quase toda, andei, vi pessoas pedindo moedinhas (tem ate aqui!), e um rapaz me pediu moedinhas no ponto de onibus. Eu dei sorriso sem gra;a e disse q nao tinha, parti para outro ponto.

Aqui a vida eh friamente confortavel.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

oh, my life!

Bem, minha presença não é mais tão constante aqui pelos motivos óbvios: estou em uma vida nova no Canadá. E o que falar da nova experiência?
Sinto no tudo muito novo e no tudo muito igual. Não consigo me impressionar só pq todos falam ingles o tempo todo ou pq as estradas sao largas os motoristas respeitarem os limites de velocidades, todos com seus carrões de babar. E ai daquele que não der passagem para o onibus quando ele jogar seta: multa na certa. Ah, e os onibus? Beeeem quentinhos, vao pispiricos pela cidade a fora: sao vermelhos, de assento azul, confortáveis e vc aperta a cordinha sentando.
Aqui, quando chove (algo q não é difícil acontecer) as pessoas andam na chuva. Até agora vi um ou dois guarda-chuvas por aí. E olha que chove bastante. Tipo, chove, pára, faz sol, chove e faz frio o tempo todo. Mas é um frio gostoso, não é insuportável não. Mas pra precaver eu ando sempre cheia de casaquinhos. Agora mesmo estou com 3 mais a jaqueta por cima.. e tem o cachecol e as luvas e toca, que não podem faltar na composiçao do look: estou me sentindo mto fashion e gorda com tanta roupa. Agora mesma, por uma coincidencia, a combinaçao é basicamente bege: minha vida bege no Canadá :P
As cores que simbolizam o Canadá sáo justamente vermelho e bege. E nessas cores é que minha vida lilás se colore agora: a paixao da vida nova com a serenidade da rotina gostosa.
Me sinto mto previlegiada de estar aqui, de conversar com as senhoras da vizinhança, de conhecer novos costumes (apesar de pra mim nao serem tao novos assim), de ver novas paisagens e de novas chances profissionais. Creio que na nossa vida a gente sempre precise disso: novos ares. E nao hà um aqui q nao admire a minha "coragem". Eu não chamaria isso de coragem, é um espírito, uma arete (grego II!!!) que faz parte de mim.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

é, estou passando frio! Estou aqui em uma universidade usurpando a internet ;P

sábado, 5 de janeiro de 2008

Estou partindo

E a coisa que me vem forte na memória foi um dia na 5ªsérie quando a professora de Geografia, que retornava das suas férias de julho, falava de Curitiba, dos chocolates e do clima de lá. Eu me dei conta de como meu mundo era pequeno e como não conhecia nada. Entrei em crise e cheguei a pensar que iria passar a minha vida toda só naquele lugar, como a maioria das pessoas que conhecia. Alguns meses depois meu pai anunciaria a mudança para o Sul do Brasil: eu iria além de Curitiba. Acabei me viciando nisso e agora...

Malas prontas: 3:40h GIG-GRU e depois o infinito e além. 2ªf eu chego lá!

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

eu sei o que vcs fizeram no verão passado...

conclusões vindouras

Como faz falta vizinhos íntimos, ter aquela melhor amiga morando perto de você. Quando menos se esperar vc está em uma situação desesperadora, que nem lan house dá jeito, e nada melhor q um lar amigo para sanar aquela necessidade por uma útil Internet.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

retrospectiva

Este ano começou e terminou com problemas de computação. No final do ano retrasado adquiri esse meu novinho, todo bonitinho e etc por conta do apagão do velhinho anterior. Agora, depois de um ano na lida, o defeito dá o ar da sua graça... e aí que me fez enxergar perfeitamente os ciclos que é feita nossa vida.

O ano trouxe muitas novidades: trabalho, pela primeira vez, além de um gosto extremo ela pesquisa. Trouxe junto pensamentos novos, inovadores (pós-modernosos:P), mas principalmente pensamentos de paz interior, buscando alcançar uma certa felicidade na trivialidade do dia-a-dia. E te digo, até nos dias mais sofrentes me encontrei com a satisfação.

Esse é um tempo também em que a ‘minha geração’ começa a ter de tomar decisões importantes, divisores de água. Desde o inicinho, nas reflexões com Thi, Lív ou Sardex encontrei sempre o mesmo sentimento de busca de algo que vai além das vistas, além do curto prazo. Além disso, meus colegas foram a personificação de ‘muita coisa a fazer’. Lívia de um semestre nulo passou para um semestre produtivo até de-mais. Thi, contou com a torcida para virar escravo do curso de inglês (mas com contracheque muito bom). Vendo esse tipo de coisa, acontecendo com as pessoas pertinho de mim, acabei me animando também para conseguir meu lugarzinho ao sol (bem quente). E mais, me fez ver que há muito mais coisas além desse mundo que estamos (mundo de letras, digo).

Aprendi que adoro dar aula. Adorei cada segundo, milésimo de segundo, principalmente nos dias em que estive mais triste por problemas aleatórios e eles (os alunos) me fizeram esquecer totalmente das questões da vida moderna. Quando eles gostaram de ‘zazulejo’, ou discutiram a fundo ‘o porquê do português’ (mesmo sem saber o porquê certo de usar até no último dia de aula), quando colocavam na avaliação sua aprovação ou (raramente) desaprovação, são pedacinhos bons de lembrança para se guardar aqui dentro.

Às vezes olho pra dentro de mim e penso que viverei de pedaços. Pedaços de coisas inteiras, de lugares inteiros, eu só pego um pedaço do que é ser professor e já me realizo. Eu pego um pedaço de cada cidade que vou e já crio raízes profundas. Eu amo um pedaço da pessoa, já mudo minha vida toda.

Assim, 2007 que começou agourento, estranho passou de patinho feio a belíssimo cisne. E a profecia já foi feita dentro de mim nos maravilhosos encontros e desencontros das férias. Ir pra aquela Rio Grande e encontrar tudo igual demais, sô. Mas ter um imenso prazer de dividir idéia, vida com as pessoas de antes como se só tivesse dado um pulo em Pelotas e já estivesse de volta. Gosto das coisas assim, leve de se ser. Agora, são chico é realmente assustador, amigas com casa, marido e filho, isso assustava um pouco naquele momento, estava só me adaptando a nova fase: vida adulta, aí vamos nós.

Eu posso dizer que realmente não sei nada da vida, mas tento ver pelos dois lados agora (joni mitchel rules!)

sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

Como eu me visto?

Não sei q roupa colocar, de verão ou de frio?

Só uma coisa a dizer...

Port VI: DEU PRA TI!


:P

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

A tese de que...

Port VI não é fácil será confirmada agora:

Prova 01: "só" as completivas



Prova 02: completivas e relativas. (melhorou um pouco)



Prova 03: Completivas, relativas, adverbiais e construção de comparação (segundo Mateus et alii)




Divirta-se Italianinho ;)

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Músicas "achados" do ano

.

5) Quantos Beijos - Grupo Rumo


É tão boa, tão boa que dá vontade de viver a situação só pra cantar a todos pulmões. Descobri essa música logo no início do ano, confahbulando com um amigo que me mandou a música "Esboço" do Grupo Rumo e foi tão interessante a conversa que resolvi pesquisar mais e desvendar essa pérola.


4) Isee you, you see me - The Magic Number

Uma grande descoberta graças a uma nova grande amizade ('braços fortes'). Passei a gostar de quase tudo de The Magic Number, a banda dos gordinhos com baladinhas gostosas demais de se sentir.



3) A Pedra Mais Alta - Teatro Mágico

Esta música vai representar a totalidade de músicas que muito me apetecem do Teatro Mágico. Grupo pra mim revelador, revelador de mim mesma. Há controvérsias sobre ele, que seja pseudo alguma coisa, que é estranho o cara se vestir de palhaço e ter um 'trupe' ao invés de banda, contudo é só se deixar ir, o ritmozinho é dos encantadores, não é?



2) River - Joni Mitchell

Bem, está daí já é consagrada e merece desfilar entre as revelações musicais do ano porque foi a emoção em notas musicais para mim. "Big Yellow Taxi", "A case of You", "Both sides Now" são as prediletas. Mas é "River" que acompanha os momentos mais complicados.



1) The Blues are Still Blues - Belle and Sebastian

Coloco esse clip pq meu predileto de todos (If she wants me), não está disponível em um clip legal. Também tem "Funny like a little frog" que simplesmente A-M-O, contudo já coloquei esse clip aqui e se colocar de novo ficarei viciada e verei sem parar! Descobri também graças a Mariana, e as músicas falam basicamente de relacionamentos: platônicos, aleatórios, que não dão certo: just like me!

----> Importante dizer que essa numeração não significa uma ordem de prediletância, mas de conhecimento da devida banda/música. E no mais, espero que Thathá não ache meu gosto musical ruim :PPP

Frase do Dia

The deplorable mania of doubt exhausts me. I doubt about everything, even my doubts.
Gustave Flaubert
(1821-1880)

segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

conclusões natalinas

Eu fico impressionada como as coisas são proporcionais: tudo que deu errado Natal passado está dando certo esse ano. A reunião em família mais que confirmada, sorte no amor e azar no jogo, demonstrações de afeto de amigos vindas de variadas maneiras.

Ainda bem que não fiz tempestade em copo d'água e nem quis morrer. Simplesmente deixei passar a trovoada e um ano depois sinto um alívio do tamanho do céu em ver as coisas dando bem, bem certinho.

Assim, adoro Natal.

(só falta o bendito!)

domingo, 23 de dezembro de 2007

muita fahdiga.... muita satisfahção

Esses dias têm sido agitadinhos. Na sexta-feira fui ao MAC com Sardex e Thathá, entramos e ficamos dentro da nave descansando e papeando um tanto. Depois ainda enfrentamos shopping abarrotado de gente e sacolas, foi aí que lembrei como o Natal me cansa a alma. Ganhei presente de Natal da Thathá e tudo e acabamos por definitivamente nos desencontrar de Lív Mary. Anyway, o dia foi bárbaro!

No sábado, aventura! Lív Mary e eu fomos para casa do Thi em Nova Iguaçu. Por uma fahtalidade do destino pegamos o 'parador', q fez um tour por toda baixada fluminensa. Passamos desconsoladas por São Jão de Miriti e descobrimos o que significa o termo 'cidade feia' - esta conseguiu a proeza de ser feia do início ao fim, cada centímetro, não se escapou nada. Então, depois de muiiiiito tempo, chegamo a Nilópolis (da beija-flor), a coisa foi melhorando... Só depois de muiiiiiito tempo chegamo a Mesquita e rapidinho a (urrul) Nova Iguaçu. Detalhe é q desde a Av. Brasil eu estava com a bexiga cheia, que ao chegar ao destino estava do tamanho de uma manga rosada. Entramos num shopping mal-assombrado e pude me considerar o ser humano mais feliz do mundo.

Finalmente, choupana do Thiiiiiii. Ficamos lá, jogando conversa fora (como a gente gosta disso), vendo as fotos dele, e eu fiquei babando pela estante de dvds dele, organizado em ordem alfabética e vimos um seriado (will & Grace). Andy chegou, uma persona que pouco tive contato, mas quando a gente se junto difícil separar pq a conversa não pára. Logo fomos para o tão fahmoso restaurante japonês que o Thi comenta desde que o conhecemos na faculdade. Fiz a descoberta da minha vida: A-DO-RO peixe cru! Comi tanto, tanto... e no final estava comendo com os pauzinhos e sem o elástico na ponta. Mto salmão, atum, aqueles rolinhos que esqueci o nome e pra terminar, hot philadelfia. Oh vida, meu negócio é mesmo culinária japonesa e eu não sabia!!!

Curiosidade: O natal passado

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

São eles...


Porque eles são o início de tudo. Por serem o início, eles são os únicos previlegiados que serão meu melhor motivo sempre. Melhor motivo pra estudar, pra emagrecer, pra ler os melhores livros, pra não escutar funk (:P) e pra tentar ser algo nessa vida aleatória. São o caso de amor eterno, que tem minha fidelidade até o fim.
Pegam no pé, puxam orelha, espantam pretendentes, criticam amigos, e ainda assim conseguem ser das melhores personas da minha vida. Isso sim, é uma proeza.

Fazem a vida lilás, lilás... E nem se dão conta.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

O dia em que esqueci do dia

Esqueci do dia de ontem. Veio uma nuvem de não-lembrança danada que me tirou da mente os compromissos irrevogáveis e inadiáveis que acabei por perder. Não vejo a dentista mais, perdia a reserva da passagem e nem na rua para acertar outros detalhes dei a cara. Quando foi perto de meia noite é que veio aquela sensação de 'putz, devia ter feito tanta coisa'. O jeito, como diz a ministra, é relaxar e gozar.

Ai, minha vida!

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Reconhecimento da música

La Traviata entrou na minha vida em uma noite, em São Chico, em que eu estava angustiada para achar a 'música perfeita' que combinaria com a encenação de um poema de Cruz e Sousa que eu tinha criado. A música seria essencial, afinal as pessoas recitariam o poema, fariam os gestos e a música tocaria o tempo inteiro (total de 10 minutos de apresentação).

Peguei os CDs de música clássica do papai (que adorava quando ele escutava domingo pela manhã), e arduamente comecei a peregrinação. Não achava nada de interessante para o que tinha em mente (algo leve, como entrando em um mundo de sonhos, no qual se admiraria um figura feminina delicada e sedutora). De repente, em uma gravação ruim, escuto "Un di, felice, eterea" e aqueles acordes me petrificaram e arrancaram de mim o mais prazeroso sorriso. Gostaria tanto de usá-la, mas sabia q não era a adequada. Continuei a busca, até que achei uma bastante agradável e que arrancou admiração de todos por ter sido tão perfeita na apresentação.

Até hoje me arrepio como da primeira vez que escuto a música. É algo como encontrar o amor da sua vida e ter certeza disso, e surgirem borboletas no estômago.

domingo, 16 de dezembro de 2007

danceteria

Domingo em que dancei dentro de mim. Escorreguei na pista e por pouco não quebro a cara. Creio q a dor no corpo é inevitável... Mas eu só queria q alguns aprendessem também a minha dança, pq a deles eu já sei de cor. Ah, esqueci q dançamos músicas diferentes. Neste caso, ou se desliga o som ou se escolhe uma só. Contudo, só serve a sua, não é?!

sábado, 15 de dezembro de 2007

Un di, felice, eterea




Un di, felice, eterea

Amavelmente linda... Forte, arrebatadora. Sinto-me assim.

Original Italian
English Translation
Alfredo:

Un dì, felice, eterea,
Mi balenaste innante,
E da quel dì tremante
Vissi d'ignoto amor.
Di quell'amor ch'e palpito
Dell'universo, Dell'universo intero,
Misterïoso, altero,
Croce e delizia cor.
Misterioso, Misterioso altero,
Croce e delizia al cor.

Violetta:

Ah, se ciò è ver, fuggitemi,
Solo amistade io v'offro:
Amar non so, nè soffro
Un cosï eroico amor.
Io sono franca, ingenua;
Altra cercar dovete;
Non arduo troverete
Dimenticarmi allor.

Alfredo:

That day I've never forgotten,
When I beheld your beauty.
Since that moment I loved you,
Loved and adored from afar.
Hoping for love, love that fills the universe,
Love that inspires radiant dreams of life eternal,
Strangely mysterious,
Shining in golden splendor,
Sorrow, sorrow and rapture,
Sorrow and rapture, rapturous joy!

Violetta:

Love, I fear, can never be,
Friendship is all I can offer.
Since love is pain and torment,
I avoid that strange emotion.
Pleasure is all I ask of life,
Freedom and joy forever!
So you must soon forget me
And find another love.

Divagações sobre música

Ser humano é ritmo (aprendi isso no port III em fonética e fonologia e não esquecerei jamais). Com isso, é inevitável no andar, no falar, ao executar tarefas do dia-a-dia ser ritmo. Uma das formas de expressar a potencialidade do ritmo que é inerente da nossa natureza é a música.

É normal julgamentos de um e outro sobre música adequada, mais bonita. Normal a cara feia pro batidão e a cara de 'que chatisse' pra música clássica. Acho q as pessoas q têm mania de fazer isso permanentemeente não param para pensar no que aquele ritmo pode dizer para o outro. Fico aqui escutando minhas musiquinhas, imagino que talvez nem as escutasse se não tivesse a vida que tenho, e talvez por ter me mudado tanto eu percebo facilmente como esse processo se dá. Daí que gosto de experimentar coisas diferentes, ritmos e cores na própria música, além da poesia.

A música é essencial pra desautomatização da vida (já q esse blog é basicamente sobre isso, ou deveria ser), sendo ela um ritmo previsível ou não, animado ou triste. Nos momentos de solidão e que quero extravasar a dor nada melhor que Joni Mitchel com "River"; nos momentos de discontração, pq não "Girls just wanna have fun". Quem sabe nos momentos de libertação "It's Friday, I'm in love" do The cure. Nos momentos de amor, "You make me feel like a natural Woman", da Aretha Franklin. No domingo pela manhã: Vivaldi. Nos momentos de revolta, "The sound of silence". Nos de desilusão "Ouro de Tolo". Nos momentos de nada pra fazer "Brasileiramente Linda". Quando quero lembrar de algo do passado "Quantos beijos" do maravilhoso Grupo Rumo. Para pensar no futuro Teatro Mágico "A Pedra Mais alta". Quando fico perplexa "Smoke and Ashes" da Tracy Chapman. Quando quero um bom ritmo "Latest Trick", Dire Straits.

E percebe-se como eu sou quem eu sou através das músicas: jovem de 22 anos, do terceiro mundo, com um gosto não muito popular, mas tb nada cult. Bem aleatório, leve... como uma onda no mar.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

a verdade é completiva

Eu fico fazendo posts piegas, mas não posso deixar de ressaltar a 6ªf infernal que foi o dia de hoje. Eu já tinha previsto que não seria fácil, contudo saiu mais emocionante que a encomenda. A começar por ter acordado 7h da manhã em um dia chuvoso pra chegar na faculdade às 9:20 pra prova. Claro, isso foi impossível, mesmo gastanto R$ 10,oo de passagem (só de ida) e com 4 conduções. Cheguei atrasada, olho pra prova, a professora simplesmente pediu TUDO: conceituar desde coordenaçãoe subordinação, até todas as completicas, relativas, adverbiais e as do grau de gradação segundo Mateus et alii (nao preciso nem dizer q tinha de catar em um texto o exemplo de todas). Mto punk rock isso.
Depois do susto, da prova, fui fazer a inscrição pra monitoria...ficar esperando 2h para perceber que a professora estava ocupada demais para fazer a reunião hoje. Em seguida sair correndo para a reunião na Mudes, pegar chuva, sol... Desisti de guarda-chuva, vai chuviscando na chuva, a chuva me chuviscando inteira. Bom que assim me sinto de alguma forma na natureza e de certa forma totalmente integrada a poluição da cidade caindo nas gotículas de chuva.
A cidade anda tão cinza, tão concreto, tão pesada. Daqui a pouco ela cai. Cai aqui na minha mão.

"e o que vai ficar na fotografia...

...são os laços invisíveis que havia"



Leoni - Fotografia

Esta música fala do que verdadeiramente importa: momentos inesquecíveis, coisas bobas, a simplicidade do carinho e a fotografia que registra e marca tudo isso.

Avaliação final projeto PASS 2007/02

Tudo começou aqui
Equipe PASS, julho de 2007


Sinto-me lisongeada por ter feito parte dessa equipe. De impressões finais tenho a passar que só cresci com esse grupo, trocamos experiências significativas e piadas inesqueíveis (além das mimicas de hoje). Creio que o sorriso e a cordialidade de todos vão além de superficial e tocam o coração, tocam o âmago lá dentro, de juntos termos feito um ótimo trabalho... De junto sermos uma EQUIPE, que apesar das diferenças de personalidade, de horário e de estilo somos uma equipe unida.

O projeto nos ofereceu LIBERDADE, acima de tudo, de passarmos o conteúdo que queríamos, dentro da metodologia de construção de aprendizagem. Muito mais que aprendizado construimos maravilhosas amizades (braços fortes que o diga), e consolidamos as já existentes (Tex, love you).

E o que vai ficar na fotografica não consegue dar conta de nossa satisfação, apesar de estarmos todos cansados e loucos para entrar de férias.

Dia do meu aniversário 18/09 na CMT


Oficina integrada de Halloween 30/11 na CMT


Oficina de Halloween para os pequeninos da alfabetização na CMT


Turma da Mudes - 02/11


Final feliz... 13/12

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Valeu a pena, ê ê

Durante o semestre meu maior desafio foi mesmo começar a dar aulas de português para os jovens do PASS, com o objetivo de inserção no mercado de trabalho. Tinha total autonomia em relação a aulas, atividades, tudo. O problema mesmo era proporcionar uma aula interessante e instrutiva (ou destrutiva como eles preferiam chamar). Muitas vezes deixei afazeres aleatórios da faculdade de lado para priorizar preparar uma aula descente. Muitas vezes a aula que esperava que fosse ótimo era literalmente uma merda (perdoe, mas é por força de expressão). Não foram poucas as vezes também que ia dar aula esgotada e chateada por outros problemas, ou então, saia da aula pensando que tudo tinha sido um problema. O caso é que logo de cara nos gostamos e com o tempo foi aquele processo de conhecer mais um ao outro.

Hoje, na formatura deles, foi muito precioso vendo eles vindo dar abraços, beijos, carinho de verdade, sabe. Alguns com carinha de triste ("não vou mais te ver professora"), outros simplesmente satisfeitos e felizes. Maravilhosa foi a imagem que fizeram de mim: "a professora mais meiga de todas" (fora os 'justamentes', 'pessoas' gritados da platéia). "Fico muito lisongeada", comecei meu breve discurso. Na verdade deveria ter dito que fiquei muito desconcertada.

Confesso que em nenhum momento tinha pensado que iria 'sofrer' tanto com o final do curso. "Sofrer" por não tê-los mais, toda 3ªf e 5ªf... Com aqueles olhares curiosos, os deboxes característicos, o abraço e o agito todo.

Ao final, preparam uma surpresa para os monitores, falando de suas características (nem preciso dizer que o 'justamente' e 'pessoas' também entrou, além de ressaltarem a questão da suavidade da minha personalidade). Depois disso cantaram "Pescador de Ilusão" do Rappa. E com aquelas vozes juntas, cantando com vontade, ao observar um aluno 'durão' que tentava evitar as lágrimas de cair, foram as minhas que rolaram com toda força do mundo.

Um dia chuvoso no Rio. Depois de 3h de engarrafamento, tendo de estudar para uma prova fahtal amanhã, a recompensa foi que verdadeiramente, cada segundo com esses meninos valeu a pena:

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

oh, canadá

Eu estava tão desanimadinhas. tão tão (o post anterior já diz tudo). Aí fui dá uma zoiada por essa net de meu Deus sobre a questão de vistos para o Canadá quando encontrei este blog ma-ra-vi-lho-so ideal para aqueles que pretendem dar um bordejo por lá.

Até agora não comentei aqui EXPLICITAMENTE a minha intenção mais que forte de ir ao Canadá (passagem marcada para o dia 26/12). Mas a ansiedade é por esse visto que NÃO SAI. Até 6ªf sai... (e daí o medinho aquele de 6ªf).

Depois de sair o visto, milhares de coisas para organizar, inclusive decisões importantíssimas quanto o destino do próximo anos.

Oh, Dickens, isso sim são Great Expectations.

subordinada

A questão é que sintaxe não entra na mente. O que há de errado, meu Deus? – já perguntei tanto isso. Deve ser que não estudei o suficiente... deve ser pq nunca estudei sintaxe na vida. E agora, o que será q me dá que me bole por dentro? – e não é amor.

Por mim, faço o curso de novo. Pra que passar assim? Não vejo motivo, sabe. E semestre que vem promete: monitora não mais voluntária, agora remunerada. Mas sinto isso como se não fosse meu. Sei lá. Ando vendo o lado pessimista de tudo. E sempre que peço, clamo, me ajoelho por um sinal... Tudo me faz ficar longe daqui.

No caminho pra casa, dois acidentes. Eu vi um corpo no chão. No chão quente, atrapalhando o trânsito. Como um pacote flácido, como diria Chico. Eu vi o corpo e só pensava no calor. Seria isso insensibilidade? Parece que não tenho mais capacidade pra pensar questões profundas: tudo se foi com ‘to the lighthouse’.

Virgínia, me ajude! – logo vc que virava os períodos de cabeça pra baixo, esquecendo do ponto final. – ai, subordinadas!
eu não quero que chegue 6ªf nunca mais!

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

fim

Acho q está tudo acabando. Mesmo tendo a sensação de mais do mesmo, está tudo acabando sim. Já trocaram o horário do mural, as provas e resultados finais estão sendo entregues, provas de monitoria e similares acontecendo. Acho que está tudo acabando. Mas no meu íntimo continua no mesmo ritmo. Deve ser por essa vontade de esticar, bem no final, a massinha de modelar, pra que esse sentimento de 'fim' (embora represente começo), não chegue muito perto.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

do sentido agora

Como é bom ficar sozinho. Fazer as coisas no tempo q se tem tempo, ou em tempo algum. Ou fazer o tempo todo pq simplesmente se tem todo o tempo do mundo (como diria aquela música). Estar sozinho, assim, por muito tempo, é um remédio homeopático pra sanar qualquer incômodo ou possibilidade de atrito com o outro e principalmente consigo. Afinal, tem horas q nossa sombra nos incomoda, imagina o outro.

Não se tem de arrumar a papelada, lavar a louça imediatamente e ainda se pode escutar alto aquela música q todos acham chata (pq não gostam da música). É pensar em voz alta, ler Wilde em voz alta, chorar revendo vendo o filme preferido pela trocentésima vez e não fazer nada: ficar parado, embaixo do ventilador, pensando na vida, filosofando com as paredes cor de gelo.

A sensação que tenho é que às vezes só o vazio pra nos preencher por inteiro. Me sinto um copo meio cheio de mim. E aí é que bate a vontade falar com o outro e... venho pro blog e escrevo alguma coisa trivial.

domingo, 9 de dezembro de 2007

Eu desejaria o mesmo...





Post Secret

Sentimentos passados e futuros

Eu realmente não acho me formar na faculdade tão importante como antigamente. Isso, vindo de mim, é realmente um comentário e tanto, tão forte que alguns irião até se assustar. Logo eu, que sempre privilegiei incomensuravelmente essa área, deixando em segundo plano o resto todo.

O caso é que depois de 4 anos, 2 universidades e o mais do mesmo (apesar de ser mto diferente), cansei um pouco. Cansei de ficar numa sangria desatada, vivendo numa automatização tremenda, deixando de cultuar as coisas belas e bobas que tanto vivenciava antes de tudo.

Acabou a poesia, já não me expresso como antes, nem tenho planos de escrever os contos como tinha antigamente. De certa forma, parece q emborreci, mesmo sabendo teorias aleatórias literárias, lingüísticas, menos as sintáticas.

Sinto algo como, não quero me formar, quero ser feliz. (tá bom, me formar fará parte da felicidade, mas não é TUDO na vida).

sábado, 8 de dezembro de 2007

todo que lo tengo

Agora, abaixa o volume do som e escuta essa versão (com legenda em espanhol).

everything I own



Aproveitando o gancho do post anterior, achei aqui esse video bem interessante de uma apropriação da música "Everything I own", por um cantor mineiro e imagens do céu de suely. Gostei mto da seleçao de imagens e achai bastante conveniente a versão.

Creio q a beleza está na conjunção de onde vem com a finalidade.

O bom é q dá pra sentir mais sobre o que trata o filme.

"qual a passagem que a senhora tem pra mais longe"

céu de suely



Este filme é mto especial. Creio q essa abertura seja uma das mais belas q eu já vi em termos cinematográficos. E foi inesperada. O tipo de filmagem, as imagens, a música, as coisas se combinam. Aí está a origem da problemática do filme mostrada de forma bem bonita. A música, uma apropriação do estrangeiro, compõe de forma bastante adqueda o lugar, a história, ajuda a situar.

Curiosidade é que o filme iria se chamar "Rifa-me", contudo, ao ser traduzido para o inglês traduziram para "Suely in the sky", em referência a música dos Beatles. Então, acabaram por trocar o nome original e ficou: O céu de Suely. Adoro esse nome. E só por conta dele q baixei o filme.

Lucy in the sky with diamonds



Desenho de Renata que eu simplesmente adoro.

Aulas de sociologia podem ser úteis.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

e eu não sei o q fazer

Dia de chuva no Rio. Dia de prova de port 6, de se estar cansada até a alma. Lív Mary chegou atrasada e anunciou que fora assaltada no meio da ponte no 998. por pouquíssimo eu teria pego o mesmo ônibus. Mas fui de van, cheguei um pouco mais cedo e encontrei um colega que fizemos curso de port I juntos, e ele dizia q estava para rodar em alemão, mas q não ia se preocupar, pq stress dá câncer, não é célula morta não, é stress. Eu concordei com ele e fui pra prova. Não consegui a achar uma oração relativa restritiva reduzida. Oh vida, oh azar. Fui pegar meu essay de litam, me despedir da professora sorridente e ir pro trabalho... Mas antes, troquei boa conversa com JN e Sue, então fui pro trabalho. Lá embrulhei presente. Inusitado, não. Estava ansiosa pra assistir o musical Sete com Renata e Priscila no teatro João Caetano, contudo descobrimos q a peça ficou em cartaz só até a semana passada. Quer saber? Vamos fazer algo, vamos comer fora! Fomos pro kfc comer alguma coisa com frango... e comemos, mas o melhor foi a conversa. Me redescobri falando das pessoas, do que elas sentem, de como são, coisa profunda assim. E não fiquei falando da vida alheia não, falei daquelas que estavam ali a minha frente. E estranho é q enquanto falava delas, ia descobrindo coisas em mi mesma, em mim e nelas em comum e o não comum. Sabe que foi bom. A chuva continuava. Fui pegar meu ônibus pequeno e prateado, além de muito frio, rumo a casa. Em casa cheguei, abri o guarda-chuva no banheiro pensando que hoje é o dia final de entregar o plano de aula da optativa via internet sobre como ensinar línguas via internet. E neste exato momento ainda chove, eu não sei o q fazer.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

WAR in Rio

Não, não estou falando de uma guerra propriamente dita no Rio de Janeiro, mas sim do jogo War no Rio como seria... vale a pena conferir aqui com direito a figuras e tudo!



seria mais engraçado se não fosse tão cruel.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Vitaminas

Não sei que estalo que deu que resolvi procurar que alimentos contêm determinado tipo de vitamina. Isto foi mais pra me animar a partir pra uma alimentação mais saudável (pq atualmente está deplorável).
O que era curiosidade se tornou algo interessate. Achei esta tabela falando dos alimentos e vitaminas, além dos benefícios, e até que deu vontade de comer cenoura crua.

ok, eu sei que isso é extremamente passageiro, mas vale a intenção (e uma possível mudança de hábito).

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Mercy, mercy me


Estou viciada em ambos. Ecologia rules!



Tema mundial da ecologia, Mercy, mercy me por Marvin Gaye e ao fundo imagens marcantes.



Agora, Mercy, Mercy Me com The Strokes ft Eddie Vedder and Josh Homme e Capitão Planeta de fundo. Nostálgico, no mínimo.


Decisões

Esta é uma semana de decisões, tudo depende de meu comportamento mediante os fatos. É a prova de port (ai ai, arrepios), foi a prova de inglês VII, é a aula final dos alunos, e outras coisitas mais ( e olha que essas coisitas pesam). E eu só fico fico pensando em voltar pra casa, comer chocolate e jogar o joguinho do Zoo. Mas já me coloquei de castigo, agora só faço esse programa quando quitar minhas dívidas com o mundo social, acadêmio e burocrático.

E tenho dito.

domingo, 2 de dezembro de 2007

Perdição

Estava eu estudando tranquilamente, quando minha mãe me passa o telefone dizendo que era meu priminho de 7 anos, Gabriel, querendo falar comigo. Então ele perguntou quando iria visitá-lo e eu, em contrapartida, perguntei quando ele viria ME visitar. Pra soar mais aprazível a idéia dele vir pra um apartamento minúsculo, disse q jogaríamos baralho, video game (nintendão), e ele logo perguntou do computardor, de jogo no computador. Eu disse que não tinha nenhum (aqueles q vêm no pacote eu nem conto), então ele foi insistindo: "aquele, do robozinho". Aí deu um instalo na mente, lembrei do grow que foi dica do blog da andréia e corri lá de volta pra achar o link novamente. Chegando lá (depois de vasculhar quase tudo), achei o grow, mas o site já não era o mesmo... de qualquer modo, achei esse jogo aqui do Zoo Keeper, no qual fiquei viciada.

Quem vê pensa q não tenho nada pra fazer jogando esse trequinho...

sábado, 1 de dezembro de 2007


"Mas saiba que estou em você, mas você não está em mim"


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